Qual era a religião dos assírios?

Perguntado por: itrindade . Última atualização: 24 de maio de 2023
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De idioma semita, os assírios eram politeístas e acreditavam em deuses que simbolizavam o Sol e os planetas. Por conta da religião, demonstravam conhecimento na astronomia. Na base religiosa, o deus Sol era representado como um soberano déspota e com uma vida farta.

Segundo a mitologia bíblica, os assírios seriam descendentes de Assur, o segundo filho de Sem e neto de Noé. A origem dos assírios resulta da mestiçagem entre as tribos de semitas chegadas da Samaria (região da Palestina) e os povos do norte do rio Tigre, por volta de 1 000 a.C..

Os assírios foram um povo mesopotâmico que formou o maior império na região a partir da organização e violência de seus exércitos profissionalizados. Os assírios foram um dos povos que habitaram a Mesopotâmia e, assim como os acádios e os caldeus, conseguiram construir um grande império centralizado na região.

O império assírio se tornou uma grande ameaça para os israelitas, que sofreram muitos ataques. A força do império assírio estava no seu exército organizado e tecnologicamente avançado. Eles também usavam o terror para intimidar os inimigos, se tornando famosos por sua brutalidade contra quem derrotavam.

O Reino de Israel foi destruído pelos Assírios (722 AC) e o seu povo foi levado ao exílio e ao esquecimento. Mais de cem anos depois, a Babilónia conquistou o Reino de Judá, exilando a maioria dos seus habitantes e destruindo Jerusalém e o Templo (586 AC).

Além de serem reconhecidos por seu forte exército, os assírios também se destacaram na arte e na arquitetura. Ergueram grandes templos e prédios e luxuosos com tijolos vitrificados policromáticos, tendência da época. Na religião, os assírios adotaram o mesmo modelo da Babilônia.

As origens dos assírios remontam aos semitas que viviam na região do Cáucaso e que desenvolveram sua civilização na Alta Mesopotâmia. As origens dos povos assírios estão associadas aos povos semitas que viviam na região do Cáucaso e que migraram para o planalto de Assur, na Alta Mesopotâmia.

Entre as principais características dos assírios estava o fato de serem essencialmente uma civilização de guerreiros, isto é, uma sociedade militarizada, a começar pela estirpe real.

A Assíria corresponde em parte ao que hoje é a Síria e o Iraque. A Fenícia está no Líbano. Judeia e Samaria são Israel e Palestina. O Egito é o Egito, óbvio.

Não por acaso, em 612 a.C., os caldeus e medos conseguiram derrotar as forças do império assírio. Sob essas novas condições, aconteceu o processo de consolidação do chamado Segundo Império Babilônico, que se estende de 612 a 539 a.C..

O rei assírio na ocasião era Assur-Ubalit e logo ele começou a se impor como um dos grandes reis da Mesopotâmia. Ele estabeleceu contatos com os egípcios, estreitando laços com esse povo, e a cidade de Assur passou a rivalizar com a Babilônia. A expansão do Império Assírio, no entanto, foi marcada por avanços e recuos.

Os assírios eram povos semitas que viviam ao norte da Mesopotâmia na região dos rios Tigre e Eufrates. O império assírio foi formado após a queda do império acadiano. Ficaram conhecidos por integrarem uma sociedade guerreira, cruel e implacável.

Esses, que falam aramaico, são considerados os descendentes dos assírios, daí o nome de comunidades "assírias". Estes cristãos assírios podem ser uniatas (ligados ao Vaticano) ou não, segundo Odon Vallet, especialista francês das religiões.

Os assírios desenvolveram ótimas armas de cerco e fizeram uso do ferro, o que era um diferencial naquela época. Os historiadores afirmam que eles conseguiram articular com habilidade o uso de soldados de infantaria, apoiados pela cavalaria e por arqueiros.

Era um deus venerado pelos filisteus (ou povo de Canaã) com o nome de Dagon ou Dagantakala.

36 Então Senaqueribe, rei da Assíria, partiu, e se foi, e voltou, e ficou em Nínive. 37 E sucedeu que, estando ele prostrado na casa de Nisroque, seu deus, Adrameleque e Sarezer, seus filhos, o feriram à espada; porém eles escaparam para a terra de Ararate; e Esar-Hadom, seu filho, reinou em seu lugar.

A Nínive histórica é mencionada por volta do século XVIII a.C. como um centro de adoração a Ishtar, cujo culto foi responsável pela antiga importância da cidade.

Nabucodonosor II

Nabucodonosor II, rei da Babilônia que libertou o reino da Assíria e destruiu Nínive. Conquistou Israel, tomou Jerusalém, e levou judeus cativos para serem escravizados. Reconstruiu e adornou o país com canais, aquedutos e reservatórios.

O livro de Naum contém a profecia de que Nínive, capital da Assíria, seria destruída por causa da iniquidade de seu povo.

Inclusive, com o reinado do rei Senaqueribe, Nínive foi feita capital da Assíria. Além disso, o livro do profeta Jonas também destaca a grandeza daquele lugar, e registra o quão numerosos eram os ninivitas (Jonas 1:2).