Quanto a proteção tem crase?

Perguntado por: mmota . Última atualização: 25 de maio de 2023
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“proteção” exige a preposição “a”, e, ainda, “floresta” admite o artigo feminino “a”.

A crase é obrigatória porque o verbo atender, na acepção em que surge na frase apresentada pelo consulente, rege a preposição a. Quer o vocábulo esteja no singular (a) quer no plural (as), temos de fazer sempre a contracção. Assim: «atendemos à necessidade»/«atendemos às necessidades».

Crase é a contração da preposição a com outro a, que pode ser artigo definido, pronome demonstrativo ou o a inicial dos pronomes aquela, aquele, aquilo. É indicada pelo acento grave. Como regra geral, só se usa crase antes de palavras femininas. A exceção são os pronomes demonstrativos aquele e aquilo.

5 dicas simples sobre o uso da crase

  1. Apenas antes de palavras femininas. ...
  2. Em expressões que indiquem hora. ...
  3. Antes de locuções adverbiais femininas que expressam ideia de tempo, lugar e modo. ...
  4. Não ocorre antes de palavra masculina (na maioria das vezes) ...
  5. Casos em que a crase é opcional.

Simplificando: fique atento para o fato de que o “eu” só será usado se ele for praticar uma ação. Além disso, é importante lembrar que “eu” é usado em frases afirmativas, enquanto “mim” é usado em frases negativas ou após preposições (como em “para mim”, “comigo”, “de mim” etc.).

É obrigatório o emprego da crase em locuções prepositivas como, por exemplo, “à saúde”. É obrigatório o emprego da crase em algumas locuções conjuntivas como, por exemplo, “à saúde”.

NÃO USAMOS A CRASE:
Antes de pronomes indefinidos que não admitem artigo (seguidos ou não de “s”): alguém, alguma, nenhuma, cada, certa, determinada, pouca, quanta, tal, tamanha, tanta, toda, ninguém, muita, outra, tudo, qual, qualquer, quaisquer.

A crase não deve ser empregada junto a verbos. O fenômeno da crase existe quando há uma fusão (ou contração) entre a preposição "a" e o artigo definido feminino "a". Logo, se a palavra seguinte à preposição "a" for um verbo, o acento grave indicativo da crase não é admitido.

Quando não pode ser nunca pronome relativo, mas pode, sim, ser advérbio relativo e interrogativo. Quanto é que, além de também ser adv. rel. e int.

Aqui, o acento grave indicativo de crase facultativa acontece quando a preposição “a” também é facultativa. “Chegarei em casa até as 20h” ou “Chegarei em casa até às 20h. “Caminhamos até a praça” ou “Caminhamos até à praça.” “Vou levar até as últimas consequências” ou “Vou levar até às últimas consequências.”

Nunca se deve usar a crase entre datas. Observe: As inscrições estarão abertas de 21/07 a 30/8. Sobre emprego da crase em numerais é isso.

O "tem" é uma forma verbal da terceira pessoa do singular do presente do indicativo do verbo "ter" (ele/ela tem). Por outro lado, “têm”, com acento circunflexo, aparece na terceira pessoa do plural (eles/elas têm). "Tem" é conjugado no singular, enquanto "têm" no plural.

Referente à é o correto. Se a palavra seguinte for masculina ficará referente AO, isso comprova que ocorre crase se a palavra for feminina. Se o caso for "referente a valores e prazos" (no que se refere a valores e prazos), não se usa crase.

Em gramática, basicamente a crase se refere à fusão da preposição a com o artigo feminino a: Vou à escola. O verbo ir rege a preposição a, que se funde com o artigo exigido pelo substantivo feminino escola: Vou à (a+a) escola. A ocorrência de crase é marcada com o acento grave (`).

Assiste-se “a” alguma coisa. Já a palavra “luta” é antecedida do artigo “a”. Assistir a + a luta = assistir à luta. Verbo ir: vai-se “a” algum lugar.

De acordo com a Gramática da Língua Portuguesa, devemos utilizar o acento grave (crase) como indicativo de horas. Veja os exemplos: Retornaremos às 14h. Às sete horas inicia o meu plantão.

2ª Dúvida: Existe crase antes de pronomes pessoais? Atenção: Antes dos pronomes pessoais, como eu, tu, ele, ela, nós, vós, mim (pronome pessoal oblíquo) etc., não ocorre crase, já que não são antecedidos de artigos. Nessas situações haverá apenas a preposição “a”.

A sequência em quanto, escrita de forma separada, interroga ou verifica, principalmente, a quantidade e o preço de alguma coisa: Em quanto tempo? Em quantos dias?

“Para eu” ou “para mim”: qual a forma correta? Tanto a expressão “para eu” quanto a expressão “para mim” são corretas. Ambas são formas que existem na língua portuguesa, mas que são usadas em ocasiões diferentes de acordo com a construção do enunciado.