Não tinha chego ou chegado?

Perguntado por: aduarte . Última atualização: 19 de maio de 2023
4.9 / 5 16 votos

Tinha chego ou tinha chegado atrasado? Chego é forma inepta do particípio de chegar, que só tem forma plena (chegado), e não a forma contrata (como aceito, de aceitar). Portanto, o correto é: Tinha chegado atrasado. Dê uma chegada (não um chego) aqui.

Por que não posso usar a construção “tinha chego”? No caso do verbo “chegar”, a norma padrão da língua portuguesa só aceita o particípio passado “chegado”. Isso quer dizer que, em qualquer construção, seja com os verbos “ter”, “haver”, “ser”, “estar” ou “ficar”, a forma correta é sempre “chegado”.

verbo transitivo
Aproximar, mover para perto.

A grafia correta é chegado. A palavra chego não existe e não pode ser usada como particípio do verbo “chegar”. Neste artigo, vamos explicar por que somente a primeira forma é aceita. Vejamos!

Bem, o verbo TRAZER só tem UMA forma de particípio, que é a regular (trazido). Logo, a ÚNICA forma correta de se dizer é eu TINHA TRAZIDO.

Portanto, a única forma de usar o termo “trago” é na conjugação dos verbos “trazer” e “tragar”, na primeira pessoa do singular do presente do indicativo: Eu trago flores para o professor todos os dias. Eu trago muitas dúvidas para esta reunião.

O particípio é uma das formas nominais dos verbos. É usado para indicar o estado de uma ação depois de terminada, transmitindo, assim, a conclusão da ação verbal. É utilizado principalmente na formação dos tempos compostos e nas locuções verbais.

Aonde ou onde: Qual a diferença? Aonde ou onde são termos gramaticalmente corretos e, embora os dois sirvam para indicar lugar, cada um deles tem uma aplicação adequada. Enquanto onde indica permanência, aonde dá a ideia de movimento, e essa é a principal diferença entre as duas palavras.

Se você quer falar sobre uma ação que alguém está tomando, o correto é dizer que “ele fazou que “eles fazem” alguma coisa. Agora, se você quer falar sobre uma determinada quantidade de tempo ou condição climática, usa apenas a forma singular do verbo, o “faz”.

Utilizamos onde com verbos de permanência e aonde com verbos de movimento; estes exigem a preposição a, enquanto aqueles, a preposição em. De acordo com a regra, os verbos morar e estar indicam permanência. Portanto, as expressões corretas seriam "Onde você mora" e "Onde está você?"

Chegaram indica passado. Está conjugado na 3. ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo ou do pretérito mais-que-perfeito do indicativo: eles chegaram. Chegarão indica futuro.

Como não podia deixar de ser, é o caso do português, cujas regras formais ainda estão presas ao modo de Portugal. Por isso, a conjugação correta de “chegar” não permite a preposição “em”. Ou seja, na norma culta, não se pode falar “cheguei em casa”, mas sim “cheguei a casa”!

O futuro do presente é um tempo verbal do modo indicativo usado para indicar ações ou fenômenos que ainda não aconteceram no momento em que falamos (cantarei, dançarei, sorrirei): Cantarei até ficar rouca. Dançarei a noite toda.

2 alcançou, atingiu, tocou, acertou, completou.

substantivo masculino Espécie de vestuário gentílico, na Índia portuguesa.

adjetivo Sem aptidão; que não sabe nem consegue realizar algo; incapaz. Que denota falta de inteligência: opinião inepta. Falta de coerência, de lógica: raciocínio inepto. Sem capacidade ou que expressa incapacidade.

Romanos 13:12 ARC. A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos, pois, as obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz.

De acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa, não há diferença entre havia ou tinha. Ambos os termos estão corretos e podem ser utilizados, pois possuem o mesmo significado. É bastante comum usar o verbo ter no lugar de haver, e essa substituição não atrapalha o entendimento da frase.

CHEGAR A TEMPO — Construída com a preposição “a”, essa expressão significa “chegar na hora”, “chegar no momento oportuno”. Exemplo: Embora o trânsito estivesse congestionado, conseguimos chegar “a” tempo para realizar o exame.

É inaceitável, portanto, o uso da forma “trago” como particípio: "Perguntou à aluna se ela tinha trago o trabalho." Diga sempre TINHA TRAZIDO, HAVIA TRAZIDO, FOI TRAZIDO.

Com os verbos ter e haver, devemos usar o particípio regular (marcado pelas terminações -ado ou -ido). Por exemplo: "Ele tinha salvado o arquivo" e "Ela havia prendido o dedo". Já com o ser e o estar, emprega-se o irregular: "Ele foi salvo por um herói" e "Os bandidos estão presos".