Qual grau de Glasgow?

Perguntado por: amodesto . Última atualização: 20 de maio de 2023
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De acordo com o Ministério da Saúde, há uma escala de pontuações que avalia o nível de consciência dos pacientes: Abertura ocular: espontânea (4); à voz (3); à dor (2); nenhuma (1). Resposta verbal: orientada (5); confusa (4); palavras inapropriadas (3); palavras incompreensíveis (2); nenhuma (1).

Entre 9 e 12, é moderado, mas se o resultado pertencer ao intervalo entre 3 e 8, o trauma é grave.

Para cada um desses parâmetros é atribuída uma pontuação de 3 a 15. Perto de 15, o nível de consciência é normal. Os casos de coma estão nas pontuações inferiores a 8.

“Quem está em coma Glasgow 3, tem um coma que não responde a nenhum estímulo. O estágio mais profundo do coma, normalmente implica lesão neurológica muito grave”, explicou.

A classificação varia de 3 a 15 pontos, a pontuação mínima (3 pontos) é dada quando o paciente não responde a nenhum estímulo (coma profundo), e a máxima (15 pontos), em pacientes que não apresentam alteração alguma em seu estado de consciência.

Pontuação = ou < 8: Considerado um caso crítico nas alterações dos níveis de consciência. Indicada a intubação orotraqueal para proteção da via aérea. – Pontuação = ou > 9: Não há necessidade de proteção da via aérea, porém é necessária avaliação seriada para acompanhamento da evolução do paciente .

Níveis de coma
A pontuação vai de 3 a 15 e, quanto menor o grau, mais profundo é o rebaixamento de consciência do paciente, sendo 15 o valor normal para um paciente alerta, falando, responsivo e não confuso.

A classificação que varia de 3 a 8 pontos é considerada grave, tendo a necessidade de intubação imediata; A classificação de 9 a 12 pontos é considerada moderada; A classificação de 13 a 15 é considerada leve.

Uma pontuação de 8 ou menos na ECG configura uma definição geralmente aceita de coma ou lesão cerebral grave. Pacientes com lesão cerebral que tenham uma pontuação ECG de 9 a 12 são categorizados como tendo “Lesão moderada” e indivíduos com escore ECG de 13 a 15 são designados como tendo “lesão leve”.

É através dessa escala que é possível mensurar o nível de consciência dos pacientes. E a partir desses dados podemos encaminhar o paciente de maneira mais segura. É preciso marcar “NT” na pontuação caso não seja possível obter resposta do paciente por conta de alguma limitação!

Portanto, hoje utilizamos quatro indicadores para avaliar o nível de consciência do paciente:

  • Abertura ocular;
  • Resposta verbal;
  • Melhor resposta motora;
  • Reatividade pupilar.

entre 13 e 15 — comprometimento leve ou inexistente; entre 9 e 12 — comprometimento moderado; entre 3 e 8 — comprometimento grave (indicação de intubação orotraqueal); menor do que 3 — estado de coma (indicação de intubação orotraqueal).

Normalmente a avaliação dos níveis de consciência do paciente é realizada utilizando a Escala de Coma de Glasgow, na qual uma nota é atribuída a cada tipo de resposta. São três a serem analisados, com as respectivas reações e notas: abertura ocular: espontânea (4); ao comando verbal (3); a dor (2); ausente (1);

O que significa “morte encefálica”? Morte encefálica é a definição legal de morte. É a completa e irreversível parada de todas as funções do cérebro. Isto significa que, como resultado de severa agressão ou ferimento grave no cérebro, o sangue que vem do corpo e supre o cérebro é bloqueado e o cérebro morre.

“Então, o paciente não tem percepção do meio ambiente, não tem nível de consciência, não sente dor, não tem percepção sobre si mesmo. Ele tem um quadro de sono profundo e não tem nenhuma percepção”, afirma. O paciente também não sonha.

O coma, também conhecido como estado vegetativo persistente, é um estado profundo de inconsciência. No coma não há respostas intencionais a estímulos internos ou externos, embora possam estar presentes respostas não intencionais a estímulos dolorosos e reflexos do tronco cerebral.

Estado vegetativo é uma condição marcada pela incapacidade de reagir intencionalmente a estímulos ou ao ambiente em redor. Geralmente, o paciente consegue manter ciclos de sono e vigília regulares, abrindo e fechando os olhos, diferentemente do que ocorre no estado de coma.

Grau 3: Sonolência, confusão, déficit neurológico focal leve. Grau 4: Torpor, hemiparesia moderada a severa. Grau 5: Coma, postura de decerebração.