Como o corticoide age no pulmão do bebê?

Perguntado por: ralencastro3 . Última atualização: 23 de maio de 2023
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Os corticosteroides são medicamentos anti-inflamatórios que ajudam os pulmões do bebê a amadurecer enquanto ele ainda está dentro do útero. Normalmente, os corticosteroides (duas injeções) são dados a gestantes em risco de entrar em trabalho de parto prematuro.

O corticóide inalatório reduz a inflamação nos pulmões, permitindo que a criança respire melhor. Em alguns casos, eles também reduzem a produção de muco e geralmente levam algumas semanas para fazer efeito.

DISSÓDICO DE BETAMETASONA
A administração de corticóides para amadurecimento pulmonar fetal se constitui na principal estratégia para a redução da morbidade e mortalidade perinatal associadas à prematuridade.

A criança pode ter alteração de humor, apetite, de sono. O uso prolongado, pode ocasionar cansaço, aumento do açúcar no sangue, glaucoma, agitação, triglicerídeos, dor de cabeça, entre outros.

Os corticosteroides são medicamentos anti-inflamatórios que ajudam os pulmões do bebê a amadurecer enquanto ele ainda está dentro do útero. Normalmente, os corticosteroides (duas injeções) são dados a gestantes em risco de entrar em trabalho de parto prematuro.

Os efeitos colaterais do corticoide são mais comuns em casos de uso prolongado. Entre eles, a pessoa pode ter cansaço, aumento dos níveis de açúcar no sangue, diminuição das defesas corporais, agitação, insônia, aumento de colesterol e de triglicerídeos, dor de cabeça e glaucoma.

O surfactante é produzido por células dos alvéolos pulmonares e reduz a tensão superficial. Ele é produzido à medida que os pulmões do feto amadurecem, freqüentemente em torno da 34a semana e quase sempre em torno da 37a semana de gestação.

A limitação ao fluxo de ar geralmente é progressiva e está associada a uma resposta inflamatória anormal dos pulmões a partículas ou gases nocivos". Foi sugerido o uso de corticosteróides para tratar a DPOC, por seus efeitos anti-inflamatórios.

Caso exista o risco eminente de um parto prematuro, o seu médico poderá prescrever injeções de corticoide. Dessa forma irá amadurecer o pulmão do bebê mais rapidamente.

“A principal orientação que deixamos com os pais é a lavagem das vias aéreas com soro fisiológico, inalação e a continuidade do tratamento indicado pelo pediatra responsável pela criança. Esses cuidados são responsáveis pelo sucesso e pela melhora do quadro clínico da criança”, afirma a fisioterapeuta.

Quase todos os órgãos estão totalmente formados após dez semanas da fecundação (o que equivale a 12 semanas de gravidez). As exceções são o cérebro e a medula espinhal, que continuam a se formar e a se desenvolver durante a gravidez.

“Bebês com menos de 28 semanas terão mais riscos de ter problemas respiratórios e cardiácos, já os com menos de 32 semanas têm mais chances de ter quadros infecciosos”, completou.

Essa medicação é um corticoide, potente anti-inflamatório e antialérgico. Usamos em alguns casos em que também ocorre a tosse, como a asma e a laringite, mas nos resfriados não ajuda!

As doses de Prednisolona requeridas são variáveis e devem ser individualizadas de acordo com a doença em tratamento e a resposta do paciente. Para bebês e crianças, a dosagem recomendada deve ser controlada pela resposta clínica e não pela adesão estrita ao valor indicado pelos fatores idade e peso corporal.

O medicamento começa a fazer efeito entre 3 a 4 horas após a ingestão do remédio. O quadro geral do paciente começa a melhorar após alguns dias de uso contínuo.

Alguns estudos relatam aumento no risco de pré-eclampsia, abortamento, fetos natimortos, malformações congênitas e efeitos adversos sobre o feto ou morte neonatal atribuídos ao uso de corticoides no decurso da gravidez.

Se ele for do grupo que nasceu com idade gestacional acima de 34 semanas, pode ficar de três dias a até uma ou duas semanas se não tiver nada muito grave.

Os movimentos do seu bebê vão ao cume nesta semana e se ele nascer a partir agora, terá boas chances fora do útero, pois seus pulmões já estão melhor desenvolvidos (mas não completamente!).