Qual é a diferença entre epilepsia e convulsão?

Perguntado por: agodinho8 . Última atualização: 3 de junho de 2023
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Toda convulsão é uma crise epiléptica, mas além da convulsão existem várias formas de crises epilépticas. Na convulsão o paciente apresenta movimentos grosseiros de membros, desvio dos olhos, liberação de esfíncteres e perda de consciência. E um exemplo comum de crise epiléptica não convulsiva é a crise de ausência.

Em adultos, por exemplo, as causas tendem a ser os traumatismos, tumores cerebrais e AVC. Já em crianças, as causas estão mais frequentemente relacionadas a condições do neurodesenvolvimento, problemas no período neonatal e predisposição genética. Independente da causa, a epilepsia tem tratamento.

Crises atônicas: Esse tipo de crise provoca a perda de controle muscular, podendo levar à quedas repentinas; Crises tônicas: Causa rigidez muscular e geralmente afetam os músculos dos braços, pernas e costas. Também podem ocasionar quedas; Crises clônicas: São responsáveis por causar movimentos rítmicos ou repetitivos.

Caso você presencie uma crise convulsiva em público, também é importante ficar atento à duração do episódio; se este durar mais de 5 minutos, encaminhe a pessoa a uma emergência ou chame uma ambulância imediatamente.

A neurologista explica ainda que a crise convulsiva isoladamente não deixa sequela. “Ela costuma ser autolimitada, durar na maioria das vezes até 20 segundos e aparecer como consequência de algum problema cerebral. Raramente representa risco de morte.

O corpo sofre contrações musculares intensas e involuntárias. A pessoa se debate, pode ficar arroxeada, lábios e dentes ficam cerrados e há salivação excessiva. Na maioria das vezes, ocorre perda de consciência. Essa é a descrição feita por quem já presenciou uma crise convulsiva, condição que ocorre repentinamente.

Privação de Sono
As mudanças também podem desencadear convulsões em pessoas que não dormiram o suficiente. Infelizmente, epilepsia e sono funcionam em um ciclo vicioso. A epilepsia pode perturbar o sono e a privação do sono pode agravar as convulsões.

O que causa a epilepsia? A epilepsia apresenta diferentes causas, as quais incluem doenças genéticas, tumores no cérebro, traumas no crânio, falta de oxigenação durante o parto, AVC, meningite e encefalite herpética. Ela pode afetar pessoas de todas as idades.

não coloque nada em sua boca, isso poderá lesionar seus dentes e/ou a mandíbula. Uma pessoa em convulsão não irá engolir a própria língua; não tente fazer procedimentos de respiração boca-a-boca; não ofereça água ou comida até que ela esteja totalmente consciente.

O estado de mal epiléptico convulsivo é o transtorno convulsivo mais grave e é considerado uma emergência médica, pois a convulsão não para. As descargas elétricas ocorrem em todo o cérebro, causando uma convulsão tônico-clônica generalizada.

Os exames laboratoriais de sangue devem ser seguidos pelo EEG (eletroencefalograma), que é um exame eletrofisiológico. Portanto, o EEG vai analisar a função elétrica cortical cerebral e poderá detectar e localizar a área com atividade anormal capaz de provocar as crises convulsivas.

Os sintomas das crises parciais podem ser confundidos com outros distúrbios neurológicos, como enxaqueca ou doença mental.

Assim, um paciente, independentemente de seu diagnósitco específico, só será classificado como pessoa com deficiência quando seu quadro clínico assim o justificar. Tal regra vige para qualquer doença, incluindo a epilepsia.

A crise convulsiva é a forma mais conhecida pelas pessoas e é identificada como “ataque epiléptico”. Nesse tipo de crise a pessoa pode cair ao chão, apresentar contrações musculares em todo o corpo, mordedura da língua, salivação intensa, respiração ofegante e, às vezes, até urinar.