Quem criou os números?

Perguntado por: onunes . Última atualização: 18 de maio de 2023
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Foi criado pelos hindus e espalhado pelo mundo ocidental pelos árabes. Por isso, ele é chamado indo-arábico. Os hindus desenvolveram um sistema onde cada número era um símbolo e não era preciso escrever um sinal diferente para indicar cada agrupamento de objetos, como tinham feitos os egípcios.

A escrita ainda não tinha sido criada. Para contar, o homem fazia riscos num pedaço de madeira ou em ossos de animais. Um pescador, por exemplo, costumava levar consigo um osso de lobo. A cada peixe que conseguia tirar da água, fazia um risco no osso.

O número surgiu a partir do momento em que existiu a necessidade de contar objetos e coisas e isso aconteceu há mais de 30.000 anos. Os homens nessa época viviam em cavernas e grutas e não existia a ideia de números, mas eles tinham a necessidade de contar.

As primeiras representações numéricas apareceram em razão da necessidade de se fazer a contagem dos animais, por exemplo. Os pastores soltavam seu rebanho pela manhã e contavam esses animais através de pedrinhas que eram colocadas num saco. Para cada animal, usava-se uma pedrinha.

O zero foi o último número natural a ser criado. Sua origem deveu-se não à necessidade de marcar a inexistência de elementos num conjunto, mas uma concepção posicional da numeração.

Concluímos, então, que a resposta à pergunta “Quem inventou o zero?” é a seguinte: os babilónios inventaram o primeiro símbolo do zero, os gregos foram os primeiros a compreender o conceito de zero e os indianos utilizaram o zero pela primeira vez como número de pleno direito.

Matemáticos — profissionais e amadores — do projeto de pesquisa mundial Great Internet Mersenne Prime Search (GIMPS) – descobriram o maior número primo conhecido. Com 24.862.048 dígitos, mais de 1,5 milhão do que o número primo recorde descoberto em 2017, ele pode ser expresso como 282,589,933-1.

Tales de Mileto foi o primeiro matemático.

O surgimento da expressão “número real” se deu com René Descartes (1596-1650) em 1637, quando este rejeitou as raízes de equações expressas por números imaginários e tal expressão ainda é utilizada até hoje.

Os sistemas de numeração
Os primeiros sistemas numéricos da humanidade vieram justamente de duas das primeiras grandes civilizações, a Babilônica e a Egípcia. Mas, ao longo do tempo, diversos outros foram criados por diferentes povos, como veremos a seguir. Vamos ver agora como eram os sistemas babilônico e egípcio.

O conjunto dos números naturais é o conjunto numérico mais simples e é formado pelos números 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 ...

A necessidade de contar
Portanto, cada animal abatido correspondia a um traço. O homem para contar fazia correspondência, ou seja, estabelecia correspondência entre um conjunto de objetos e outro conjunto, dessa forma sabia quantas coisas possuía. Exemplo animais, objetos, quantidade de alimentos, etc.

O googolplex é 10googol. E tem ainda o googolplexian: 10googolplex.

Os primeiros números a surgirem foram os naturais, eles tinham o objetivo de representar quantidades.

O nome Contagem faz referência à contagem das cabeças de gado, de escravos e mercadorias que eram taxadas no posto de fiscalização. Em 30 de agosto de 1911, Contagem foi transformada em município. Com a expansão Industrial no Brasil, a cidade foi escolhida para ser um polo industrial do Estado.

Obviamente, não existe nenhum tal número e então não podemos achar um resultado numérico para 1/ 0. Dizemos que a divisão 1 / 0 é indefinida; ou seja: é impossível escolher ( definir ) um número que possa ser atribuído como valor de 1/0.

Se você fizer essa operação continuamente, verá que pode ser qualquer número que você imaginar, de qualquer natureza, seja positivo, negativo ou o próprio zero.. Ou seja, essa divisão possui infinitos resultados. Portanto não se pode definir um único resultado para .

O quociente será sempre 0, ou seja, sempre igual ao divisor (0) e nunca menor. Portanto é impossível dividir zero por zero.

Pelo que se sabe, o termo “zero” vem do sânscrito (que representava o vazio como shunya), posteriormente traduzido para o árabe como sifr. Depois, ele ingressou nas línguas latinas por meio do italiano, que o chama de “zero” assim como no português.

Assim, os números naturais são um exemplo de um conjunto infinito, ou seja, que não tem fim, não acaba nunca. O símbolo do infinito (um “oito deitado”) representa esta idéia de algo a que nunca se chega.