Qual a vacina que a gestante precisa tomar durante o Pré-natal?

Perguntado por: aapolinario5 . Última atualização: 27 de maio de 2023
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A vacina dTpa deve ser aplicada a partir da vigésima semana de gestação e a cada gestação. Para aquelas que perderam a oportunidade de serem vacinadas durante a gestação, é importante administrar uma dose de dTpa no puerpério, o mais precocemente possível.

A vacina tríplice bacteriana acelular do tipo adulto – dTpa, é um imunizante inativado, ou seja, não tem como causar a doença. Sua função é proteger a mãe da difteria, tétano e coqueluche, assim como fornecer imunização passiva para o bebê que ainda está no útero.

A recomendação é que a gestante receba uma dose de dTpa a partir da 20ª semana. Dessa forma, ela confere imunização passiva para difteria, tétano e coqueluche ao feto e recém-nascido.

A vacina tríplice bacteriana (DTPa) é recomendada em todas as gestações para a proteção da gestante contra a difteria, o tétano acidental, a prevenção do tétano neonatal e contra a coqueluche. A recomendação é que a gestante receba, a partir da 20ª semana de gestação, uma dose dessa vacina.

Mesmo com esquema completo (três doses da vacina) e/ou reforço em dia, a gestante deverá receber uma dose de dTpa a cada gestação. Em todos os casos, após completar o esquema, é necessário administrar uma dose de reforço a cada 10 anos.

O calendário de recomendações básicas, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), indica quatro vacinas para gestantes, cuja administração depende da situação vacinal individual.

Mesmo que a grávida já tenha tomado o imunizante em uma gestação anterior, ela deve ser aplicada novamente. Se não conseguir tomar a vacina durante os nove meses, pode ainda recebê-la em até 45 dias após o parto.

Uma dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. desconhecido. semana de gestação.

A difteria
Doença bacteriana que, em casos extremos, pode provocar um edema no pescoço, levando à asfixia, um risco para recém-nascidos.

Para gestantes em qualquer idade gestacional, é importante administrar 3 doses (0, 1 e 6 meses) da vacina hepatite B, considerando o histórico de vacinação anterior. Caso não seja possível completar o esquema vacinal durante a gestação, a mulher deverá concluir após o parto, oportunamente.

Contraindicação: Pessoas que apresentaram anafilaxia ou sintomas neurológicos causados por algum componente da vacina ou após a administração de dose anterior. Esquema de doses: Pode ser usada para a dose de reforço prevista para os 4-5 anos de idade.

Difteria, Tétano e Pertussis (tríplice bacteriana). A vacina DTPa (acelular), quando possível, deve substituir a DTP (células inteiras), pois tem eficácia similar e é menos reatogênica. O esquema é de 5 doses, aos 2, 4 e 6 meses com reforço aos 15 meses.

As mulheres gestantes não podem tomar vacinas de vírus e bactérias vivos, como é o caso da Tríplice Viral – que combate o Sarampo, a Caxumba e a Rubéola –, Varicela (Catapora), Febre Amarela e BCG (contra a Tuberculose).

Ambas as vacinas podem ser aplicadas no mesmo dia.

Vacinar-se é uma forma eficaz de proteger a si mesma e ao seu bebê contra os vírus. As vacinas obrigatórias e indispensáveis, pelo Ministério da Saúde, que todas as futuras mamães precisam tomar são três.

“Se a gestante não tem ou não sabe se o esquema de tétano está completo, ela deve ser vacinada com 2 doses da dT e 1 dose da dTpa (sendo esta, entre 27 e 36 semanas).

OMS preconiza a realização de três exames ultrassonográficos na gestação: -Primeiro trimestre: entre 11 e 14 semanas. -Segundo trimestre: entre 20 e 24 semanas. - Terceiro trimestre: entre 32 e 36 semanas.

Afinal, quais vacinas a gestante deve tomar? 3 imunizantes

  1. Influenza. A vacina influenza contra a gripe é uma das obrigatórias na gestação e/ou no pós-parto. ...
  2. Hepatite B. A vacina da hepatite B também é indispensável na gravidez. ...
  3. Tríplice bacteriana (dTpa) A Tríplice bacteriana (dTpa) é indicada para todas as gestantes.

A vacina DTPa deve ser administrada pela via intramuscular (IM) profunda no vasto lateral da coxa em crianças menores de 2 anos; em crianças acima de 2 anos pode ser utilizada a região do músculo deltoide.

É um exame mais recente que pode ser realizado a partir de 9 semanas de gravidez. Ele consiste na coleta sanguínea da mãe e avalia algumas células do bebê que passam para o sangue da mãe e, a partir disso, é possível rastrear se a criança tem alguma alteração genética, como a Síndrome de Down, dentre outras.

Se a sala já tinha aderido ao Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) no momento da imunização, é possível ter o registro. O sistema, que começou a partir de 2010, permite o registro nominal das vacinas: ou seja, é possível saber se foi o José ou o João que tomou a vacina.