Quais são os três tipos de diabetes?

Perguntado por: irebelo . Última atualização: 23 de maio de 2023
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Existem quatro tipos principais de Diabetes: Pré-diabetes, Diabetes tipo 1, Diabetes tipo 2 e a Diabetes Gestacional. Confira abaixo os detalhes de cada uma: Por isso, fique atento aos seus exames de rotina e mantenha a boa alimentação.

Diferentemente da diabete tipo 2, que está mais relacionada ao estilo de vida da pessoa ou à obesidade, sendo possível evitá-la por meio de alimentação saudável e prática de exercícios, o tipo 1, apesar de ser menos comum – com cerca de 10% dos diagnósticos -, é considerado mais grave.

Tipos: – Tipo 1: causada pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a insulina. Ocorre em cerca de 5 a 10% dos diabéticos. – Tipo 2: resulta da resistência à insulina e de deficiência na secreção de insulina.

O diabetes tipo 2 (DM2) caracteriza-se por uma combinação de mau funcionamento da insulina e uma deficiência na produção deste hormônio pelo organismo. É mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação.

Os pacientes que apresentam diabetes do Tipo 1 precisam de injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores considerados normais. Para essa medição, é aconselhável ter em casa um aparelho, chamado glicosímetro, que será capaz de medir a concentração exata de glicose no sangue.

Existem quatro tipos principais de Diabetes: Pré-diabetes, Diabetes tipo 1, Diabetes tipo 2 e a Diabetes Gestacional.

O estado de normalidade da glicemia em jejum é de 70 mg/dl a 100 mg/ld. Uma pessoa é classificada como pré-diabética ao medir a sua glicemia em jejum e atingir entre 100 e 125 mg/dl. Já aqueles que atingem a partir de 126 mg/dl são considerados diabéticos.

Diabetes e hereditariedade
O histórico familiar dessa doença coloca você em maior risco de desenvolvê-la em qualquer um dos tipos. O que não significa que você vai obrigatoriamente ter diabetes, ok? O fator genético é mais determinante no diabetes tipo 2.

É importante lembrar que o corpo de uma pessoa com diabetes tipo 2 ainda produz insulina pelo pâncreas, por isso o problema pode demorar para ser identificado. Só aparece quando a glicemia fica alta por muito tempo, resultando na perda de peso repentina.

Pessoas magras também podem ter diabetes tipo 2. É raro, mas pode acontecer por uma disfunção das células do pâncreas. Vale lembrar que diabetes tipo 1 não tem nada a ver com o peso. Controlar a diabetes é uma das maiores preocupações médicas e deveria ser do paciente também.

Edema Macular Diabético
Aqui temos um dos maiores causadores de cegueira nos portadores da Diabetes tipo 2. O Edema Macular Diabético recebe essa fama devido à sua causa, que também tem raiz no excesso de glicose na corrente sanguínea.

Apesar de grande parte dos quadros de diabetes tipo 2 serem tratados com a mudança de hábitos alimentares e práticas de atividades físicas, em casos mais severos é necessário que o paciente tome injeções diárias de insulina para conseguir controlar a doença.

Na grande maioria dos casos, o diabetes tipo 2 não ocasiona sintomas. No entanto, quando os níveis de glicose estão extremamente elevados no sangue, podem existir sintomas como perda de peso, fome e sede excessivas e vontade frequente de urinar/aumento do volume de urina.

No diabetes tipo 1, o corpo começa a atacar as células do pâncreas que produzem insulina, eliminando sua capacidade de produção. Após o diagnóstico, as pessoas com diabetes tipo 1 devem usar a insulina, podendo precisar de várias injeções por dia ou usar um dispositivo de infusão de insulina.

Mas será que é possível reverter um quadro de diabetes tipo 2? A princípio a resposta é sim. Em determinadas situações, é possível reverter o quadro de diabetes tipo 2.

Diabetes tipo 1 e tipo 2 (mellitus) podem ser diagnosticadas pelos exames de:

  1. Glicemia em jejum;
  2. Hemoglobina glicada;
  3. Teste de tolerância à glicose.

A longo prazo, a glicemia elevada pode causar sérios danos ao organismo. Entre as complicações, destacam-se lesões e placas nos vasos sanguíneos, que comprometem a oxigenação dos órgãos e catapultam o risco de infartos e AVCs.

O tipo 2, ou seja, o tipo de diabetes que usualmente não precisa de insulina, porque o problema não é a falta desse hormônio, mas sua deficiência parcial ou a resistência à sua ação, costuma acometer pessoas com mais de 40 anos.

O diabetes tipo 1 ocorre porque o organismo não consegue produzir insulina, um hormônio que é necessário para controlar a quantidade de glicose (açúcar) no sangue.

O diabetes Mellitus é uma doença crônica decorrente da falta de insulina e/ou da sua incapacidade de exercer adequadamente seus efeitos, causando um aumento da glicemia (açúcar) no sangue.