Qual é o papel do professor de Educação Especial?

Perguntado por: lbarreto . Última atualização: 27 de maio de 2023
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Nesse contexto, os professores, em especial, têm um papel central. Afinal, cabe a eles ter conhecimento das dificuldades de seus alunos, bem como de suas características próprias. A partir disso, é possível propor atividades mais inclusivas, garantindo metodologias de ensino realmente eficazes.

Os requisitos básicos para ser um professor de educação especial são:

  1. Ter boa comunicação, sobretudo com crianças;
  2. Ser paciente e empático;
  3. Contar com muita criatividade, porém, também ter responsabilidade;
  4. Ser flexível e dinâmico.

Quem se dedica ao campo da educação especial e inclusiva geralmente atua na docência, dedicando-se à educação de pessoas com deficiência ou à preparação de professores para lidar com as necessidades dos alunos. Como explicado anteriormente, existe falta de profissionais capacitados para atuar nessa área.

O professor deve organizar os grupos para evitar que eles tenham sempre a mesma formação e com isso estimulará os alunos a interagirem com todos os colegas. Os alunos com deficiência devem fazer parte do grupo, e o professor deve estimular os colegas a terem para com eles atitudes respeitosas e colaborativas.

Portanto, o professor tem o papel de auxiliar o estudante com necessidades educacionais especiais para que ele avance tanto intelectualmente quanto socialmente. Dessa forma, esse aluno pode superar as expectativas e barreiras que lhe são criadas, podendo usufruir de seus direitos.

R$ 2.597,00

No cargo de Professora de Educação Especial se inicia ganhando R$ 1.697,00 de salário e pode vir a ganhar até R$ 3.758,00. A média salarial para Professora de Educação Especial no Brasil é de R$ 2.597,00. A formação mais comum é de Graduação em Pedagogia.

DECRETO Nº 11.370, DE 1º DE JANEIRO DE 2023
Revoga o Decreto nº 10.502, de 30 de setembro de 2020, que institui a Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida.

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou nesta quarta-feira (11) projeto que determina o máximo de três alunos com deficiência a serem atendidos pelo profissional de apoio escolar.

a) Orientar a aprendizagem do aluno; b) Participar no processo de planejamento das atividades da escola; c) Contribuir para aprimorar a qualidade do ensino. d) Deveres e responsabilidades elencados no art. 120, da Lei 6.672/74.

O primeiro passo para oferecer aulas inclusivas, sem dúvida, é entender que todo ser humano é diferente. Ou seja, todos têm limitações e aptidões a serem trabalhadas ao longo de toda a jornada acadêmica. Nesse sentido, entender o perfil do estudante com deficiência é essencial. Quais são as limitações?

A aceitação ou consideração positiva incondicional do professor em relação ao aluno consiste numa postura de aceitação irrestrita e de respeito à pessoa do aluno, no sentido de acolher a sua alteridade, respeitando-o em sua singularidade, pois digno de confiança.

Professor inclusivo é aquele que prepara a sala de aula para alunos especiais, oferecendo espaço para locomoção, integrando o aluno ao convívio e relacionamento com outros alunos que não possuam deficiência e que vencem os próprios preconceitos na busca de um mundo mais igualitário.

O profissional de apoio após orientação e entrega de material pedagógico, por parte do (a) professor (a) pedagogo(a), deve auxiliar o estudante no cumprimento de atividades na sala de aula.

O professor regente tem papel essencial na inclusão do aluno com deficiência, uma das atribuições que o professor regente precisa ter para ser inclusivo é ter conhecimento sobre a deficiência do seu aluno, aceitar que esse aluno tem limitações, mas que ele precisa ser estimulado a superar ou aprender a lidar com suas ...

24 horas

2 DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA SEMANAL 2.1 A carga horária semanal do Professor de AEE, em um cargo, é de 24 horas, sendo 16 horas para atendimento direto aos estudantes que foram indicados, pela SRE, no SIMADE e 08 horas de atividades extraclasse.

22 - Nas classes especiais e nas escolas especiais, as turmas devem contar com, no máximo, 10 (dez) alunos. As mantenedoras devem planejar de modo a prever o número suficiente de vagas para atender à demanda.

De acordo com a proposta, cada sala de aula poderá receber até 20 matrículas, desde que tenha apenas um único aluno com deficiência. Caso haja dois ou três, o número de matrículas será limitado a 15, com a possibilidade de receber um professor auxiliar.

Em geral, ele atua como professor em escolas públicas e privadas e escolas de Educação Especial.

600 horas

Art. 3º - Os Cursos de Especialização em Educação Especial, de que trata esta Deliberação, terão carga horária mínima de 600 horas, das quais 500h dedicadas a atividades teóricas e/ou teórico-práticas presenciais e 100h a estágio supervisionado.

O Atendimento Educacional Especial deve atender alunos com surdez, deficiência física, intelectual, cegueira, baixa visão, surdo cegueira, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação.