O que e a lanterna de Diógenes?

Perguntado por: izanette . Última atualização: 2 de junho de 2023
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A expressão A lanterna de Diógenes é usada por jornalistas e escritores como símbolo da procura de homens honestos. Diógenes de Sínope, também conhecido como Diógenes, o cínico, foi um filósofo grego e um dos fundadores da filosofia cínica.

Quem foi Diógenes? Diógenes de Sinope (400 a.C. - 325 a.C.) era um cínico. Na verdade, ele foi o primeiro cínico, embora o fundador da escola cínica tenha sido seu professor, o filósofo ateniense Antístenes (440 a.C. - 365 a.C), discípulo de Sócrates (470 a.C. - 399 a.C.)

Mais uma história inacreditável de Diógenes, dessa vez o dia em que ele refutou o Platão.

Diógenes não acreditava em um filósofo incapaz de incomodar os outros, por isso incomodou, e muito, Platão: com gritos e performances, com ironias, sátiras e provocações. Razão pela qual este o chamava de Sócrates enlouquecido.

Em seu túmulo foi escrita a seguinte frase: “O próprio bronze envelhece com o tempo, mas tua gloria, Diógenes, nem toda a eternidade destruirá; pois apenas tu ensinaste aos mortais a lição da auto-suficiência na vida e a maneira más fácil de viver”.

Diógenes levou até às últimas consequências a noção de vida como prática filosófica. Se os filósofos afirmavam que o sentido da vida não estava na posse de bens materiais, então o melhor seria viver na mais absoluta pobreza. O pensamento deveria ser não apenas teoria, mas ação cotidiana.

Diógenes para a surpresa de Alexandre e de todos que estavam presentes, prontamente respondeu: – “De você não desejo nada, quero apenas que saia da frente do meu sol pois estás me fazendo sombra”.

Acreditavam que a felicidade estaria relacionada a uma vida simples, em acordo com a natureza, e sem as complexidades das regras e valores sociais. Os cínicos eram, então, pessoas que desprezavam os ordenamentos sociais e viviam em circunstâncias consideradas degradantes para um grego, assemelhando-se a animais.

Todo mundo conhece a história de Diógenes, filósofo grego do sec. 4 AC: em plena luz do dia ele costumava caminhar por Atenas, com uma lanterna nas mãos, à procura de um homem honesto.

Cínico: significado
O termo cínico, grafado com c, é muito utilizado para se referir a alguém que demonstra, em suas ações e comportamento, algum tipo de descaramento, sarcasmo ou deboche. Diz respeito, mais diretamente, àqueles que agem com cinismo.

O estoicismo propunha que os homens vivessem em harmonia com a natureza - o que, para eles, significava viver em harmonia consigo próprios, com a humanidade e com o universo. Para os estóicos, o universo era governado pela razão, ou logos, um princípio divino que permeava tudo.

Em uma passagem do livro Moralia, Plutarco narra um célebre encontro. É dito que Alexandre, o grande, certa vez foi visitar o filósofo Diógenes de Sinop. Aproximando-se, ele se apresentou como Alexandre, aquele que havia conquistado todo o mundo, e que lhe pedisse qualquer coisa que o concederia.

Ofereço-lhe metade das minhas riquezas se quiser acompanhar-me." Diógenes, de bate-pronto, retrucou o soberbo rei: “Só quero que você saia da frente do meu sol e pare de me fazer sombra." Alexandre, rendido e já se afastando do filósofo, confidenciou aos seus oficiais: "Se eu não fosse Alexandre Magno, eu queria ser ...

Diógenes acreditava que os humanos viviam artificialmente de maneira hipócrita e poderiam ter proveito ao estudar o cão. Segundo ele, este animal é capaz de realizar as suas funções corporais naturais em público sem constrangimento, comer qualquer coisa, e não fazer estardalhaço sobre em que lugar vai dormir.

Biografia de Diógenes
Foi um grande estudioso, no entanto, preferiu se afastar dos bens materiais para atingir a plenitude por meio do conhecimento. De tal modo, teve uma postura radical e anti-materialista se afastando dos bens materiais e do luxo, que, segundo ele, cegavam o ser humano.

Enquanto o cinismo nega todo e qualquer tipo de luxo e opulência, o estoicismo acredita que tais coisas são indiferentes.

Epicurismo é uma Escola Filosófica criada por Epicuro de Samos em meados do século IV a.C., no período pós-socrático, que afirma que, para atingir um estado de plena liberdade, tranquilidade e libertação do medo, o indivíduo deve manter-se em busca de prazeres moderados.

Percebemos assim que este jardim não é um lugar como outro qualquer. Nele aprendemos uma das mais valiosas lições do epicurismo: não é preciso muito para ser feliz. Outra lição valiosa que aprendemos no jardim: o lugar onde vivemos influencia a maneira como pensamos.