Quem não pode tomar anticonvulsivante?

Perguntado por: omenezes . Última atualização: 3 de junho de 2023
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Pacientes com múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas, aqueles com doença convulsiva grave associada a retardo mental e paciente com doença cerebral orgânica podem apresentar um risco particular.

Todos os anticonvulsivantes podem causar exantema alérgico escarlatiniforme ou morbiliforme. Alguns tipos de crise podem ser agravadas pelos anticonvulsivantes. Por exemplo, a pregabalina e lamotrigina podem agravar convulsões mioclônicas; carbamazepina pode piorar convulsões de ausência, mioclônicas e atônicas.

sonolência, disartria, ataxia, nistagmo, miose, podendo ocorrer em casos graves coma, hipotonia, hiporreflexia, hipotermia e depressão respiratória. Sintomas cardíacos como hipotensão, colapso cardiovascular e parada cardíaca.

Alguns tipos de crise podem ser agravadas pelos anticonvulsivantes. Por exemplo, a pregabalina e lamotrigina podem agravar convulsões mioclônicas; carbamazepina pode piorar convulsões de ausência, mioclônicas e atônicas. Outros efeitos adversos variam de acordo com o fármaco (ver Antiepilépticos específicos ).

Na crise epiléptica existe abalo motor.
A convulsão é apenas um tipo mais intenso de ataque epilético², no qual a pessoa perde os sentidos e se debate, podendo morder a língua e urinar na roupa².

Adotar hábitos mais saudáveis, como a prática de atividade física segura, alimentação saudável, aumento da ingestão de água, aumento das horas de sono e meditação, yoga ou relaxamento, podem ajudar a diminuir o impacto emocional de situações sobre as quais não temos controle.

Após 2 a 3 anos sem crises pode-se considerar interromper o uso de anticonvulsivantes conforme o risco de recorrência de crises. Essa decisão deve ser compartilhada com o paciente, família e neurologista.

Emoções intensas, exercícios vigorosos, determinados ruídos, músicas, odores ou luzes fortes podem funcionar como gatilhos das crises. Convulsão é um distúrbio que se caracteriza pela contratura muscular involuntária de todo o corpo ou de parte dele.

Crises atônicas: Esse tipo de crise provoca a perda de controle muscular, podendo levar à quedas repentinas; Crises tônicas: Causa rigidez muscular e geralmente afetam os músculos dos braços, pernas e costas. Também podem ocasionar quedas; Crises clônicas: São responsáveis por causar movimentos rítmicos ou repetitivos.

Luzes intermitentes podem desencadear crises epilépticas. Da mesma forma, jogos eletrônicos, filmes com muitas cores, animações com muitos frames e iluminações pesadas podem engatilhar convulsões. Novamente, pessoas que utilizam seus remédios de forma correta tendem a ter menos crises.

Existem duas formas de detectar uma convulsão. Em uma delas, é possível ler o sinal cerebral e perceber a assinatura elétrica que ocorre antes de ela acontecer. Outra forma é monitorar as convulsões por um determinado período e identificar um padrão.

A Convulsão tem cura, dependendo da causa. Em alguns casos, o tratamento para convulsão é feito com o uso de medicamentos ou procedimentos cirúrgicos para evitar crises futuras. Aquelas causadas pela ingestão de substâncias melhora somente com a suspensão do uso delas.

Os anticonvulsivantes ou antiepiléticos formam um grupo de remédios voltados principalmente para o tratamento e prevenção de crises convulsivas e epiléticas. Por isso, a categoria também é chamada popularmente de remédio para convulsão. Entretanto, os antiepiléticos extrapolam o que sugere o seu próprio nome.

O portador de epilepsia pode fazer jus à aposentadoria da autarquia previdenciária. O benefício a ser concedido dependerá da análise do caso em concreto, podendo ser até aposentadoria da pessoa com deficiência.

Convulsões mioclônicas (envolvendo movimentos espasmódicos rítmicos dos músculos, não precedidos de enrijecimento dos músculos) Convulsões mioclônicas-tônico-clônicas (envolvendo movimentos espasmódicos dos músculos seguidos por rigidez muscular e espasmos repetidos dos músculos), incluindo epilepsia mioclônica juvenil.

Caso você presencie uma crise convulsiva em público, também é importante ficar atento à duração do episódio; se este durar mais de 5 minutos, encaminhe a pessoa a uma emergência ou chame uma ambulância imediatamente.

Evite baladas ou festas com luzes piscantes. Luzes intermitentes podem desencadear crises epilépticas. Da mesma forma, jogos eletrônicos, filmes com muitas cores, animações com muitos frames e iluminações pesadas podem engatilhar convulsões.

Pessoas com um transtorno convulsivo estão mais propensas a ter uma convulsão quando: Ficam sob excesso de estresse físico ou emocional. Ficam embriagadas ou privadas de sono. Pararam repentinamente de beber ou usar sedativos.

Os exames laboratoriais de sangue devem ser seguidos pelo EEG (eletroencefalograma), que é um exame eletrofisiológico. Portanto, o EEG vai analisar a função elétrica cortical cerebral e poderá detectar e localizar a área com atividade anormal capaz de provocar as crises convulsivas.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (7), projeto que inclui a epilepsia e o lúpus entre as doenças cujos portadores são dispensados de cumprir o prazo de carência para usufruir dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez (PL 7797/10).