Qual é o papel do oncologista?

Perguntado por: lreal7 . Última atualização: 27 de maio de 2023
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É também conhecido como neoplasia. O oncologista é o médico clínico especializado no tratamento do câncer, é aquele profissional que se ocupa da abordagem geral, do cuidado do paciente e especificamente da prescrição de tratamentos sistêmicos como quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica.

Os tipos de câncer mais comuns são:

  • pulmão (2,09 milhões de casos)
  • mama (2,09 milhões de casos)
  • colorretal (1,8 milhão de casos)
  • próstata (1,28 milhão de casos)
  • câncer de pele não-melanoma (1,04 milhão de casos)
  • estômago (1,03 milhão de casos)

Quando procurar um oncologista? Ao receber o diagnóstico do câncer, ou quando surgem alguns sinais que podem ser um indicativo da doença, o oncologista deve ser procurado. Além disso, alguns sintomas merecem atenção e é preciso averiguar a necessidade de procurar um oncologista.

Nessa primeira consulta, o médico também falará do apoio e do acolhimento que o paciente terá em todas as fases do tratamento. Por isso, primeiro procure saber as credenciais do médico que será consultado. Lembre-se, que além de precisar combater a doença, é preciso cuidar do paciente, com o atendimento humanizado.

Tomografia computadorizada
Como benefício, a TC é um exame para detectar câncer que permite identificar a patologia precocemente e utiliza baixas doses de radiação.

Não existe nenhum exame de sangue para detectar câncer no corpo inteiro. O que existe, além do hemograma completo, são exames de sangue específicos, que ajudam no rastreamento de determinados tipos de neoplasias. É o caso de uma série de marcadores tumorais circulantes.

Os exames de sangue podem mostrar os valores de diversos marcadores tumorais, ou seja, substâncias aumentadas em função da atividade de algum tumor. Apesar de não existir um marcador universal, que sirva para todos os tipos de câncer, há uma série de marcadores, associados a uma ou várias neoplasias.

De acordo com França, o câncer de pâncreas é um tumor que cresce rapidamente e de forma silenciosa, dificultando sua detecção e as chances de cura. Sem tratamento, ele tende a se espalhar por outras partes do corpo, causando a chamada metástase.

Confira a seguir os sete tipos de câncer com maior chance de êxito nos tratamentos, de acordo com a American Cancer Society:

  • Câncer de mama. ...
  • Câncer de próstata. ...
  • Câncer testicular. ...
  • Câncer de tireoide. ...
  • Melanoma. ...
  • Câncer do colo do útero. ...
  • Linfoma de Hodgkin.

Câncer de pâncreas, de vesícula biliar, de esôfago, de fígado, de pulmão e de cérebro são os mais letais — ou seja, poucas pessoas sobrevivem cinco anos após o diagnóstico do tumor maligno.

O valor da consulta é de R$ 100,00.

Neoplasia, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), é um tumor que ocorre pelo crescimento anormal do número de células. Esse crescimento celular foge do controle do organismo e pode ser capaz de desencadear consequências graves.

Para realizá-lo, o paciente recebe, por via venosa, uma substância que emite baixas doses de radiação a base de glicose. Com isso, o médico consegue observar o consumo da glicose em cada parte do corpo e localizar possíveis problemas. O procedimento não é invasivo e é extremamente seguro.

Hoje, tem-se o oncologista ginecológico, que trata tumores do útero, ovário e colo de útero; o oncologista pediátrico, que trata o câncer em crianças, como tumores cerebrais, leucemia, osteossarcoma e sarcoma de Ewing; hematologistas, responsáveis pelo diagnóstico e tratamento do câncer do sangue, como leucemias, ...

O termo oncologia é comum a todas as pessoas ligadas ao câncer de alguma forma, sejam profissionais da saúde, pacientes ou familiares. Mas você sabe o que é oncologia exatamente? A oncologia é uma ciência médica que estuda o câncer e os tumores que podem ser desenvolvidos no organismo.

Demonstrar empatia – às vezes, um simples reconhecimento da situação ajuda bastante, então uma boa maneira é falar que lamenta pelo que a pessoa está passando. Ser solidário – basta pensar no que a pessoa pode precisar e oferecer ajudas específicas, como carona para o tratamento e fazer as compras para a casa dela.

Portanto, foi possível concluir que existe um período ideal para a realização da cirurgia complementar à quimioterapia neoadjuvante. O estudo mostrou que ela deve ser realizada entre quatro e oito semanas após a quimioterapia.

· Dificuldade para respirar ou sensação constante de faltar ar, quando a metástase acontece nos pulmões; · Inchaço abdominal e olhos e pele amarelados, quando atinge o fígado; · Dor de cabeça de forma intensa e constante, tonturas ou convulsões frequentes, quando a metástase ocorre no cérebro.