Quando se separa por hífen?

Perguntado por: ezanette . Última atualização: 2 de junho de 2023
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Utiliza-se hífen para separar uma palavra composta sempre que a segunda for um substantivo e quando ambas formarem um único conceito ou significado. O Auxílio-Gás, embora importante, constitui um programa social complementar do governo federal.

O hífen é sinal gráfico ( - ) empregado principalmente para unir elementos de palavras compostas, verbos a pronomes oblíquos, encadeamentos de palavras e para indicar partição de sílabas de um vocábulo. É sempre usado sem espaços antes ou depois.

O último Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa tornou facultativo o uso do hífen quando o prefixo subé seguido de palavras iniciadas por h.

O hífen tem como função unir duas ou mais palavras, enquanto que o travessão separa termos explicativos, como fazem os parênteses. Apesar das diferenças de uso, eles ocasionalmente são confundidos devido à sua similaridade. Os hifens não são separados por espaços, mas os travessões possuem espaços em ambos os lados.

No destaque de alguma parte da frase, o travessão realça uma informação sobre um elemento da frase, principalmente quando aparece no fim da mesma. O travessão também serve para destacar o aposto. Ele está fazendo o possível e o impossível para concretizar seu objetivo — ficar com minha vaga dentro da empresa.

ALÉM, AQUÉM, BEM, EX, SUPER, PÓS, PRÉ, PRÓ, RECÉM, SEM, SOTA, SOTO, VICE e VIZO sempre exigem hífen. Exemplos: Recém-formado / além-túmulo / super-homem / ex-namorado / vice-diretor.

Quando usar hífen?

  1. Usa-se hífen com os prefixos EX, SEM, ALÉM, AQUÉM, RECÉM, PÓS, PRÉ, PRÓ. ...
  2. O hífen é indispensável, também, quando o prefixo termina com a mesma vogal que inicia a palavra. ...
  3. O mesmo vale para os casos em que o prefixo se encerra com a mesma consoante que inicia a palavra.

A febre amarela é uma doença viral transmitida por mosquitos infectados.

Pronto-socorro é uma expressão consagrada pelo uso ou, pelo menos, o VOLP assim a reconhece; por consequência, escreve-se com hífen.

A forma correta é vaivém.
Embora com origem em duas formas verbais, uma do verbo ir e outra do verbo vir, esta palavra constitui um todo e por isso não leva hífen. É uma palavra aguda, ou seja, com acento tónico na última sílaba.

"Autoescola" ou "auto-escola"? Após a reforma ortográfica, o hífen deixou de ser empregado quando o prefixo terminar em vogal diferente da vogal que iniciar o segundo elemento. Logo, o correto é autoescola, sem hífen.

Não se usa hífen em palavras compostas, com elemento de ligação: dia a dia, fim de semana etc. Após os prefixos seguidos de termos iniciados por vogal, “h”, “r” ou “s”: auto-estrada, extra-oficial, semi-selvagem, supra-renal etc.

1. Em palavras compostas por justaposição que formam uma unidade semântica, ou seja, nos termos que se unem para formam um novo significado: tio-avô, porto-alegrense, luso-brasileiro, tenente-coronel, segunda-feira, conta-gotas, guarda-chuva, arco-íris, primeiro-ministro, azul-escuro. 2.

Ficou na dúvida? Como se diz no futebol, a regra é clara: em palavras compostas por justaposição que formam uma unidade semântica, ou seja, em termos que se unem dando origem a um novo significado, o uso do hífen é obrigatório. Dessa forma, GUARDA-CHUVA, com hífen, é a grafia correta.

O travessão é um sinal de pontuação cuja finalidade é indicar o discurso direto ou enfatizar (destacar) trechos de textos.

Travessão: Ctrl + Alt + “-” (sinal de menos no teclado numérico).

A meia-risca, um pouco maior, serve para unir os valores de uma série (A–Z, 1–10). Já o travessão é empregado para indicar o discurso direto (a fala de um personagem) ou em orações intercaladas, no lugar de vírgulas ou parênteses. Dependendo do padrão editorial, a meia-risca pode ser usada como travessão.