Como é feito o moquém?

Perguntado por: lrocha . Última atualização: 20 de maio de 2023
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O peixe é cozido sem pressa em seu próprio caldo temperado com tomates, cebolas, azeite, coentro e cebolinha, entre outros ingredientes, e vem à mesa fervilhando na panela de barro. As sementes de urucum conferem a cor avermelhada à saborosa iguaria.

O termo “moquear” trata de uma técnica de cozimento indígena em que os alimentos são preparados no caldo dos próprios ingredientes. Essa mistura típica do Brasil e muito presente no litoral é utilizada como uma referência simbólica no espetáculo para fazer um resgate sociocultural da formação de nossos povos.

Diante da necessidade de nos alimentarmos enquanto errávamos pelo mundo sobre o lombo de animais, surgiu a técnica da defumação. No princípio somente para conservar os alimentos, como acontece ainda hoje. Mas a gastronomia encontrou outra finalidade importante da defumação.

Moqueia vem do verbo moquear. O mesmo que: assa, sapeca.

Como é chamado o líquido que sai da carne? Mesmo nas bandejas de carnes vendidas no supermercado, o líquido avermelhado no recipiente é a mioglobina. Ela permite uma melhor oxigenação da carne, assim como uma conservação mais prolongada.

O líquido vermelho da carne tem origem em uma proteína chamada mioglobina, que é encontrada dentro das células que formam as fibras musculares dos bovinos. Ela é responsável pela coloração dos músculos dos animais, que depois se transformam na carne que chega até a mesa.

“Após o abate dos bovinos, existe um processo de sangria, em que cerca de 60 a 70% do sangue é esgotado da carcaça do animal.

O consumo de carne humana acontecia como um resultado de ações simbólicas desenvolvidas em situações de guerra entre diferentes povos. O mais interessante é notar que esse ato era realizado em uma situação festiva.

substantivo masculino e feminino Designação generalizada dos indígenas das tribos nativas da América do Norte, assim chamados por terem a pele acobreada e por se pintarem com matéria corante vermelha.

O casamento entre índios varia muito de tribo para tribo. A maioria das tribos são monogâmicas, entretanto os antigos tupinambás e os atuais xavantes admitem a poligamia. Alguns seguem a tradição de casamento grupal e outros permitem que se casem com membros da própria família.

A caça era uma das principais fontes de alimento para o indígena. Animais como porco-do-mato, paca, veado, macaco, javali, capivara, cotia, tatu, gato-do-mato e anta eram preparados com pele e vísceras. Outra importante fonte de alimento eram os peixes, tartarugas, moluscos e crustáceos.

Entre as tribos indígenas que viviam no Brasil na época do início da colonização portuguesa, no século XVI, os tupinambás ficaram conhecidos amplamente por uma característica peculiar: a antropofagia, isto é, o ato de comer carne humana, também denominado canibalismo.

A base da alimentação dos índios brasileiros são as frutas, raízes, ervas e peixes.

Os índios têm um jeito próprio de preparar os alimentos, que podem ser cozidos, assados ou defumados (ou moqueados). As frituras não têm muito espaço no cardápio. Para cozinhar, é usado um fogão feito com pedaços de madeira da roça.

A origem da palavra moço é o Latim MUSTIUM, de MUSTUM, “vinho novo, vinho ainda em fermentação”, por comparação entre a pouca idade da pessoa e do vinho.

Moço significa que é relativo à mocidade, à juventude; próprio de gente de pouca idade; jovem, novo em idade. Não conheço o moço. O moço do escritório foi-se embora. Como sinónimos de moço podemos, mediante o contexto, usar os seguintes termos: jovem, juvenil, mancebo, novo, rapaz.

mioglobina

O vermelho da picanha não é sangue: é mioglobina. Na próxima vez que você for a um churrasco (ou churrascaria), lembre-se: carne sangrando não existe.

Porém, o perigo de consumir a carne mal passada tem relação direta com o modo do manuseio do alimento, sua origem e conservação. A chance da carne possuir doenças como parasitoses é muito grande e a ingestão pode favorecer o surgimento de infecções bacterianas e infestações parasitárias no organismo.

kobe beef

A pecuária japonesa tem regras rigorosas para o registro, a produção e a certificação do gado wagyu, o que contribui para o alto preço do quilo do kobe beef, um corte de lombo que chega a custar R$ 2 mil. A raça também é criada na Austrália, nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil.

De acordo com a American Meat Science Association, trata-se de água misturada com uma proteína chamada mioglobina.

Cor da carne
Mas em contato com o ar, ela pode ficar mais escura. Dependendo do tipo da peça, a cor varia. Evite carnes com cor muito escura ou de vermelho brilhante. Cores pretas ou verdes na superfície da carne é um sinal de que bactérias começaram a crescer.