O que aconteceria se os escravos fossem pegos em tentativa de fuga?

Perguntado por: lperalta2 . Última atualização: 30 de maio de 2023
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Aqueles que fossem pegos seriam presos por 5 dias e levariam 50 açoites por dia enquanto estivessem na prisão.

O grande símbolo da resistência dos escravos africanos no Brasil foram os quilombos. A palavra quilombo, no dialeto quimbundo (falado pelos povos bantos), era utilizada para se referir a um acampamento militarizado.

Duas formas de punição eram mais comuns: o açoitamento público, para quem havia sido julgado e condenado, e o chicoteamento no calabouço, que substituiu o castigo privado. “Os senhores tinham que pagar pelo serviço – não apenas pelos açoites e pelo tratamento médico subsequente, mas também por acomodação e alimentação.

Os africanos, após terem sido feitos prisioneiros, eram levados a pé até os portos onde seriam revendidos para os portugueses (ou outros europeus). Nesses portos, os africanos eram marcados com ferro quente para identificá-los de qual comerciante eram.

Entre as punições, figuravam falar mal do rei e praticar feitiçaria. Entre as penas, a amputação de membros e a marcação da pele com ferro em brasa. A pena de morte era prevista a torto e a direito.

Algumas formas eram: formação de quilombos, fugas ou suicídios, magia, assassinatos e sequestros de senhores, paralisações, sabotagens e roubos.

O mais famoso deles, o Quilombo dos Palmares, em Alagoas, data do fim do século XVI. Isso quer dizer que pouco depois do início da escravidão, os primeiros negros já começaram a fugir. A herança de quem fugiu da escravidão ainda é viva entre os quilombolas.

Os quilombos, na era colonial e imperial, foram espaços construídos pelos escravos negros africanos e afrodescendentes fugidos da escravização em busca de viver em liberdade.

Você, leitor, sabe qual era? O Capitão do mato era conhecido também como capitão-de-assalto-e-entrada, entre outros termos. Sua principal função era a de caçar gente, principalmente escravos fugidos das fazendas e minas pertencentes a seus senhores. Não pare agora...

Essa rede secreta fornecia auxílio para os escravos, enviando guias para ajudá-los na fuga, fornecendo abrigos, etc. Harriet conseguiu trilhar a pé um caminho de dezenas de quilômetros até chegar à Filadélfia, no estado da Pensilvânia, estado onde a escravidão não era permitida.

Os quilombos eram locais onde os escravos fugidos poderiam desenvolver uma vida em liberdade, buscando meios para garantir a própria sobrevivência, estabelecendo laços comerciais com moradores próximos, instigando outros escravos a fugirem e procurando, muitas vezes, reconstruir um estilo de vida parecido com o que ...

Quando menstruavam, as mulheres se isolavam dos demais --crendices de que o sangue podia azedar o leite, entre outras lendas, dominavam o imaginário popular. E os "paninhos" deviam ser lavados e pendurados para secar em locais não alcançáveis à visão dos maridos.

De troncos, chibatas, torturas psicológicas e formas de isolamento perigosas, os escravos no Brasil sofreram os mais diversos reveses durante sua luta de séculos pela libertação.

Os documentos mostram que a fuga e os quilombos não eram as únicas formas de resistência dos negros perante a escravidão: rebeliões, assassinatos, suicídios , revoltas organizadas também fizeram parte da história da escravidão no Brasil. Das revoltas históricas, a mais conhecida foi a dos Malês, em Salvador.

No passado, elas viviam submetidas ao trabalho duro, castigos e grande violência. Com o fim da escravidão, elas tornaram-se livres dos jugos impostos pelo senhor, mas não conseguiu livrar das péssimas condições de trabalho e baixa remuneração pelas quais passaram.

Os africanos eram tratados como se fossem um único povo, cuja cultura era considerada "inferior". Por isso eram obrigados a trabalhar em situações degradantes, vivendo de forma precária, sendo punidos com violência caso não cumprissem as ordens que lhes eram dadas.

No que se refere à mortalidade geral de escravos, com base na média de idade de falecimento obtida por meio dos registros de óbitos, concluímos que a expectativa de vida de um escravo, na Freguesia de Lamim, era de 25 anos, um pouco maior que a encontrada por Schwartz, que girava em torno de 19 anos.

Como era alto - tinha 2,18 m - e, na época, acreditava-se que homens com canelas finas gerariam filhos do sexo masculino, foi escolhido para se deitar com as escravas e gerar mais mão de obra. Também cuidava dos cavalos e era responsável pelo transporte de correspondência entre a fazenda e a cidade.

O trabalho análogo ao de escravo é crime? Sim. Desde a sua criação, em 1940, o Código Penal brasileiro criminaliza a conduta de reduzir alguém à condição análoga à de escravo.