É perigoso obstrução intestinal?

Perguntado por: ofigueiroa . Última atualização: 19 de maio de 2023
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A pseudo-obstrução intestinal crônica (POIC) representa a forma mais grave de dismotilidade gastrointestinal, com consequências debilitantes e potencialmente letais. Os sintomas podem não ser específicos e resultar em diagnósticos incorretos ou tardios, tendo como consequência a morbidade e até a mortalidade.

Obstrução intestinal tem cura e o tratamento varia de acordo com a causa, local e gravidade da obstrução. O tratamento, no caso de uma obstrução parcial leve, é feito através da administração de líquidos na veia ou até por meio de uma sonda que entra no nariz e vai até o intestino para aliviar a pressão.

O tratamento da obstrução parcial leve é realizado por meio da administração de líquidos por via intravenosa, ou pode ser inserida uma sonda na cavidade nasal até o intestino, com o intuito de aliviar a pressão. O paciente também é mantido sobre jejum até que o problema seja completamente resolvido.

O cirurgião ficará na mesma sala, operando esses mesmos braços com um console e enxergando o intestino por um visor com tecnologia 3D. Além disso, o médico opera sentado, uma posição ergonômica que favorece o procedimento, já que a cirurgia pode demorar até oito horas, dependendo das condições do paciente.

Phosfoenema é uma solução retal, pronta para uso, indicada para o tratamento de prisão de ventre. O medicamento atua como laxativo e deve ser utilizado quando o paciente encontra dificuldades para evacuação.

Tomografia computadorizada
Ela é útil em caso de suspeita de causas inflamatórias, como nos abscessos e na diverticulite do colo. Exame radiológico de paciente com obstrução intestinal mecânica.

Quadro clínico: queda do estado geral, inapetência, náuseas e vômitos (usualmente biliosos), dor abdominal em cólicas, distensão abdominal. Diagnóstico: Propedêutica: exames gerais incluindo função renal, eletrólitos (Na, K, Mg, Ca), gasometria venosa, radiografia de abdome em decúbito e ortostático.

Os primeiros sintomas são os gases e a distensão abdominal. O quadro pode se agravar e dar origem a inflamações, lesões ulcerosas, bolsas (divertículos) e, nos casos mais sérios, o próprio câncer de cólon e reto.

Às dejeções difíceis e pouco frequentes – menos de três por semana – podem associar-se as seguintes queixas:

  1. Fezes duras e secas;
  2. Dor, inchaço abdominal e flatulência;
  3. Náuseas e vómitos;
  4. Sensação de que a evacuação não é feita completamente.

A obstrução pode ser parcial ou completa. Aproximadamente 85% das obstruções parciais do intestino delgado desaparecem com tratamento não cirúrgico, enquanto 85% das obstruções completas do intestino delgado requerem cirurgia.

Sintomas. Parar de evacuar e de eliminar gases são os sintomas mais comuns da obstrução intestinal. No entanto, caso a obstrução seja parcial, é provável que ocorra ainda sim a eliminação de gases.

Elementos que contribuem para o bom funcionamento do intestino. O esperado é que o paciente consiga evacuar, pelo menos, nos 2 ou 3 dias posteriores à realização da cirurgia. Após este período, recomenda-se procurar o médico para investigar a origem do problema e as possíveis condutas a serem tomadas.

Isto significa que você pode começar a comer – líquidos primeiramente, depois os alimentos macios. A maioria das pessoas ficar de 3 a 7 dias no hospital após a cirurgia (3 a 5 para uma cirurgia laparoscópica e de 5 a 7 para uma cirurgia aberta).

As complicações de cirurgia de intestino são possíveis principalmente nas que envolvem a manipulação, ressecção e fechamento de defeitos intestinais. Neste artigo, vamos abordar a complicação mais temida pelo cirurgião de intestino: o vazamento da emenda do intestino, a chamada fístula pós-operatória.

Assim, pode ser necessária a realização de cirurgia do intestino grosso para tratamento de afecções como doença diverticular do cólon, tumores do cólon, obstrução intestinal, apendicite aguda, megacólon, doença de Crohn entre outros.

Além disso, existem quadros que o uso de laxantes pode causar a piora da situação. Um exemplo disso é um caso de obstrução intestinal, afinal, o caminho para a passagem de fezes está fechado e forçar o funcionamento do intestino, nesse caso, pode causar a ruptura intestinal.

Certas doenças ou condições, tais como acidente vascular cerebral (mais comum), síndrome do intestino irritável, doença de Parkinson e diabetes podem prejudicar a maneira como seus intestinos funcionam. Alguns medicamentos também podem causar a constipação.

O médico gastroenterologista faz residência em clínica medica e após em gastroenterologia. É o responsável por diagnosticar e tratar problemas que ocorrem em todo o sistema digestivo. Isso inclui a boca, o esôfago, o estômago, os intestinos, o pâncreas e o fígado.