Quem tem arritmia cardíaca pode tomar sinvastatina?

Perguntado por: ebarros6 . Última atualização: 1 de junho de 2023
4.6 / 5 20 votos

A Food and Drug Administration (FDA) disse que os médicos devem ser cautelosos ao prescrever sinvastatina para pacientes que já tomem amiodarona, um medicamento para arritmia cardíaca. O perigo é maior para pacientes que tomem mais de 20 miligramas por dia dos medicamentos para colesterol, disse a agência.

A sinvastatina reduz os níveis de colesterol no sangue. O colesterol pode causar doença arterial coronariana (DAC) ao estreitar os vasos sanguíneos que transportam oxigênio e nutrientes para o coração. Esse entupimento, ou endurecimento das artérias, é denominado aterosclerose.

Em caso de elevações maiores que 7 vezes em associação com sintomas musculares intoleráveis, a estatina deve ser suspensa durante 4-6 semanas com reavaliação periódica.

Conclusão: A adição da sinvastatina ao tratamento com enalapril melhora parâmetros de função diastólica em pacientes hipertensos com DD e níveis colesterol limítrofe, independente da redução da pressão arterial ou colesterol.

Beba um copo de água gelada ou coloque uma compressa de gelo na cabeça. Fique em pé e dobre o tronco em direção às pernas, controlando a respiração. Conte até 100, mantendo o olhar para cima. Tome um chá calmante, como camomila, maracujá ou erva-doce.

“Assim como no infarto, a arritmia cardíaca pode ser evitada e controlada com algumas medidas preventivas como reduzir o estresse, ter uma alimentação saudável, rica em legumes, frutas e verduras, não exagerar no consumo de bebidas alcoólicas e de energéticos, não fumar e praticar alguma atividade física regularmente”, ...

Diabetes, hipertensão, colesterol alto, tabagismo, obesidade e sedentarismo, entre outros fatores, podem causar arritmias cardíacas e demais problemas cardiovasculares. Por isso, a prevenção começa por hábitos e comportamentos saudáveis.

Hematomas incomuns, erupções cutâneas e inchaço (dermatomiosite), urticária, sensibilidade cutânea ao sol, febre, rubor; Falta de ar (dispneia) e mal-estar; Quadro de doença semelhante a lúpus (incluindo erupção cutânea, distúrbios articulares e efeitos nas células do sangue).

FIBRAS. As fibras são uma opção saudável disponível em diversos alimentos. Elas ajudam ao diminuir a absorção intestinal de gorduras e controlam os níveis de colesterol ruim. Entre as fontes de fibras estão leguminosas — como feijão, grão-de-bico e lentilha —, frutas, legumes, cereais, aveia, entre outras.

Dessa forma, mesmo que a célula precise de colesterol, ela vai pegar do sangue e diminuir a quantidade de LDL. “Por isso, se você tomar o remédio durante o dia, ele não vai fazer efeito, porque você não faz jejum durante o dia”.

A sinvastatina começa a agir em cerca de 2 semanas. Ele também poderá prescrever doses mais baixas, principalmente se você estiver tomando certos medicamentos acima listados ou tiver certos tipos de doença renal. Continue tomando sinvastatina, a menos que o seu médico lhe diga para parar.

Indicada para reduzir os riscos à saúde decorrentes das doenças cardiovasculares, a Sinvastatina diminui os níveis do mau colesterol (LDL) e de triglicérides ao mesmo tempo em que aumenta o bom colesterol (HDL) no sangue.

A Rosuvastatina e a Atorvastatina são as duas estatinas mais potentes, com maior capacidade de redução dos níveis do colesterol LDL. Sinvastatina, Pravastatina e Pitavastatina têm potência intermediária, enquanto a Fluvastatina e Lovastatina são as estatinas menos potentes.

Sinvastatina é administrado por via oral em dose única diária à noite. Ajustes de dose, se necessários, devem ser feitos em intervalos não inferiores a 4 semanas.

Interação medicamentosa. Um dos fatores que mais influenciam no aparecimento de lesão muscular pelas estatinas é a associação com outras drogas. A sinvastatina e a lovastatina são as estatinas que mais sofrem interação medicamentosa capaz de provocar miopatia.

As estatinas de longa duração de ação podem ser administradas a qualquer momento do dia, possibilitando a escolha da hora de toma pelo doente e, consequentemente, uma melhor adesão à terapêutica.