Quem faz imunoterapia pode trabalhar?

Perguntado por: rboaventura . Última atualização: 27 de maio de 2023
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Quem está fazendo quimioterapia pode trabalhar com praticamente qualquer ramo de atividade, mas, por vezes, pode ser necessário um ajuste de função. Ou seja, o gestor pode mudar o funcionário de função, de acordo com recomendações médicas.

Quais são os efeitos colaterais? A imunoterapia é um tratamento com menor impacto na qualidade de vida do paciente, pois os efeitos colaterais costumam ser menores do que aqueles sentidos durante a quimioterapia convencional. Os mais frequentes são falta de disposição, coceira ou manchas na pele e diarreia.

O tratamento de câncer pode trazer muitos desafios e dúvidas para os pacientes e uma delas, com certeza, é em relação ao trabalho. Pacientes em tratamento de câncer podem continuar trabalhando normalmente? Se ele se sente em boas condições de saúde, a resposta é sim.

A resposta é sim.

Os efeitos benéficos sobre os sintomas podem surgir a partir dos três meses de tratamento, mas o mais habitual é que se notem quando passado mais alguns meses, na fase de manutenção. As vacinas da alergia, ou imunoterapia, são o único tratamento que trata as causas da doença alérgica.

Os pacientes com câncer estão isentos do imposto de renda relativo aos rendimentos de aposentadoria, reforma e pensão, inclusive as complementações. Mesmo os rendimentos de aposentadoria ou pensão recebidos acumuladamente não sofrem tributação, ficando isento o doente de câncer que recebeu os referidos rendimentos.

A lei Federal 9797 de 06 de maio de 1999 constitui o direito à mulher a cirurgia plástica reconstrutiva por meio do SUS. Além desses benefícios, os pacientes com câncer podem exigir agilidade em processos na justiça para concessão de algum direito e também tem prioridade de atendimento em comércios e bancos.

Pacientes oncológicos, via de regra, são compelidos a parar de trabalhar em determinado momento do tratamento. Em alguns casos, a licença do trabalho restringe-se ao período de uma cirurgia e a sua recuperação.

Como qualquer tratamento, as imunoterapias têm seus efeitos colaterais. Elas não causam náuseas, perda de cabelo ou risco de infecções, como as quimioterapias convencionais, mas podem gerar inflamações em partes do corpo como: Intestino, causando diarreia. Pulmões, causando tosse.

Possíveis efeitos colaterais
Os efeitos colaterais desses medicamentos podem incluir fadiga, tosse, náuseas, prurido, erupções cutâneas, perda de apetite, constipação, dores articulares e diarreia. Outros efeitos colaterais mais severos ocorrem menos frequentemente.

A falta de eficácia ocorre se o tumor crescer ou tornar-se mais infiltrativo durante a neo-adjuvância, algumas vezes até impossibilitando a cirurgia. Por fim, a maioria dos pacientes apresenta-se com doença avançada, recidivada (que voltou) ou metastática (espalhada pelo corpo).

Evite alimentos ácidos, condimentados e picantes; Não consuma bebidas alcoólicas, pois podem interferir com a quimioterapia.

A sua vida não precisa mudar e você poderá manter suas atividades de lazer e trabalho. Porém, é possível que você sinta necessidade de repousar nos primeiros dias após o tratamento. Se você sentir que o tratamento está interferindo com o seu trabalho e lazer, converse com o seu médico.

A duração do tratamento da imunoterapia depende da eficácia das drogas no combate contra a doença e da reação de cada paciente ao tratamento. É comum a utilização da imunoterapia por até dois anos. Não existe um período predeterminado.

Uma das vantagens da imunoterapia é não provocar efeitos colaterais na produção de glóbulos brancos e, consequentemente, os pacientes não apresentam queda dos níveis de leucócitos, que são as células que fazem a defesa contra bactérias, por exemplo. Desta forma, o risco de infecção e internação é reduzido.

Geralmente, uma sessão para aplicação do medicamento dura em torno de uma hora, podendo ser repetida entre duas e quatro semanas de intervalo conforme o medicamento escolhido e a indicação. A duração do tratamento depende da eficiência do medicamento no sistema imunológico.