Tem fisioterapia pélvica no SUS?

Perguntado por: ohilario . Última atualização: 26 de maio de 2023
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Portanto, a criação do Serviço Ambulatorial de Fisioterapia Pélvica (SAFP) pelo SUS, em um hospital estadual de referência, segue os preceitos de humanização inerentes ao sistema, com o objetivo de melhorar o atendimento ao usuário e oferecer ao paciente uma assistência de qualidade, de forma integral e pautada em ...

Os planos de saúde estão obrigados a cobrir sessões ilimitadas de fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional e fisioterapia. Demanda antiga dos pacientes, a mudança foi aprovada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) no início de julho e entrou em vigor na 2ª feira (1º. ago. 2022).

A fisioterapia pélvica tem sido muito recomendada por urologistas, ginecologistas e proctologistas, principalmente pela sua importância no tratamento da incontinência urinária, dor na relação (dispareunia), constipação crônica entre outras disfunções do assoalho pélvico.

Pontes:

  • Deite-se no chão;
  • Flexione os joelhos e coloque os pés no chão. Alinhe os joelhos com a largura dos quadris;
  • Mantenha a lombar protegida, contraia os músculos do assoalho pélvico e levante os quadris do chão, sempre mantendo as costas retas.
  • Segue essa posição por 10 segundos;
  • Solte;
  • Repita.

E se você já apresenta alguma perda urinária, mesmo que pequena, pretende engravidar ou está com sinais do climatério, procure um fisioterapeuta especializado na área pélvica. As disfunções dos músculos tendem a progredir e com poucas orientações assertivas já é possível tratar e manter a melhora.

Agora é lei: Saúde da Família, do SUS, deve ter fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. O presidente Jair Bolsonaro sancionou sem vetos, nesta quinta-feira (28), a Lei 14.231, que inclui os fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais na estratégia de Saúde da Família do Sistema Único de Saúde (SUS).

Basta acessar o site (www.sistemascal.com.br), fazer o cadastro e iniciar o agendamento pelo Whatsapp (85) 98595-1553. Pela localização (CEP) do paciente, o software agenda a consulta com a clínica ou profissional mais próximo.

São elas: Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura, Medicina Antroposófica, Homeopatia, Plantas Medicinais e Fitoterapia, Termalismo Social/Crenoterapia, Arteterapia, Ayurveda, Biodança, Dança Circular, Meditação, Musicoterapia, Naturopatia, Osteopatia, Quiropraxia, Reflexoterapia, Reiki, Shantala, Terapia Comunitária ...

O preço mínimo mais comum que encontramos para uma sessão de fisioterapia é a partir de R$ 70, aproximadamente, embora isso dependa de vários fatores que veremos abaixo. O preço médio nacional de um serviço de fisioterapia varia entre R$ 70 e R$ 80, aproximadamente.

Mas, e a Fisioterapia Pélvica, para que serve? A Fisioterapia Pélvica é uma especialidade que atua na reabilitação das disfunções do assoalho pélvico, que é o conjunto de músculos e ligamentos que sustentam órgãos como bexiga, útero, intestino e tudo que fica na região baixa do abdômen.

Em média indico de 10 a 15 sessões para cada paciente, mas preciso primeiro da avaliar para saber esse número. As sessões vão desde 1 a 2 vezes por semana com o tempo de 40 a 50 minutos.

Essa é uma decisão que deve ser tomada em conjunto entre o(a) fisioterapeuta e a paciente. No entanto, caso ela não tenha alguma contraindicação médica, a partir de 14 semanas (por motivo de segurança) a fisioterapia pélvica já pode ser iniciada.

A fisioterapia para o assoalho pélvico serve para melhorar o controle dos músculos dessa região, pois quando estão enfraquecidos ou tensos demais, podem causar diversos problemas, como incontinência urinária ou fecal, disfunções na micção, , dores crônicas, disfunção sexual e outros.

No atendimento na Fisioterapia Pélvica também são abordadas qualquer queixa da paciente, melhora da mobilidade pélvica e treino do traverso do abdômen (nosso músculo que serve como uma “cinta natural”) no controle da diástase abdominal. Já o método Pilates é um dos meios que o ser humano tem de exercitar seu corpo.

Desde uma tendência genética de um colágeno menos resistente, passando pelos esforços repetidos ao longo da vida – como forçar a evacuação, exercícios de impacto, tosse crônica, obesidade, as gestações e os partos, menopausa e senilidade que fragilizam o colágeno pélvico feminino.

A fisioterapia pélvica ensina principalmente a contrair e relaxar a região do assoalho pélvico em relação a outros músculos. Mas outros exercícios são abordados e complementados, como o exercício de respiração, que influencia diretamente nos outros exercícios, os deixando mais eficazes.

As técnicas mais utilizadas pela fisioterapia pélvica para o tratamento da incontinência urinária são: – Treinamento dos músculos do assoalho pélvico: através de exercícios específicos, o paciente consegue identificar os músculos e realizar o treino individualizado para a disfunção apresentada.