Qual é o Cid de AVC?

Perguntado por: lrocha . Última atualização: 19 de maio de 2023
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CID I64 é o código para Acidente vascular cerebral, não especificado como hemorrágico ou isquêmico na Classificação Internacional de Doenças.

I69. 4 – Sequelas de acidente vascular cerebral não especificado como hemorrágico ou isquêmico. Classificação de sequelas de acidente vascular cerebral não especificado como hemorrágico ou isquêmico pela CID 10.

O AVC pode ser classificado em duas categorias: AVC isquêmico (80% dos casos) e AVC hemorrágico (20% dos casos), sendo o primeiro causado pela oclusão de algum vaso intracraniano e o segundo ocasionado pela rotura de alguma artéria ou veia da circulação cerebral.

Quem teve AVC tem direito a algum benefício? Uma pergunta bem comum quando falamos sobre esse assunto é “quem teve AVC pode se aposentar?” Já adiantamos para você que sim, quem sofreu um AVC e não puder ser reabilitado em sua profissão terá a garantia da aposentadoria por invalidez.

Aposentadoria por incapacidade permanente para vítima de AVC
Para ter direito, você precisará demonstrar: Qualidade de segurado na data do AVC; Carência de 12 meses, exceto se isento; Incapacidade total e permanente.

Apenas em casos de acidente vascular cerebral (AVC) com sequelas graves, como a paralisia total, é possível a dispensa da carência para que o trabalhador seja considerado segurado para fins de recebimento de benefício.

A recuperação pós AVC geralmente leva tempo e o progresso pode ser lento e longo, pois em determinados casos o individuo precisa reaprender a caminhar, falar, ler, escrever, alimentar-se, etc. Uma nova rotina se inicia neste momento, diferente da maneira como era o modo de vida antes do AVC.

CID 10 - I63 - Infarto cerebral - iClinic.

I67 - Outras doenças cerebrovasculares.

CID 10 - I61 - Hemorragia intracerebral - iClinic.

As sequelas mais comuns são aquelas relacionadas às estruturas cerebrais irrigadas pela artéria cerebral média, local mais comum dos principais AVCs. Ou seja, são sequelas motoras, com dificuldade para movimentar membros do corpo, para ler, falar, engolir e compreender o que é dito”, afirma o cardiologista Marcus Gaz.

Existem três tipos diferentes de AVC, sendo eles: o AVC isquêmico, o AVC hemorrágico e o AVC transitório, que também pode ser denominado de Acidente Isquêmico Transitório (AIT).

Grau 1: Assintomático, cefaléia leve, leve rigidez de nuca. Grau 2: Cefaléia moderada a severa, rigidez nucal, sem déficit neurológico, exceto paresia de NC. Grau 3: Sonolência, confusão, déficit neurológico focal leve.

Porém, na prática, pode-se dizer que se houver persistência desses problemas por mais de seis meses, eles serão permanentes. Assim, quem sofre com as sequelas do AVC por mais de seis meses tem muita probabilidade de receber uma aposentadoria por invalidez.

Posicionamento: cuidar do posicionamento da pessoa que teve o AVC e o seu. Muito cuidado com a coluna, evitar “arcar” o tronco para frente, tentar às vezes, se for agachar, usar mais a perna do que a coluna, para você também não ter uma lesão no futuro.

As pessoas com sequelas de um AVC podem ter direito à aposentadoria por invalidez, desde que atendam aos requisitos estabelecidos pelo INSS. Para requerer a aposentadoria por invalidez, é necessário comprovar a incapacidade total e permanente para o trabalho, em decorrência das sequelas do AVC.

O motorista que já sofreu AVC e ficou com algum dano neurológico permanente, motor, neuromuscular ou sensorial, não poderá retornar a dirigir sem passar pela Junta Médica Especial dos Órgãos Executivos de Trânsito.

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (23) o Projeto de Lei 4708/20, que obriga o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a pagar o auxílio-doença, no valor de um salário mínimo (R$ 1.100, atualmente), se a perícia médica não for realizada em 60 dias.