Quantos tipos de intubação existem?

Perguntado por: agarcia . Última atualização: 25 de maio de 2023
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Existem três tipos de vias aéreas definitivas: tubo orotraqueal, tubo nasotraqueal e via aérea cirúrgica (cricotireoidostomia e traqueostomia), e o médico deve estar familiarizado e devidamente capacitado quanto a suas indicações e execuções.

SEQUÊNCIA RÁPIDA DE INTUBAÇÃO (SRI)
Para assegurar uma via aérea em um paciente instável, usa-se a sequência rápida de intubação. Essa consiste em usar um sedativo de ação rápida, analgesia e um agente bloqueador neuromuscular para criar condições que permitam um rápido controle das vias aéreas.

De acordo com o dicionário Michaellis, o correto é entubar. Na área médica, entubar é o ato de colocar uma sonda em uma cavidade do paciente, como a traqueia ou o esôfago, para auxiliar na respiração ou na alimentação direta no estômago. Porém, o termo intubar também existe e é utilizado na medicina.

Deve estar em 98% a saturação. Caso a medida baixar para 80%, o indivíduo pode desmaiar e ficar inconsciente. O pulmão serve para receber o oxigênio e levar à corrente sanguínea, dependendo da gravidade da pessoa, os primeiros equipamentos sejam insuficientes, tem que optar por um processo mais adequado”, detalha.

O tempo médio entre a internação na UTI e a entubação foi de 0,00+1,90. O tempo médio total de internação na UTI foi de 16,09+18,57. O tempo médio de ventilação mecânica, antes da suspensão da sedação, foi de 8,81+7,04.

Já as drogas de indução – Etomidato, Quetamina, Midazolam, Propofol e raramente Tiopental – visam, também, reduzir a resistência das vias aéras. Por fim, as drogas de paralisação, como Succilcolina e Rocurônio, atuam na otimização da intubação orotraqueal e reduzem a chance de hipotensão e aspiração.

O que é via aérea difícil? Via aérea difícil é aquela em que o profissional convencionalmente treinado experimenta dificuldade para intubação ou ventilação. A intubação difícil é quando há mais de 3 tentativas ou que demore mais de 10 minutos para ser realizada.

As indicações para sedação profunda atualmente têm se tornado cada dia mais restritas, e tem sido reservada a pacientes em ventilação mecânica em algumas situações específicas, tratamento crises epilépticas refratárias, e para pacientes em risco ou com hipertensão intracraniana (aumento da pressão dentro do crânio).

Outra maneira de confirmar que o tubo está na posição correta, é através da capnografia, um dispositivo que nos dá a medida do CO2 exalado. A presença de CO2 no gás expirado é o método padrão-ouro para a confirmação do correto posicionamento de um tubo traqueal.

A intubação traqueal, também conhecida como orotraqueal ou endotraqueal (OIT) é um procedimento comumente utilizado em terapia intensiva. Dessa forma, a técnica consiste em inserir um tubo, através da boca ou nariz, com o auxílio do laringoscópio e levá-lo até a traqueia do paciente.

A Lei 12.842/2013, que trata do exercício da Medicina, coloca como atividade privativa do médico a intubação traqueal.

Noventa e sete por cento das intubações, mesmo por períodos muito breves, podem levar de alguma forma a rouquidão. Após serem extubados, muitos pacientes apresentam queixas sobre disfagia, tosse e aspiração . A tosse pode levar a sangramento no local, e aumenta o risco de obstrução e sufocação das vias aéreas.

Para fazer a intubação na paciente , faz com ela já sedada ? Ou ela vê na hora que está sendo entubada? Na grande maioria das vezes, a intubação é realizada após sedação; apenas em alguns casos, como por exemplo em caso de previsão de uma intubação difícil, ela é feita com o paciente acordado, com anestesia local.

A entubação é usada em pacientes em casos graves, seja por Covid-19 ou qualquer outra doença que comprometa os pulmões, fazendo com que o paciente tenha um quadro de insuficiência respiratória, isso quer dizer, quando a pessoa perde a capacidade respirar sozinha ou outras situações em que se precise proteger as vias ...

Entre 95% e 100%, a pessoa está bem. De 90% a 95%, gera preocupação. Abaixo de 90%, alguma medida precisa ser tomada, porque pode levar a uma situação de sofrimento, muitas vezes, irreversível dos órgãos”, aponta o neurocientista.