Qual é a vantagem da polinização cruzada?

Perguntado por: aquaresma . Última atualização: 29 de maio de 2023
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Importância. As espécies que possuem polinização cruzada, normalmente, possuem uma grande variabilidade genética, e facilitam o trabalho de melhoramento através de cruzamentos entre variedades. Os processos de desenvolvimento de híbridos são facilitados nas espécies de fecundação cruzada.

Benefícios dos polinizadores
Os polinizadores podem aumentar o rendimento e melhorar a qualidade de muitas lavouras. São essenciais para a produção de pomares, horticultura e forragem, bem como para a produção de sementes para muitas culturas de grãos, raízes e fibras.

A transferência de pólen para o estigma pode ocorrer das anteras para o estigama da mesma flor ou de flor diferente, mas na mesma planta (autopolinização) ou pode ser feita de uma flor para outra em plantas diferentes (polinização cruzada).

A polinização pode ocorrer de duas formas pela autopolinização quando o grão de pólen cai sobre o estigma da própria flor que o originou e pela polinização cruzada o grão de pólen é transportado de uma flor para outra da mesma espécie. Esta é a mais vantajosa, pois permite a variabilidade genética.

Existem 2 tipos de polinização: a Autopolinização/Polinização Direta/Autogamia e a Polonização Cruzada ou Indireta. A autopolinização ocorre em uma mesma flor bissexuada, onde os estames desenvolvidos projetam-se sobre o gineceu, deixando cair os grãos de pólen de suas anteras, os quais fixam-se ao estigma.

3- Polinização artificial
Para se ter maior produtividade da lavoura, recomenda-se a realização da polinização artificial, uma vez que a polinização natural realizada pelas mamangavas não é suficiente para polinizar todas as flores, principalmente nos surtos de grandes floradas.

A polinização artificial é feita pela transferência dos grãos de pólen de uma flor para outra, com os dedos ou com o auxílio de dedeiras de feltro, no período da tarde, entre 12 horas e 30 minutos e 18 horas, horário em que as flores estão abertas.

Caso esse ciclo de polinização se quebre, o frágil equilíbrio dos ecossistemas e da biodiversidade, que exige a coexistência em estreita interdependência de milhares de espécies da fauna e flora, estará ameaçado. Com a diminuição da vegetação, boa parte da produção de oxigênio também será comprometida.

A polinização também pode ocorrer de forma indireta ou cruzada. Nesse caso, o grão de pólen é transportado de uma flor para outra da mesma espécie. Essa forma de polinização permite a variabilidade genética, sendo mais vantajosa.

As abelhas são atraídas pelas flores e plantas aromáticas, especialmente as pequenas, de cores mais claras (branca e amarela – as flores vermelhas como a rosa, são mais atrativas para pássaros) e com floração em massa, ou seja, que floresce tudo de uma só vez e não gradativamente.

Vetores de polinização: principalmente abelhas e insetos pequenos (CARVALHO, 2003).

Os órgãos reprodutivos feminino e masculino podem existir numa mesma flor, o que facilitaria a fecundação. Porém a autopolinização não é vantajosa geneticamente para a planta como a polinização cruzada. O pólen produzido por uma flor precisaria então de um meio para locomover-se até o estigma1 de outra.

As favoritas delas são manjericão, funcho, malva, manjerona, orégano, alecrim, dente de leão, tomilho, hortelã, margaridas, girassóis, entre outras. Invista em espécies que atraem as abelhas. Malícia, sapateira e urucu são alguns exemplos.

a) Dentre os mecanismos que dificultam ou evitam a autopolinização, podemos citar: • elementos masculinos (anteras) localizados em posição inferior em relação aos estigmas, o que dificulta a transferência de pólen; • produção e liberação antecipada do pólen, antes que se dê o amadurecimento do gineceu.

A transferência de pólen para o estigma pode ocorrer das anteras para o estigama da mesma flor ou de flor diferente, mas na mesma planta (autopolinização) ou pode ser feita de uma flor para outra em plantas diferentes (polinização cruzada).

A polinização pode ocorrer de duas formas pela autopolinização quando o grão de pólen cai sobre o estigma da própria flor que o originou e pela polinização cruzada o grão de pólen é transportado de uma flor para outra da mesma espécie. Esta é a mais vantajosa, pois permite a variabilidade genética.