Qual médico retira pólipo?

Perguntado por: lgoncalves . Última atualização: 2 de junho de 2023
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De acordo com uma revisão sistemática, que incluiu mais de 35 mil mulheres, o risco de malignização dos pólipos uterinos é maior para as mulheres após a menopausa e sintomáticas. Desta forma, todos os pólipos devem ser investigados por uma médica ginecologista e após retirados, devem ser enviados para a biópsia.

Cirurgia de pólipo uterino pode ser indicada para casos mais graves ou quando há desejo imediato de uma gestação, mas apenas especialista pode avaliar particularidades do caso.

Após a retirada dos pólipos intestinais é comum o surgimento de pequenas quantidades de sangue nas fezes. No entanto, é importante ficar atento, caso exista sangramento excessivo durante os primeiros 5 dias, recomenda-se ir imediatamente ao pronto-socorro.

Após a cirurgia de pólipo, a mulher normalmente tem alta em no máximo 24h, realizando alguns dias de repouso para cicatrização do útero, segundo orientação médica. Na mesma ocasião da cirurgia de pólipo, é possível encaminhar este tecido para biópsia, avaliando as chances de malignização do tumor.

Na maioria dos casos, os pólipos uterinos são retirados por meio da histeroscopia cirúrgica. A cirurgia é indicada para: mulheres com infertilidade (dificuldade para engravidar) mulheres com sintomas: aumento do fluxo menstrual, cólicas menstruais, etc.

Os pólipos vilosos e túbulo-vilosos são os que têm mais risco de malignização. Mas há outros fatores que também nos ajudam a estimar o risco de câncer: Pólipos maiores que 1 cm são mais perigosos.

Quando um indivíduo tem mais de 4 pólipos ou uma das mais de 1 centímetro de diâmetro ou um pólipo com células anormais (visto no exame microscópico, com sinais de displasia celular), o risco de novos pólipos e câncer forçado a fazer colonoscopias de vigilância, repetidamente, para o diagnóstico precoce.

A única forma de saber se o paciente tem ou não pólipos no intestino é por meio da realização de uma colonoscopia, exame que possibilita enxergar o interior do órgão. Com o endoscópio, é possível remover esse crescimento assim que é identificado, exceto quando o pólipo é grande demais, tornando a remoção arriscada.

Sintomas dos pólipos uterinos
A dor pode ser comparada com a de uma cólica menstrual comum e o nível de dor tende a ser maior de acordo com o tamanho e localização dos pólipos. Outros sintomas são sangramentos após relações sexuais, corrimento com mau odor edificuldade para engravidar.

O procedimento de retirada de pólipos é chamado de polipectomia. Ele é realizado durante um exame de colonoscopia, que, por sua vez, é uma técnica em que uma microcâmera, localizada na ponta de uma sonda, percorre o intestino do paciente e permite que o médico possa visualizar esse órgão por dentro.

O preço da histeroscopia varia, em média, de R$ 300 a R$ 1.000, dependendo da região e do hospital. O procedimento também está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

O procedimento cirúrgico para retirada dos pólipos uterinos é simples, dura, em média, uma hora e normalmente a anestesia é geral endovenosa, onde não é necessária intubação, ou por vezes raquianestesia.

Podem ser classificados em pediculados, sésseis ou planos. Quanto ao tamanho, os pólipos são ditos grandes quando tem mais de 20 mm, pequenos quando medem até 10 mm e dimimutos, com até 5 mm. Quando a origem histológica, podem ser epiteliais e não–epiteliais. Não-epiteliais: Lipoma, tumor estromal e o linfoma.

É importante fazer o diagnóstico, pois podemos confundir pólipos com câncer de endométrio, miomas submucosos, restos ovulares, DIU perdido.

1. Retirada de até quatro pólipos. No caso dos pacientes em que houve retirada de até quatro pólipos menores que 10 mm e que são considerados de baixo risco – pergunte ao seu médico o que significa isso –, o acompanhamento deve ser de maneira rotineira, com colonoscopia a cada 10 anos.

A resposta é sim. Não é comum, mas há casos em que, mesmo removido totalmente, o pólipo reapareceu no organismo do paciente. Dr. Anderson informa que também podem surgir novos pólipos em locais diferentes, o que ocorre em cerca de 30% dos indivíduos.

Os resultados de biópsias e citologias podem estar prontos em poucos dias; entretanto, são vários os motivos pelos quais um exame eventualmente pode levar mais tempo para ser concluído.

O procedimento deve ser feito com a paciente anestesiada para evitar qualquer tipo de desconforto. Após a introdução do aparelho, ocorre a infusão de líquido para distender a cavidade e possibilitar uma melhor visualização das estruturas internas.

Após a realização da cirurgia, é normal a manifestação de sintomas como sangramento leve ou manchas avermelhadas e cólicas abdominais. Também pode haver infecções, atualmente pouco comuns a procedimentos cirúrgicos, por se utilizar medidas preventivas, esterilização, além do uso corriqueiro de antibióticos.

A principal preocupação é a transformação maligna, que ocorre em diferentes taxas dependendo do tamanho e tipo do pólipo. O principal sintoma é o sangramento, geralmente oculto e raramente maciço.