Quem renova as hemácias?

Perguntado por: rsiqueira . Última atualização: 30 de maio de 2023
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As hemácias são produzidas na medula óssea e sua produção (eritropoiese) é estimulada pelo hormônio glicoproteico chamado de eritropoetina.

O baço é o maior órgão do sistema linfático. Ele produz linfócitos e substâncias que ajudam na defesa do organismo e na destruição de hemácias velhas. O baço é um órgão que auxilia na defesa do organismo.

Após 120 dias, hemácias velhas são recicladas pelos macrófagos do baço, do fígado, da medula óssea e dos linfonodos (sistema reticuloendotelial). Este artigo vai focar na histologia dos eritrócitos para explicar sua estrutura, função e ciclo de vida.

Nossas células se regeneram por meio de um mecanismo chamado mitose, processo em que uma célula-mãe se divide e dá origem a duas células-filhas com o mesmo material genético. Esse processo, em geral, dura 28 dias.

Resumo sobre as hemácias
Sobrevivem por cerca de 120 dias. Apresentam hemoglobina, uma proteína que garante o transporte de oxigênio e gás carbônico. A taxa de hemácias no sangue varia entre homens e mulheres. As hemácias são produzidas na medula óssea.

O processo de produção de hemácias, denominado eritropoiese, ocorre na medula óssea vermelha e é regulado pela eritropoietina, um hormônio produzido nos rins em indivíduos adultos. A hipóxia (baixa concentração de oxigênio) é uma grande estimuladora da produção desse hormônio.

medula óssea

As hemácias são produzidas na medula óssea e sua produção (eritropoiese) é estimulada pelo hormônio glicoproteico chamado de eritropoetina.

Dentro da medula óssea, todas as células sanguíneas se originam de um mesmo tipo de célula não especializada, denominada célula-tronco. Quando uma célula-tronco se divide, ela se torna primeiro um glóbulo vermelho, glóbulo branco ou célula produtora de plaquetas imatura.

Após o ciclo de vida, a destruição das hemácias acontece no fígado e no baço. Nesses locais, decorre a quebra das moléculas de hemoglobina e a liberação de aminoácidos e de ferro, os quais podem ser utilizados na fabricação de novas células sanguíneas.

Hemólise é o processo no qual ocorre o rompimento da membrana das hemácias e o consequente lançamento no meio de hemoglobina e outras substâncias. A hemólise pode ocorrer no corpo humano ou durante o processamento do sangue.

Hemácias podem ser quebradas quando em contato com soluções hipotônicas, como a água por exemplo. Isso ocorre porque a concentração de soluto da água é menor que da hemácia, assim, a água é arrastada para o interior da hemácia, difundindo-se por todo o seu interior, até rompê-la.

Acontece que o CO apresenta uma afinidade química 250 vezes maior pela hemoglobina que o O2. Assim, a oxigenação das células é comprometida na sua presença. Para piorar, a entrada do CO muda o comportamento da hemoglobina.

A produção de glóbulos vermelhos (eritropoiese) acontece na medula óssea sob o controle do hormônio eritropoetina (EPO).

Algumas causas de aumento da contagem de hemácias (policitemia): Policitemia vera, em que há produção excessiva de células do sangue. Doenças pulmonares. A falta de oxigênio estimula a formação de hemácias.

O epitélio (pele) se regenera rápida e facilmente quando destruído. Células hepáticas (fígado) e tecido ósseo também apresentam alto poder de regeneração. As células do músculo liso são capazes de regenerar em resposta a fatores quimiotáticos (que atraem outras células) e mitogênicos (que promovem mitose).

Enquanto outros animais podem regenerar a maioria de seus órgãos, em humanos, camundongos e outros mamíferos somente o fígado tem essa capacidade frente à uma lesão ou quando um pedaço é removido.

A regeneração se caracteriza pela restituição dos componentes teciduais idênticos àqueles removidos. Esse tipo de reparo só é possível em tecidos em que ainda possuem células com a capacidade de se proliferar ou tenham ainda células tronco.