Qual é a fruta que é bom para próstata?

Perguntado por: agil9 . Última atualização: 20 de maio de 2023
4.8 / 5 3 votos

Um estudo da McGill University, de 2004, comprova que o consumo de tomate é um grande aliado para a prevenção do câncer de próstata. Outros alimentos ricos em licopeno, como goiaba e outros frutos vermelhos, também ajudam na prevenção de doenças que afetam a próstata.

1 Suco de romã para câncer de próstata
Geralmente, em pacientes com a doença, a duplicação do PSA leva 15 meses, mas nos pacientes que beberam o suco de romã, esse processo levou, em média, 54 meses . O suco de romã também é bom para doença cardíaca e na redução do mau colesterol.

Tomate e demais frutos vermelhos
Pesquisas na área apontam que certos frutos vermelhos podem ajudar a prevenir o câncer de próstata. Isso acontece porque esses alimentos contêm licopeno, um antioxidante muito eficaz e que ajuda a diminuir o risco de contrair a doença.

Algumas das substâncias usadas mais populares são:

  • Casca de pygeum;
  • Serenoa repens (saw palmetto);
  • Sementes de abóbora;
  • Urtiga;
  • Licopeno (encontrado em muitas frutas, como o tomate).

Além disso, apresentam excesso de hormônios que podem causar um desequilíbrio no organismo e estimular a disseminação de células cancerígenas. Carnes processadas, como presunto, linguiça e salsicha, são alimentos que irritam a próstata ainda mais e, por isso, devem ser evitadas.

Alimentos como brócolis, couve-flor e espinafre podem ajudar a diminuir as chances do aparecimento do câncer de próstata. Isso acontece porque eles são ricos em ácido fólico, nutriente que combate o efeito dos radicais livres nas células.

Alguns estudos sugerem que os homens que consomem grandes quantidades de cálcio (através de alimentos ou suplementos) também podem ter um risco maior de desenvolver a doença. Obesidade: homens obesos têm um risco maior de ter câncer de próstata mais agressivo.

Um estudo publicado na revista Cancer Research relata o efeito da delfinidina no cancro da próstata, por indução da apoptose das células PC3, interferindo no mecanismo da activação do fator de transcrição NF-kB. Reconfortante pelo sabor doce e ao mesmo tempo neutro e alcalinizante que tem, a banana recomenda-se.

Saiba que um alimento popular dos brasileiros tornou-se aliado dos homens nessa cuidado. Sim! O consumo de ovo ajuda na prevenção do câncer de próstata.

Três horas ou mais por semana de prática vigorosa de ciclismo, tênis, corrida ou natação parecem melhorar o prognóstico entre tais pacientes, constatou a equipe de pesquisadores. Eles complementam, porém, que mesmo a atividade física moderada parece diminuir os riscos em geral de morte por qualquer causa.

Entre os alimentos que devem integrar a dieta de um paciente com câncer de próstata, a especialista destaca o tomate (sempre cozido com azeite), frutas vermelhas (goiaba, acerola, pitanga, morango e romã), o limão, vegetais verdes (couve), castanhas, grãos, frutas em geral e chá verde.

Alguns estudos também sugeriram que uma dieta pobre em carne, mas rica em frutas e vegetais pode ajudar a retardar o crescimento do câncer de próstata. Grandes quantidades de carne cozida em temperaturas muito altas ou muito bem passadas, como carne grelhada, grelhada ou frita, também podem aumentar o risco de câncer.

Comer frutas, legumes e cereais integrais; Realizar exercícios de fortalecimento pélvico; Manter o peso em equilíbrio; Atentar-se ao uso de determinados medicamentos, como por exemplo, antidepressivos ou descongestionantes, pois eles podem piorar os sintomas urinários e o aumento da próstata.

Prevenção – Confira 5 dicas de alimentos da nutricionista do HRSP, e que podem contribuir na prevenção ao câncer de próstata: Alho e cebola: Tanto o alho quanto a cebola possuem a capacidade de impedir o crescimento das células cancerosas.

O chá verde, que contém polifenóis e flavonóides, tem sido estudado por haver possíveis propriedades antitumorais. Apesar disso, a orientação nutricional se faz necessária para evitar sobrecarga de substâncias ainda pouco definidas.

A causa exata não é conhecida, mas provavelmente envolve alterações causadas por hormônios, incluindo a testosterona e, principalmente, a di-hidrotestosterona. Outros fatores podem estar envolvidos, como idade, história familiar e alterações genéticas.