Quanto custa uma gestante pelo SUS?

Perguntado por: lsiqueira . Última atualização: 24 de maio de 2023
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Quanto custa um parto pelo SUS? Se você optar pela rede pública de saúde, não precisará pagar nada. Isso ocorre porque o governo cobre todos os custos da maternidade no plano de parto SUS. Portanto, tanto o parto cesárea quanto o parto normal não têm custos.

O PL 408/2022, de autoria do vereador Igor Franco (SDD), garante à gestante – usuária do Sistema Único de Saúde (SUS) – o direito de optar entre parto normal ou cirurgia cesariana, a partir da primeira consulta de pré-natal.

Considerando uma pesquisa de preços na região da capital de São Paulo, o valor médio de um parto cesárea no médico particular é em torno de R$ 6.000 (preço com referência de março de 2020).

Para ter direito ao kit enxoval, as gestantes precisam estar cadastradas no Cadastro Único programa do Governo Federal, listadas no CRAS e apresentar toda documentação pessoal – última ultrassonografia da gestante, cartão do SUS e devendo atender aos critérios de vulnerabilidade social.

O Bolsa Maternidade é concedido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), após cadastro prévio e análise das unidades socioassistenciais. As mães podem fazer a inscrição para receber a bolsa no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo da residência ou pelo site da Sedes.

A maternidade do Hospital Santa Marcelina, em Itaquera, foi escolhida como melhor unidade pública do Estado de São Paulo, segundo pesquisa feita pelo SUS.

A cesárea teve custo mediano de R$ 7.805,24 [IIQ 5.408 – 12.153]. Esse custo foi 14,7% maior que o parto normal que teve mediana de custo de R$ 6.807,03 [IIQ 4.661 - 11.476].

O Projeto de Lei 768/21 garante à gestante atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) o direito de optar pelo parto por cesariana e, em caso de parto normal, de receber anestesia caso não haja impedimentos médicos.

Sim. Você tem direito porque isso é uma lei federal, é uma lei que vale em todo o território nacional, e ela existe há muitos anos. Onde você tem direito a ter um acompanhante, no pré-parto, no parto e no pós-parto imediato.

Geralmente, a alta hospitalar ocorre após 48 horas, tanto para parto normal quanto cesariana, de acordo com a avaliação médica. A atividade sexual é recomendada após 40 dias depois do parto, respeitando o conforto e desejo da puérpera.

Pode-se estimar um custo entre R$ 800 e R$ 1,2 mil para, no mínimo, três encontros antes do parto, assistência no parto e duas visitas depois do nascimento. Hospitais não cobram valor extra pela presença da assistência humanizada. Os valores giram em torno de R$ 5 mil e R$ 6,5 mil.

Uma nova lei sancionada no último dia 15 estabelece que as grávidas na rede pública de saúde deverão ter acesso a pelo menos dois ultrassons transvaginais nos primeiros quatro meses de gestação e a um ecocardiograma fetal – um exame que avalia o coração do bebê – como parte dos exames pré-natais.

Constam no kit natalidade, Absorvente (2 pacotes), absorvente para seios (24 unidades), algodão em bolas, babador (2), bolsa, conjunto body manga longa + calça (2), cueiro flanelado (2), escova e pente para cabelo, fraldas descartáveis (2), hidratante, lenços umedecidos, macacão longo (2), mamadeira, manta/cobertor, ...

A bolsa – entregue na própria maternidade, junto ao banco de leite, onde é feito o parto – é composta por body fechado, cobertos, cueiro, culote, macacão longo, macacão curto, meia, toalha, casaco com capuz, fralda descartável, lenço umedecido e pomada anti-assadura.

Sim, mulheres que nunca trabalharam formalmente têm direito ao auxílio maternidade, desde que tenham contribuído individualmente para o INSS. Nesse caso, a mulher deve comprovar a carência do INSS de 10 meses de contribuições como contribuinte individual, facultativa ou segurada especial (rural).

Para receber o benefício, que faz parte do programa de transferência de renda do Governo Federal, a família deve estar inscrita no CadÚnico. O cadastro é feito em um posto de atendimento da assistência social do seu município e é realizado prioritariamente no nome das mulheres chefes de família.

Para as famílias que têm até quatro integrantes, o valor mínimo de R$ 600 será garantido; Continuará a ser pago R$ 150 por criança entre 0 e 7 anos incompletos; Começou a ser pago também R$ 50 adicionais a dependentes de 7 a 18 anos incompletos e para gestantes.

O tempo de liberação para a alta não mudou e segue alguns protocolos específicos, sendo de 24 horas a 48 horas para parto normal e de 48 horas a 72 horas para cesariana. Assegurado por lei, o direito à acompanhante continua valendo. No entanto, é necessário levar em conta alguns fatores relacionados ao coronavírus.