Quantas e quais são as placas tectônicas?

Perguntado por: lmoraes . Última atualização: 29 de maio de 2023
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As placas tectônicas podem ser de três tipos: Placas oceânicas: tipos encontrados no assoalho oceânico. Placas continentais: tipos encontrados sob os continentes. Placas oceânicas e continentais: tipos encontrados tanto sob os continentes como também no assoalho oceânico.

Veja algumas delas: Placa Adriática, Placa da Anatólia, Placa Arábica, Placa Caribeana, Placa da Carolina, Placa de Cocos, Placa Leste-Americana, Placa Helénica, Placa Indiana, Placa Indo-Australiana, Placa Iraniana, Placa das Filipinas, Placa da Somália, Placa de Scotia, Placa de Sunda e Placa de Tonga.

placa sul-americana

O País está assentado na parte continental da placa sul-americana, que sustenta toda a América do Sul e parte do Oceano Atlântico.

Tipos de placas tectônicas
As placas tectônicas podem ser de três tipos: Placas oceânicas: tipos encontrados no assoalho oceânico. Placas continentais: tipos encontrados sob os continentes. Placas oceânicas e continentais: tipos encontrados tanto sob os continentes como também no assoalho oceânico.

Os tipos de placas de trânsito

  • placas de regulamentação: cor vermelha;
  • placas de advertência: cor amarela;
  • placas de indicação: cores verde, azul, branca, alaranjada e marrom.

Resposta: O Brasil está localizado no centro da Placa Sul-Americana, que possui uma extensão de 43,6 milhões de quilômetros quadrados e, aproximadamente, 200 quilômetros de espessura. Essa placa tectônica se desloca para oeste, se afastando da Dorsal Mesoatlântica e se aproximando das Placas de Nazca e do pacífico.

Placa do Pacífico

Placa do Pacífico – É a maior placa oceânica, presente na maior parte do oceano Pacífico e apresentando uma extensão de 70 milhões de quilômetros quadrados. Forma uma zona de convergência com a placa Norte-Americana, responsável pela falha de San Andreas.

As placas secundárias são a de Cocos, a das Caraíbas, a de Nazca, a Filipina, a Arábica, de Anatólia, a de Escócia e a Juan de Fuca. As demais são classificadas como microplacas. As fronteiras entre as grandes placas e as placas secundárias marcam os pontos de maior risco de terremotos no planeta.

A falha de San Andreas é uma falha geológica provocada por meio da intensa atividade sísmica entre as placas tectônicas Norte-Americana e Pacífico. Ela está situada na costa oeste dos Estados Unidos, mais precisamente no estado estadunidense da Califórnia.

Quando duas placas se chocam ou se raspam, elas geram um acúmulo de pressão que provoca um movimento brusco. Há três tipos de movimentos: convergente (quando duas se chocam), divergente (quando se movimentam em direções contrárias) e transformante (separa placas que estão se deslocando lateralmente).

O tectonismo – também conhecido como o movimento das placas tectônicas – exerce transformações que podem ser diretamente percebidas pelas pessoas na superfície terrestre, tais como os terremotos, a movimentação dos continentes, a formação dos vulcões e também o surgimento das montanhas.

Existem três tipos de convergência entre as placas tectônicas: continental-continental, oceânica-oceânica e oceânica-continental.

A movimentação natural dessas duas placas e o atrito que ocorre entre elas geraram a Falha de San Andreas ao longo de milhares de anos. No local, as placas tectônicas se deslocam tangencialmente e quando ocorre esse movimento, a região é atingida por um terremoto.

Oceano Pacífico

O Anel de Fogo do Pacífico – também chamado de Círculo de Fogo do Pacífico ou, simplesmente, de Anel de Fogo – é uma área com elevada instabilidade geológica localizada no Oceano Pacífico, abrangendo o Oeste das Américas e o Leste da Ásia e da Oceania.

O movimento das placas tectônicas é resultante de correntes de convecção de uma massa pastosa localizada logo abaixo da litosfera, chamada de magma. Existem sete grandes placas complementadas por outras placas menores: Placa Africana. Placa da Antártida.

De acordo com especialistas da área, no entanto, a ocorrência não é motivo para pânico e os terremotos em solo brasileiro são mais comuns do que se pensa. Em agosto de 2020, por exemplo, um terremoto de magnitude 4,6 registrado na cidade de Matuípe, na Bahia, também gerou estranhamento entre os brasileiros.