Qual é a função do oncologista?

Perguntado por: lmachado . Última atualização: 27 de maio de 2023
4.1 / 5 14 votos

É também conhecido como neoplasia. O oncologista é o médico clínico especializado no tratamento do câncer, é aquele profissional que se ocupa da abordagem geral, do cuidado do paciente e especificamente da prescrição de tratamentos sistêmicos como quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica.

Os tipos de câncer mais comuns são:

  • pulmão (2,09 milhões de casos)
  • mama (2,09 milhões de casos)
  • colorretal (1,8 milhão de casos)
  • próstata (1,28 milhão de casos)
  • câncer de pele não-melanoma (1,04 milhão de casos)
  • estômago (1,03 milhão de casos)
  • Exames de sangue, dependendo da neoplasia;
  • Biópsias;
  • Mamografias;
  • Radiografia;
  • Ressonância magnética;
  • Tomografia computadorizada;
  • Ultrassonografia, dentre outros.

Nessa primeira consulta, o médico também falará do apoio e do acolhimento que o paciente terá em todas as fases do tratamento. Por isso, primeiro procure saber as credenciais do médico que será consultado. Lembre-se, que além de precisar combater a doença, é preciso cuidar do paciente, com o atendimento humanizado.

Não existe nenhum exame de sangue para detectar câncer no corpo inteiro. O que existe, além do hemograma completo, são exames de sangue específicos, que ajudam no rastreamento de determinados tipos de neoplasias. É o caso de uma série de marcadores tumorais circulantes.

O valor da consulta é de R$ 100,00.

Portanto, quanto aos profissionais médicos, eles são: o cirurgião de cabeça e pescoço ou o cirurgião oncológico, o radioterapeuta, e o oncologista clínico. Não custa lembrar que os termos 'cancerologia' e 'oncologia', assim como as derivações 'cancerologista' e 'oncologista' significam a mesma coisa.

De acordo com França, o câncer de pâncreas é um tumor que cresce rapidamente e de forma silenciosa, dificultando sua detecção e as chances de cura. Sem tratamento, ele tende a se espalhar por outras partes do corpo, causando a chamada metástase.

Câncer de pâncreas, de vesícula biliar, de esôfago, de fígado, de pulmão e de cérebro são os mais letais — ou seja, poucas pessoas sobrevivem cinco anos após o diagnóstico do tumor maligno.

Os sete mais incidentes, na atualidade, são:

  • Câncer de Laringe. Esse tipo da doença, incluindo a supraglote, glote e subglote, é mais comum em homens a partir de 40 anos. ...
  • Câncer da cavidade oral. ...
  • Orofaringe. ...
  • Câncer de tireóide. ...
  • Câncer de pele. ...
  • Tumores oculares. ...
  • Tumores intracranianos.

· Dificuldade para respirar ou sensação constante de faltar ar, quando a metástase acontece nos pulmões; · Inchaço abdominal e olhos e pele amarelados, quando atinge o fígado; · Dor de cabeça de forma intensa e constante, tonturas ou convulsões frequentes, quando a metástase ocorre no cérebro.

Cansaço inexplicável e perda de energia. Hematomas frequentes. Sangramento anormal. Dor contínua.

Por isso, para diagnosticar um câncer, são necessários além dos exames de sangue, de imagem, biópsias, testes genéticos, exames endoscópicos e/ou, até mesmo, cirurgias.

Como é a rotina de um oncologista? O oncologista possui uma rotina de proximidade com pacientes de diferentes faixas etárias e de certa forma acompanha todas as etapas que fazem parte do processo da especialidade, que vão desde o diagnóstico até o tratamento do câncer.

Ressonância magnética
Exame de imagem usado para detectar câncer em várias partes do corpo, incluindo o cérebro, a medula espinhal e os ossos. Durante o exame, um campo magnético é usado para criar imagens precisas.

Sinais de alerta são a quantidade de glóbulos vermelhos e o tamanho das hemácias e leucócitos, o que pode indicar células atípicas e imaturas circulando no sangue; AFP, que detecta a alfafetoproteína (AFP) e pode indicar a presença tumores no estômago, intestino, ovários ou de metástases no fígado.

Um nível de TSH elevado indica que a tireoide não está produzindo hormônios suficientes. Essa informação pode ser usada para decidir quais exames de imagem devem ser solicitados para uma avaliação inicial de um nódulo de tireoide. No entanto, o nível de TSH é geralmente normal no câncer de tireoide.

Assim, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde e de legislação específica, as unidades de saúde habilitadas na rede de Alta Complexidade em Oncologia do SUS devem fornecer todo tratamento oncológico, inclusive medicamentoso, prescrito pelo seu profissional.

Os usuários do SUS que necessitam de investigação ou tratamento do câncer devem procurar a UBS mais próxima de sua residência, para que sejam inseridos no sistema.

Nesses casos, a pessoa pode recorrer à Secretaria de Saúde do seu município ou até mesmo à Justiça.

Biópsia para confirmar o diagnóstico e o tecido primário é quase sempre necessária quando há suspeita de câncer. A escolha do local da biópsia é normalmente determinada pela facilidade de acesso e grau de invasividade. Se houver linfadenopatia, biópsia com agulha fina ou de núcleo pode revelar o tipo de câncer.