Tem PCC no Maranhão?

Perguntado por: dreis8 . Última atualização: 24 de maio de 2023
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O PCM surgiu nos presídios maranhenses após contato com membros do PCC paulista em diversos presídios federais, além de São Luis em 2006.

O PCC está sozinho em 3 estados: Mato Grosso do Sul, Piauí e São Paulo.

Com isso, entre final de 2016 a início de 2017, todos os integrantes passaram a ser Comando Vermelho e o PCM foi extinto, tornando-se a primeira filial do CV no Maranhão.

PCC

As autoridades apontavam a facção como a maior do Nordeste contra o PCC. No Piauí, Pernambuco e Sergipe, o PCC é a maior facção local.

Comando Vermelho

"Em caráter nacional, o rival do PCC é o Comando Vermelho, especialmente pelo controle das fronteiras. As outras são ao nível regional, como é o caso recente do Bonde do Magrelo.

Apenas no Mato Grosso, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul é que a facção ou não atua, ou recorre à facções parceiras com atuação reduzida.

O estatuto da facção proíbe estupradores e pedófilos. Durante muito tempo, a facção também proibiu homossexuais. Isso mudou recentemente, mas ainda é questionado antes do ingresso na organização criminosa.

Como é a saída de um membro do PCC? No caso do PCC, segundo o MPSP (Ministério Público de São Paulo), para sair, o integrante precisa fazer o pedido para a sua chefia, informando os motivos. Em caso de dívida, a mesma deve ser paga para deixar a facção.

É assim que vivem os cinco principais líderes de facções criminosas dentro dos presídios federais do Brasil, apontados pelo Sistema Penitenciário Federal. São eles: Fernandinho Beira-Mar, Marcinho VP, Nem da Rocinha, Cabeça Branca e Marcola.

A média de movimentação financeira do PCC em seu período mais recente, de acordo com a contabilidade apreendida, é de aproximadamente R$ 66 milhões mensais, e não R$ 6,6 milhões mensais como informado anteriormente na reportagem.

Além do PCC e do Comando Vermelho, outras organizações do crime atuam nos presídios brasileiros - e fora deles

  • Primeiro Comando da Capital (PCC) ...
  • Comando Vermelho (CV) ...
  • Família do Norte (FDN) ...
  • Guardiões do Estado (GDE) ...
  • Nova Okaida.

Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado pelas autoridades como líder da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), foi transferido do presídio federal de Brasília para exames no Hospital Regional do Gama, região a 37 km do centro da capital.

PCC

PCC EM PERNAMBUCO
No nordeste, é a principal facção criminosa entre os estados.

Ainda hoje, o Comando Vermelho está organizado nos presídios cariocas, como Bangu 1 (onde estão as principais lideranças), e controla também algumas associações de moradores de favelas. No Rio, não há uma liderança principal.

yin-yang

O milenar símbolo yin-yang é a representação do PCC, freqüentemente estampado em cortes de cabelo, tatuagens e desenhos feitos pelos adolescentes. Os desenhos de Valcir, o tatuador da unidade, viraram moda entre os adolescentes.

Nos locais dos ataques, foram deixadas cartas assinadas pela facção Guardiões do Estado (GDE 745). O número 745 faz menção à posição no alfabeto das letras que formam o nome da Facção.

“Tudo 2”, “TD2”, “CV”, “CVRL” e “Trem bala” são alguns dos termos encontrados nas paredes do Case, que remetem à facção carioca. Já na parte do grupo rival, há nas paredes “PCC”, “TD3” e “1533”, referências ao Primeiro Comando da Capital.

Nessa hierarquia intrincada do PCC, dois "cargos" chamam a atenção nos presídios. O "disciplina", chamado de get, é a pessoa que comanda o raio da prisão, uma espécie de síndico, a quem todos são submetidos e subordinados. Ele tem um "sub", o "faxina", que funciona como um emissário do get.

CRBC (Comando Revolucionário Brasileiro da Criminalidade) - A facção surgiu em 1999, agindo basicamente em Guarulhos, como uma dissidência do PCC. Possui estatuto e arrecada "mensalidade" de seus integrantes.

Cesar Augusto Roriz, o Cesinha, foi um dos fundadores do Primeiro Comando, em 1993. Era considerado um dos mais violentos integrantes no início da organização. Permaneceu no PCC até o fim de 2002, quando foi expulso e jurado de morte (ou “decretado”, no jargão do crime) junto a outro fundador, o Geleião.