Quando é necessário fazer o contraste na ressonância magnética?

Perguntado por: ealvim . Última atualização: 24 de maio de 2023
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Geralmente, a ressonância com contraste é solicitada quando o diagnóstico é complexo, seja porque a doença encontra-se em estágio inicial ou por estar localizada em áreas que dificultam sua visualização. Entre as doenças mais comuns identificadas pelo exame estão: Tumores; Acidente vascular cerebral (AVC);

O uso do contraste é um dos riscos da ressonância magnética mais significativos, podendo causar efeitos colaterais como náusea, vômito, ardor, urticária e sensação de calor.

Os contrastes são substâncias químicas que têm a função de realçar áreas específicas do corpo, delimitando e diferenciando tecidos normais de lesões ou processos inflamatórios, por exemplo. A diferenciação pode ser obtida por alterações de sinal (Ressonância Magnética) ou por opacificação (Tomografia).

A ressonância magnética é altamente eficiente para diagnosticar esclerose múltipla, tumores no cérebro e na glândula pituitária, infecções no cérebro e nas articulações, infecções na medula espinhal, lesões nos ombros, tendinite, derrame em estágio inicial, ligamentos rompidos no pulso, joelho e tornozelo.

Rins: redução da formação de urina ou insuficiência renal; Cérebro: dor de cabeça, tontura, confusão mental ou convulsão; Pulmões: falta de ar, broncoespasmo ou desencadeamento de crises de asma; Coração: aumento da pressão arterial, arritmias, parada cardíaca.

Quem não pode fazer Ressonância com Contraste Gadolínio

  1. Pacientes que apresentam as características abaixo, o exame não é recomendado ou deve ter acompanhamento médico: Pacientes com disfunção renal grave o transplante hepático. ...
  2. Gravidez e Lactação. ...
  3. Quais os sintomas que o contraste pode causar?

Mesmo sendo bastante seguro, o gadolínio é contraindicado para pacientes com predisposição genética a apresentar hipersensibilidade (alergia), pessoas com asma brônquica (pois pode aumentar o risco de broncoespasmo) e pacientes que já tiveram alergia a contrastes.

Assim como qualquer procedimento médico, existem possíveis efeitos colaterais no contraste para exame que devem ser considerados. Alguns dos efeitos colaterais mais comuns incluem náuseas, vômitos, coceira e urticária.

As mais comuns, classificadas como leves, são sintomas como urticária, náuseas, dor de cabeça ou vômito e ocorrem em poucos pacientes. Reações graves, como edema de glote ou choque anafilático, são raros.

É necessário evitar qualquer tipo de umidade na realização do exame. Por isso, certifique-se que seu cabelo ou alguma parte de seu corpo não estejam úmidos ou molhados. Isto também vale para cremes, hidratantes e produtos semelhantes.

Entretanto, se a ressonância foi feita com uso de contraste, recomenda-se ingerir bastante água após o exame para ajudar a eliminar a substância mais rapidamente. Além disso, se foi utilizado algum sedativo, recomenda-se repouso durante todo o dia e não se deve dirigir nem operar máquinas.

Também não existe um limite para a realização de ressonâncias durante o ano. Porém, ela é indicada apenas para o diagnóstico quando há uma suspeita e não para os checkups, até por se tratar de um exame com um valor um pouco mais alto em comparação a outros. Outra dúvida comum é se o paciente deve levar um acompanhante.

Radiografias, tomografias e exames de ressonância magnética são exemplos de procedimentos radiológicos que podem utilizar meios de contraste. Essas são substâncias químicas capazes de realçar tecidos que, normalmente, não apareceriam com nitidez em uma imagem radiológica.

CAUSAS INFLAMATÓRIAS
Na RM, tipicamente se apresentam como lesões hiperintensas em T2, com realce variável pelo meio de contraste (Figura 1). Os achados podem regredir após o tratamento(6).

Na ressonância, a gliose aparece como pontos ou áreas brancas maiores. Quando há áreas brancas extensas, significa que há confluência dos focos, o que pode gerar uma preocupação médica maior. Além das lesões, a angiopatia também pode estar relacionada com infartos lacunares e microsangramentos.

A ressonância magnética produz imagens que permitem determinar o tamanho e a localização de um tumor bem como a presença de metástases. A ressonância magnética é útil para visualizar o cérebro e a medula espinhal, sendo considerada a melhor técnica para avaliar os tumores nessas áreas.

Sua duração varia entre 20 e 60 minutos, podendo ser mais ou menos, de acordo com a área a ser estudada. Em pacientes claustrofóbicos, com dificuldade para permanecer em locais fechados ou em crianças, que dificilmente ficam paradas, pode ser utilizado um sedativo durante o exame, com orientação médica.