Como se pega a doença tricomoníase?

Perguntado por: dmoura . Última atualização: 25 de maio de 2023
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A doença pode ser transmitida pelo sexo sem camisinha com uma pessoa infectada. Para evitá-la, é necessário usar camisinha em todas as relações sexuais (vaginais, orais ou anais). É a forma mais simples e eficaz de evitar uma doença sexualmente transmissível.

O vetor da doença é o homem, que na ejaculação leva os protozoários da uretra masculina para a vagina feminina.

Ela é a doença sexualmente transmissível não-viral mais comum em todo o mundo, acometendo cerca de 170 milhões de pessoas. Nas mulheres, a tricomoníase é uma das principais causas de vaginite (infecção da vagina), levando frequentemente a queixas como corrimento vaginal com mau cheiro, coceira genital e dor ao urinar.

A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST) que se destaca como a IST não viral mais comum no planeta. É observada com maior frequência em mulheres, porém pode acometer o sexo masculino. Nos homens, a doença é, geralmente, assintomática, o que favorece a transmissão da infecção.

A maioria dos homens com tricomoníase da uretra (o tubo que leva a urina da bexiga para fora do corpo) não tem sintomas ou somente sintomas leves, mas eles ainda podem infectar seus parceiros sexuais. Alguns homens têm uma secreção espumosa saindo do pênis, dor durante a micção e urgência de urinar com frequência.

Tratamento da tricomoníase
Mulheres com tricomoníase devem receber metronidazol, 500 mg, por via oral, duas vezes ao dia, durante 7 dias. Os homens devem receber metronidazol 2 g por via oral em dose única. Um tratamento alternativo para mulheres e homens inclui tinidazol, 2 g, por via oral, em dose única.

Tricomoníase e HPV têm alguma relação? Não. A tricomoníase, como falamos, é uma infecção causada pelo protozoário Trichomona vaginalis.

A tricomoníase deve ser tratada utilizando nitroimidazólicos, de preferência em dose única oral, para garantir maior aderência e eficácia no tratamento. Metronidazol parece ser a melhor escolha, podendo nos casos de alergia medicamentosa utilizar-se tinidazol ou realizar dessensibilização com especialistas.

Uma mistura de algumas gotas de óleo de alho com óleo de coco, diluídas e passadas diretamente na área afetada, vai tratar a infecção e aliviar os sintomas. Ou ainda, você pode amassar alguns dentes de alho e misturar em água, e usar essa solução para lavar a vagina.

Se houver secreção vaginal com odor fétido, deve-se pensar em vaginose bacteriana e, secundariamente, tricomoníase (que acaba apresentando maiores sintomas inflamatórios vulvares). Se houver aspecto inflamatório vulvar e/ou prurido, a primeira hipótese que deve ser lembrada é candidíase, seguida de vaginose citolítica.

A tricomoníase é uma doença causada pelo Trichomonas vaginalis, um protozoário que foi descrito pela primeira vez em 1836. Esse protozoário flagelado anaeróbio é transmitido via relação sexual com pessoa contaminada e infecta o epitélio do trato genital. Ele é o principal causador de vulvovaginite em mulheres.

A tricomoníase é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST). Portanto, a forma de contágio desta doença corre através das relações sexuais (passa ou “pega-se” com as relações sexuais). A mulher ou o homem podem ser portadores assintomáticos da infeção, facilitando também a transmissão da doença.

O método consiste em se sentar em uma bacia cheia de água fria ou morna por cerca de dez minutos. Na bacia, ainda podem ser adicionados folhas de plantas, argila e pequenas quantidades de óleos essenciais. O banho de assento com vinagre, por exemplo, ajuda a regular o pH da região íntima.

Trichomonas vaginalis é o agente etiológico da tricomoníase em humanos, uma infecção sexualmente transmissível comum e global. O ciclo de vida deste parasito apresenta a forma de trofozoíto sem um estágio cístico.

A vaginite por Trichomonas é uma infecção vaginal causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis. A vaginite por Trichomonas costuma ser transmitida sexualmente. Ela pode causar um corrimento de cor verde ou amarela, que pode ser abundante, ter odor fétido e ser acompanhado de coceira ou irritação.

Em alguns casos, a mucosa vaginal infectada pode enfraquecer o colo do útero e a probabilidade de contrair outras infecções aumenta. Além disso, a tricomoníase se caracteriza como porta de entrada para clamídia, podendo causar infertilidade.

Em casos mais graves, o corrimento marrom ou vermelho pode ser um indicativo de câncer na vagina, no colo do útero ou no endométrio. Mas tenha atenção, já que, nos primeiros dias depois do término do período menstrual, é comum ter esse tipo de secreção.

A vacinoterapia é uma nova tentativa de tratamento da tricomoníase. Cepas selecionadas de Lactobacillus acidophillus são comercializadas como vacina sob o nome de Solco-Trichovac e Gynatren. A média de cura, segundo alguns autores, depois de três a quatro doses da vacina se aproxima à dos nitroimidazóis(13).

A tricomoníase tem cura se o seu tratamento for feito da forma correta. Após tratar, um paciente pode voltar a ter a doença. Para evitar uma nova infecção, certifique-se de que todos os seus parceiros sexuais sejam tratados. Além disso, aguarde de sete a 10 dias após o tratamento para retornar às atividades sexuais.

Corrimento espumoso (às vezes parece “pus”) e amarelo-esverdeado é um sintoma de uma infecção comum e facilmente tratável causada por Trichomonas vaginalis chamada tricomoníase ou clamídia. Seu corrimento pode ser amarelo escuro, verde-amarelado ou verde-acinzentado, e provavelmente presente em grande quantidade.

A tricomoníase pode ficar inativa no corpo do paciente por meses sem apresentar sintomas, além de ser uma infecção assintomática, sendo assim a pessoa infectada não apresenta sintomas, dificultando a identificação e o tratamento.