Quais os tipos de estertores?

Perguntado por: aaguiar8 . Última atualização: 28 de maio de 2023
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Dividem-se em:

  • Estertores finos (ou crepitantes) Frequência relativamente alta, pequena amplitude e duração mais curta, não são influenciados pela tosse e são ouvidos na metade final da inspiração. ...
  • Estertores grossos (ou bolhosos) ...
  • De origem pleural - Atrito pleural.

Estridor: Som de alta tonalidade durante a inspiração decorrente de obstrução da via aérea superior, ou seja, extrapulmonar. Ocorre em distúrbios agudos tal como aspiração de corpo estranho. Geralmente ouve-se sem o estetoscópio na região de laringe que compreende do mento a fúrcula esternal.

O estertor é causado por excessiva produção ou retenção de secreções nas vias aéreas nos doentes muito debilitados, com incapacidade de expelir pela tosse ou de deglutir essas mesmas secreções. Pode estar associado a uma ligeira obstrução das vias aéreas superiores (hipofaringe e traqueia).

Conforme esses sons são emitidos, o médico consegue avaliar a saúde pulmonar e respiratória do paciente, podendo levantar hipóteses de diagnóstico ou encaminhar o paciente para diferentes tipos de tratamento médico, se necessário. Os sons pulmonares são definidos como roncos, estridores, estertores e sibilos.

Secos: Vias aéreas estreitas por vias aéreas obstruídas. Alguns autores e associações de pneumonologia não os consideram sons contínuos como estertores. Sibilância: Som agudo contínuo por broncoespasmo, frequentemente pode ser ouvido sem estetoscópio. Característico da asma, DPOC e da bronquiolite.

Os sons de sibilo, por exemplo, podem indicar um paciente que possui asma, enquanto os roncos e estertores indicam um pulmão que está cheio de secreção. Nos estridores, em que o som emitido é mais agudo, costuma-se perceber se o paciente inalou algum objeto estranho, por exemplo.

Estridor é um ruído que acontece quando o paciente inala ar ou mesmo respira fundo. É um som bastante peculiar, um pouco agudo e com um leve chiado.

Tipos de sons pulmonares
Estertores: os sons estertores parecem pequenos “cliques”. Acredita-se que os sons estertores ocorrem quando o ar abre as vias aéreas fechadas. Roncos: os roncos ocorrem quando o ar é obstruído nas vias respiratórias. Ele é muito comum durante a noite, enquanto a pessoa está dormindo.

Os ruídos adventícios (sons anormais) resultam da passagem do ar através de fluidos, muco ou vias aéreas estreitadas. Os quatro tipos de ruídos são: Estertores ou crepitações: local da ausculta – mais comuns em lobos dependentes: direito e bases do pulmão esquerdo.

Ausculta pulmonar: Poderá ou não haver alterações como redução ou abolição do murmúrio vesicular, ocorrência de sopro tubário, presença de crepitações e/ou sibilos. Poderá ocorrer redução do frêmito tóraco-vocal na região acometida.

A melhor abordagem para o tratamento do estertor é a combinação de medidas farmacológicas e não farmacológicas [12,13]. Os anticolinérgicos antimuscarinicos são os fármacos de escolha pela sua actividade anti- secretória (tabela).

Tratamento do estridor
A adrenalina racêmica nebulizada (0,5 a 0,75 mL de adrenalina racêmica a 2,25% acrescentada a 2,5 a 3 mL de soro fisiológico comum) e a dexametasona (10 mg, IV e então 4 mg, IV a cada 6 h) podem ser úteis em pacientes nos quais o edema das vias respiratórias é a causa.

O diagnóstico radiológico é eficaz para observar a inflamação dos pulmões, porém em muitos casos o médico consegue identificar a doença no consultório, ao escutar, com o auxílio de um estetoscópio, ruídos característicos da pneumonia, os estertores crepitantes, que parecem um barulho de velcro sendo aberto.

São dois tipos: Roncos: sons de baixa frequência, graves. Sibilos: sons de alta frequência, agudos.

Murmúrio ou som vesicular
Após a passagem turbulenta pela traquéia, o ar chega às grandes vias aéreas, quando o fluxo deixa de ser ruidoso e passa a ser transicional. Em suma, este som é caracterizado por uma inspiração de intensidade e duração maior, bem audível e suave, seguido de uma expiração curta e menos audível.

Estertores crepitantes ou finos: Ouvidos ao início da inspiração, são sons de maior frequência e menor duração. Causados por líquidos nos alvéolos. Podem ser causados por pneumonia, edema de pulmão e fibrose pulmonar...

Quando respirar faz ruído, algo está errado, pois o ar não está passando como deveria. Estes sons anormais, chamados de estridor, ocorrem em diversas situações, como rinites, atresias de coana, laringomalácia, paralisia das cordas vocais, estenoses da laringe e outros.

Os sibilos são sons ou ruídos respiratórios auscultados (ouvidos com auxílio do estetoscópio) ao exame físico ou relatados pelo paciente. Popularmente, são descritos como chiado no peito, piado, pieira ou miado de gato.

Os sibilos são sons altos, semelhantes a um assobio que ocorrem durante a respiração quando há bloqueio parcial das vias aéreas. (Veja também Sibilos em bebês e crianças pequenas.

O sibilo é um ruído de assobio relativamente agudo produzido pelo movimento do ar em vias respiratórias de pequeno calibre estreitadas ou comprimidas.