É possível viver com apenas um pulmão?

Perguntado por: loliveira . Última atualização: 27 de maio de 2023
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Sim, é possível sobreviver mesmo se um pulmão inteiro for removido. Há tempos, a retirada de um pulmão ou parte dele era comum, principalmente nos casos de tuberculose . Hoje em dia, os principais problemas de saúde que levam a isso são defeitos genéticos, enfisemas ou síndromes pulmonares.

A pneumonectomia é uma cirurgia complexa e de grande porte, que consiste na retirada de um pulmão. Embora não seja a primeira alternativa dos médicos, ela costuma ser necessária em casos de câncer pulmonar em que o tumor é muito grande ou está localizado no meio do órgão.

A presença de cianose e tosse com sangue também deve motivar uma visita ao pronto-socorro mais próximo. Se o paciente tiver alguma doença crônica que afete os pulmões, como a asma, deve manter acompanhamento regular, com exames e consultas com o pneumologista.

A recuperação de uma cirurgia no pulmão geralmente leva algumas semanas. Se ela for realizada por meio da toracotomia, é necessário que o cirurgião afaste as costelas para chegar até o pulmão. Portanto, pode haver dor no local da incisão por algum tempo.

Qualquer tipo de eletrodoméstico a gás pode ser um potencial foco de problemas pulmonares. Nesse ponto, entram fogões, fornos e aquecedores, por exemplo. Isso porque, à medida que o gás queima, eles produzem uma substância química chamada óxido nitroso. No organismo, ele inflama os pulmões, causando tosse e até asma.

A cirurgia dura de 2 a 4 horas e na maior parte das vezes o paciente é encaminhado à UTI para passar a primeira noite pós-operatória. A complexidade da cirurgia, idade do paciente, doenças de base, entre outros fatores, são os critérios utilizados para a indicação de UTI.

A maioria dos planos privados de saúde não cobre este tipo de tratamento, cujo custo pode variar de R$ 4.000,00 a R$ 70.000,00.

Descrição: O enfisema pulmonar é uma doença degenerativa, que geralmente se desenvolve depois de muitos anos de agressão aos tecidos do pulmão devido ao cigarro e outras toxinas no ar. Causa: Fumar cigarro é a causa principal.

O câncer de pulmão é um dos tumores malignos mais recorrentes e possui sintomas como tosse, dispneia (falta de ar), dor torácica, perda de peso, cansaço e presença de sangue no escarro.

Tumores restritos ao pulmão, nos estágios I e II, devem ser operados e removidos. Nestes casos, a chance de cura é de até 70%. Nos outros estágios, uma associação de quimio e radioterapia, com eventual resgate cirúrgico, é a alternativa que melhor mostra resultados, porém, não ultrapassando 30% de índice de cura.

O tabagismo e a exposição passiva ao tabaco são importantes fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão. Em cerca de 85% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão está associado ao consumo de derivados de tabaco.

Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
Uma das mais graves enfermidades causadas em função do tabagismo é a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, mais conhecida como DPOC. Quem desenvolve essa condição perde a função pulmonar de maneira irreversível, em razão da destruição dos alvéolos.

Suzana Pimenta, “a dor no pulmão provocada por infecções no órgão, especialmente quando acometem também a pleura, pode ser como uma dor nas costas persistente e, normalmente, pode estar associada a sintomas como febre, tosse constante, dificuldade para respirar ou piora da dor ao puxar fundo o ar ou espirrar.

As complicações mais comuns foram a insuficiência respiratória, o derrame pleural e a pneumonia. Os fatores de risco mais importantes para estas complicações foram diabetes, internação hospitalar por mais de cinco dias e presença de doença pulmonar prévia.

Coágulos sanguíneos nas pernas ou nos pulmões; Infecções nas feridas das incisões; Pneumonia; Síndrome da dor pós-toracotomia.

Consiste na remoção do lobo inteiro do pulmão que contém o tumor. Segmentectomia ou ressecção em cunha. Nesse procedimento apenas parte do lobo é removido. Essa técnica é realizada se o paciente não tem função pulmonar suficiente para suportar a retirada do lobo inteiro.

maçãs

Maçã Por causa da alta quantidade de antioxidantes, em especial de quercetina, a maçã reduz significativamente o declínio da função pulmonar de ex-fumantes. Comer maçãs regularmente também promove a manutenção da saúde pulmonar e pode diminuir os riscos do surgimento de câncer de pulmão e asma.

No estágio IIIB, geralmente a doença já se disseminou para os linfonodos ou próxima do outro pulmão ou pescoço e ainda, podem ter se desenvolvido em estruturas importantes no tórax e não pode ser removida cirurgicamente.

Após o procedimento cirúrgico (eletivo ou emergencial), os pacientes chegam à UTI ainda sob o efeito da anestesia e com respiração artificial. Nessas condições, é habitual que as pessoas apresentem uma certa instabilidade hemodinâmica, pressão alterada, diurese inadequada e pulmões ainda sofrendo o efeito da cirurgia.