Quantas vezes na semana fazer fisioterapia pélvica?

Perguntado por: omeireles . Última atualização: 26 de maio de 2023
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É recomendado que a prática seja feita três vezes por dia, com dez repetições de 10 segundos cada, com ou sem o uso da musculatura acessória (glúteos e adutores) e com pausas para relaxamento entre as séries. A ponte também é recomendada como exercício de fisioterapia pélvica.

A fisioterapia pélvica é realizada para fortalecer os músculos do períneo. Ela pode ser feita a partir do terceiro mês de gestação, desde que o obstetra libere e também após o parto.

Pontes:

  • Deite-se no chão;
  • Flexione os joelhos e coloque os pés no chão. Alinhe os joelhos com a largura dos quadris;
  • Mantenha a lombar protegida, contraia os músculos do assoalho pélvico e levante os quadris do chão, sempre mantendo as costas retas.
  • Segue essa posição por 10 segundos;
  • Solte;
  • Repita.

A fisioterapia motora deve ser realizada de 2 a 3 vezes na semana, em dias intercalados.

Hidratação também é importante e traz muitos benefícios”, explica. E como começar? Para Caroline Carvalho, o ideal é tentar se exercitar duas ou três vezes por semana, no mínimo.

Recuperação mais rápida e precisa
Com a orientação do fisioterapeuta, é possível direcionar os exercícios de forma que seu efeito positivo seja o maior possível. Em alguns casos, isso pode reduzir o tempo de recuperação em mais de uma semana.

consulta fisioterapêutica: R$ 102,00; atendimentos em grupo: R$ 54,40; procedimentos específicos para disfunções do aparelho genital: R$ 272,00; atendimentos domiciliares de Fisioterapia Pélvica: R$ 142,80.

Benefícios da fisioterapia pélvica
diminui a dor no parto, previnem possíveis disfunções no pós-parto, prevenir incontinências, diminuir dores lombares e pélvicas, redução de inchaço, relaxamento muscular e melhora na respiração.

Consiste a grosso modo de duas fases: Verbal e Física. A avaliação verbal é muito mais do que uma “conversa”, é desta forma que podemos conhecer e entender o problema/disfunção que o paciente está passando. Com perguntas que direcionam o entendimento do quadro e utilização de questionários validados.

A fisioterapia pélvica ensina principalmente a contrair e relaxar a região do assoalho pélvico em relação a outros músculos. Mas outros exercícios são abordados e complementados, como o exercício de respiração, que influencia diretamente nos outros exercícios, os deixando mais eficazes.

A fisioterapia pélvica tem sido muito recomendada por urologistas, ginecologistas e proctologistas, principalmente pela sua importância no tratamento da incontinência urinária, dor na relação (dispareunia), constipação crônica entre outras disfunções do assoalho pélvico.

Os exercícios de kegel fortalecem a musculatura pélvica. Faça os exercícios 3 vezes ao dia, no mínimo 3 ou 4 dias por semana. Em cada vez, contraia os músculos de 8 a 12 vezes, mantendo-os apertados por 6 a 8 segundos, cada vez que você ativar e relaxar a contração.

No atendimento na Fisioterapia Pélvica também são abordadas qualquer queixa da paciente, melhora da mobilidade pélvica e treino do traverso do abdômen (nosso músculo que serve como uma “cinta natural”) no controle da diástase abdominal. Já o método Pilates é um dos meios que o ser humano tem de exercitar seu corpo.

O que pode prejudicar o assoalho pélvico? A ausência de exercícios específicos para os músculos do assoalho pélvico e a falta de consciência da existência dessa parte do corpo são fatores que prejudicam a função do assoalho pélvico.

Quanto à jornada de trabalho, a lei prevê que o fisioterapeuta deve trabalhar no máximo 30 horas por semana.

Os planos de saúde estão obrigados a cobrir sessões ilimitadas de fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional e fisioterapia. Demanda antiga dos pacientes, a mudança foi aprovada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) no início de julho e entrou em vigor na 2ª feira (1º. ago. 2022).

No entanto, para algumas pessoas parece difícil este tipo de compromisso de tempo. Posto isto, existe a possibilidade de efectuar um treino diário entre 10 a 20 minutos (consoante a intensidade), sem que se perca a eficácia do treino.

As aplicações podem ser feitas de 3 a 5 vezes ao dia, por um tempo que varie de 15 a 30 minutos.

A dor pós-treino é comum, mas não é um objectivo a alcançar, já que é muito comum as pessoas procurarem esta dor tardia, uma vez que a associam a bons resultados - o que é incorrecto. O estímulo muscular deve ser sempre adequado ao treino individual, e ser sempre progressivo e gradual.

De acordo com as pesquisas, ficar entre 10-20 séries semanais parece ser uma zona ideal para quem treina buscando o crescimento muscular. A minha dica é: comece com o mínimo de séries possível e vá aumentando aos poucos a intensidade dos exercícios utilizando mais carga ou exercícios com o peso do corpo mais difíceis.