Como lidar com ansiedade na amamentação?

Perguntado por: lmata . Última atualização: 27 de maio de 2023
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Em relação ao cansaço ou à ansiedade pelas tarefas que ela precisará realizar depois, pode ajudar: amamentar em um lugar tranquilo, controlar o ritmo da respiração, e procurar algum tipo de distração física ou exercício mental.

Chás calmantes como a melissa, podem ajudar, assim como o funcho por exemplo, que é uma erva galactagoga.

Os sintomas, normalmente, são bem variáveis mas a vontade é de tirar a criança o mais rápido possível do peito ou nem querer que ele mame. Ao amamentar, essa mulher costuma sentir vontade de gritar, de se morder, de chorar, de querer arrancar o bebê imediatamente do peito, enfim, os sintomas podem ser bem distintos.

As consequências que a ansiedade na gravidez pode trazer para a gestante e o bebê: Aumento dos níveis do hormônio do estresse (cortisol); Risco de complicações obstétricas e neonatais; Mudanças de comportamento na gestante (insônia, alimentação ruim);

O impacto do estresse materno
Estudos clínicos apontaram déficits neurocomportamentais, como coordenação motora prejudicada, reatividade emocional alta e atrasos linguísticos em crianças nascidas de mães ansiosas.

Você que amamenta ou está gestando já ouviu falar em D-MER (dysphoric milk ejection reflex)? Traduzindo para português, a D-MER é uma condição que faz com que algumas lactantes tenham sintomas depressivos e sintam angústia logo após o reflexo de ejeção do leite.

A amamentação é uma fase de aprendizados, desafios e mudanças que podem refletir na saúde mental da mulher, causando estresse e exaustão. Essa fadiga emocional é capaz de interferir em diversos fatores, inclusive na produção de leite.

O recomendado é que a criança mame até os dois anos de vida, depois somente as refeições diárias já bastam para que ela não precise de nenhum tipo de suplemento. Portanto, basta que a alimentação da criança tenha sempre alimentos saudáveis e muito nutritivos para que ela possa crescer cheia de saúde.

Camomila

  • calmante para aliviar o estresse;
  • sedativo que ajuda a cuidar da ansiedade.

É fundamental retirar dessa mulher o medo e a culpa que ela carrega, além de deixar claro - tanto para ela como para os familiares - que é, sim, possível amamentar e tomar o antidepressivo sem prejudicar o bebê”, acrescenta.

Lactantes podem tomar florais como alternativa para melhoria da saúde e do bem-estar. 9 Os florais causam algum efeito colateral que pode atrapalhar a produtividade e interferir na rotina? Os florais não causam nenhum efeito colateral, assim não interferem na rotina e na produtividade.

Nas seguintes situações o aleitamento materno não deve ser recomendado: Mães infectadas pelo HIV; Mães infectadas pelo HTLV1 e HTLV2; Uso de medicamentos incompatíveis com a amamentação.

O desmame gentil é um deles e marca a redução da frequência das mamadas durante a rotina.

No mês dedicado à amamentação, estudo aponta quando aleitamento materno deve ser suspenso

  • Infecções. Conforme o estudo, doenças infecciosas bacterianas não contraindicam o aleitamento materno. ...
  • Parasitas. ...
  • Tuberculose e Hanseníase. ...
  • Vírus. ...
  • Vírus HIV.

A ansiedade materna pode se manifestar de diferentes formas, incluindo preocupação excessiva com o bebê, medo de que algo ruim aconteça com o filho, dificuldade em relaxar, irritabilidade, alterações no sono e apetite, entre outros sintomas.

Uma pesquisa descobriu que altas taxas de ansiedade, depressão e estresse das mulheres durante a gravidez podem alterar as principais características do cérebro fetal, o que posteriormente diminui o desenvolvimento cognitivo da criança aos 18 meses.

"É normal se sentir irritada, nervosa e até mesmo com raiva do filho", esclarece a neuropsicóloga Deborah Moss, mestre em Psicologia do Desenvolvimento (USP).

Quando se trata de parar de amamentar, não há um tempo definido que todos devem seguir. Cada mãe e bebê são diferentes e o desmame é uma decisão totalmente pessoal, feita quando ambos estão confortáveis. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses.

Para adaptar o bebê à esta nova rotina o ideal é alternar os horários da amamentação com a ingestão de outros alimentos até que a criança se acostume. Após o sétimo mês o bebê pode começar a comer iogurte natural sem açúcar, biscoitos e mingaus de arroz, milho, aveia entre outros.