Qual o exame que detecta a disfagia?

Perguntado por: amaia . Última atualização: 29 de maio de 2023
4.9 / 5 18 votos

Videodeglutograma avalia problemas no processo de deglutição (Disfagias) O exame de Raio X possibilita diagnosticar a dificuldade que alguns pacientes sentem ao engolir. Dificuldade ou dor para deglutir, sensação de alimento parado na garganta, engasgos frequentes, infecções respiratórias de repetição.

A investigação com exames complementares deve começar com o exame radiológico de faringe e esôfago. A deglutição do contraste radiológico deve ser acompanhada por fluoroscopia para que sejam observadas as alterações anatômicas e de moti- lidade dos órgãos.

Dentre as causas mais comuns da dificuldade para engolir (deglutir), estão a presença de doenças neurológicas, tais como acidente vascular cerebral; traumatismo cranioencefálico; Parkinson; Alzheimer; paralisia cerebral; oncológicas, como câncer de cabeça e pescoço, pulmonares e tumores de sistema nervoso central; ...

Como é feito? O paciente ingere alimentos de diferentes consistências com contraste de sulfato de bário. Com a monitorização de um aparelho de raio-X, realiza-se um vídeo, sendo desta forma possível avaliar toda a função e as estruturas anatômicas envolvidas no processo de deglutição.

No entanto, a causa mais comum da disfagia está relacionada com a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), principalmente quando a DGRE não é tratada corretamente. Nesses casos, a acidez do suco gástrico que retorna ao esôfago pode provocar lesões na mucosa e dificultar as contrações.

A condição costuma acometer crianças e idosos, mas pode se manifestar em qualquer idade. É um problema que requer conscientização e cuidados porque pode afetar a qualidade de vida ou sobrevida do paciente. Ou seja, sem prevenção e tratamento, a disfagia pode ter consequências graves.

Nível 1: Disfagia Grave
Perda ou retenção severa do bolo alimentar em cavidade oral, com impossibilidade de clareamento. – Aspiração silenciosa de duas ou mais consistências, ausência de tosse voluntária, ou incapacidade de alcançar a deglutição.

O tratamento da disfagia vai desde exercício para fortalecimento da musculatura orofacial, modificação nas consistências, volume e temperatura dos alimentos até mesmo cirurgia.

Pacientes com disfagia sempre devem ser submetidos à endoscopia alta, que é extremamente importante para descartar câncer.

A disfagia – ou dificuldade de deglutição – pode ser de dois tipos:

  • Disfagia orofaríngea: uma condição que afeta a cavidade bucal e a faringe, causando dificuldade para engolir;
  • Disfagia esofágica: condição caracterizada pela dificuldade de passagem do alimento depois do processo de deglutição.

Em caso de disfagia para sólidos, ofertar dieta pastosa em todas as preparações. Para facilitar a mastigação e formação do bolo a ser deglutido, ofereça alimentos mais cozidos. Após a alimentação, é importante que a pessoa permaneça, no mínimo, 30 minutos sen- tada para evitar o refluxo.

Pode tratar-se de disfagia, uma condição que pode durar meses ou anos e predispor o paciente a problemas como desnutrição, desidratação, asfixia, pneumonias aspirativas recorrentes e, nos casos mais graves, se não identificados, levar ao óbito.

A deglutição é dividida em 3 fases: oral, faríngea e esofágica. Cada fase deve ser avaliada também isoladamente, com parâmetros específicos. Alguns autores consideram ainda a fase preparatória ou fase pré-oral.

Problemas neurológicos
Problemas neurológicos, como derrames, lesões cerebrais ou doenças neurológicas, como a doença de Parkinson, podem afetar a capacidade de engolir. Esses problemas podem afetar a coordenação dos músculos usados na deglutição.

A dificuldade de deglutir, conhecida como disfagia, é mais comum em idosos e pacientes com doenças neurológicas ou que sofreram trauma. A dificuldade de deglutir alimentos ou líquidos, conhecida como disfagia, é mais comum em idosos e pacientes com doenças neurológicas ou que sofreram algum trauma na boca ou garganta.

Disfagia é o nome dado a uma dificuldade de deglutir ou de engolir, que surge em pacientes mais idosos ou que tenham alguma doença neurológica ou oncológica, podendo, também, acometer crianças, jovens e adultos. Mas, é possível tratar o problema por meio de tratamento fonoaudiológico.

Em grau de disfagia de leve à moderada, os alimentos precisam estar batidos, coados ou peneirados, formando uma preparação homogênea e espessa, como um purê ou mingau. Em geral, há maior aceitação se os alimentos pastosos forem oferecidos separadamente, em vez de misturados juntos.

Podem haver diversas causas para a disfagia: problemas de ordem neurológicas, musculares, psicológicas. Mas ela também pode decorrer do próprio envelhecimento natural. Outros fatores comuns que podem estar associados a causa da disfagia são alguns medicamentos tais como antibióticos e até mesmo anti inflamatórios.