O que é a natureza da lesão?

Perguntado por: lcrespo . Última atualização: 19 de maio de 2023
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A rotina Natureza de Lesão no Acidente tem como objetivo o cadastro de qual circunstância o acidente ocorreu, para que a organização possa tomar as devidas providencias e corrigir a causa em que o acidente esta ocorrendo.

Lesões traumáticas: contusões, lacerações e pelo estiramento muscular. Lesões atraumáticas: cãibras e dor muscular tardia. Lesões parciais: acometem parte do músculo. Lesões totais: abrangem a totalidade do músculo e acarretam deformidade aparente, causa assimetria e perda da movimentação ativa.

Classificamos as lesões por pressão com base na quantidade de perda de tecido que podemos ver. Quanto mais profunda a lesão, mais significativa é a perda tecidual. A profundidade da ferida também determina o que o corpo precisa fazer para cicatrizar a ferida.

Deve-se salientar aqui também que a abertura do CAT por si só não gera o direito à estabilidade, visto que há regras estabelecidas na legislação que o colaborador precisa cumprir (sobre isso veremos mais abaixo). Por isso, o colaborador pode ser demitido mesmo com o CAT em aberto.

Como comprovar a doença ocupacional
Caso o médico comprove o diagnóstico de que você obteve essa doença a partir do trabalho, então ele deve preencher no atestado a CID (código internacional da doença) do seu problema de saúde.

Diagnóstico provável – informar, objetivamente, o diagnóstico. Exemplo: a) entorse tornozelo direito; b) tendinite dos flexores do carpo.

Estágio 1 Pele íntegra com eritema que não embranquece. Estágio 2 Perda da pele em sua espessura parcial com exposição da derme. Estágio 3 Perda da pele em sua espessura total. Estágio 4 Perda da pele em sua espessura total e perda tissular.

Contusão, entorse, luxação e fratura – principais diferenças
Esses são os quatro tipos de lesão que causam traumas ortopédicos nos pacientes. Apesar de serem diferentes, vale mencionar que podem ocorrer de forma associada, prejudicando a mobilidade do paciente. Vamos entender melhor a diferença entre elas.

“É quando machuca ou sente que tem um rompimento leve, uma parte muscular ou no nervo, torção ou até fratura”.

Conheça os tipos de lesões mais comuns e como tratá-las

  • Distensão muscular. A distensão muscular acontece quando um músculo ou o tendão que o prende ao osso é muito esticado ou submetido a um esforço excessivo, o que causa um rompimento de fibras musculares. ...
  • Luxação. ...
  • Fratura óssea. ...
  • Estiramento ligamentar. ...
  • Entorse.

Ao descrever as lesões devemos nos atentar a alguns parâmetros como: número, coloração, superfície, contorno, implantação, consistência, tamanho e localização. Além disso, é importante descrever a lesão fudamental (abaixo).

A descrição de uma lesão requer atenção aos detalhes e precisão. No detalhamento da lesão devem ser analisadas algumas características: início, duração, sintomatologia, formato, localização, limites, cor, tamanho, base, consistência, superfície, textura, contorno ou borda, número.

PORQUE MUITAS EMPRESAS NÃO GOSTAM DE EMITIR A CAT
Quanto mais CATs a empresa emitir mais terá possibilidade de pagar imposto maior em cima do que a Previdência cobra no Seguro de Acidente de Trabalho. Esse é um dos efeitos colaterais do FAP (Fator Acidentário Previdenciário).

Proteção contra demissão e estabilidade provisória.
A emissão da CAT também pode proteger o trabalhador contra a demissão por motivo de saúde decorrente do acidente de trabalho. Isso porque a demissão nesses casos pode ser considerada discriminatória e, portanto, passível de processo judicial.

Comissão aprova estabilidade provisória a trabalhador afastado por acidente ou doença. A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou a garantia de manutenção do emprego após o fim do período de benefício por incapacidade temporária a segurados do Regime Geral de Previdência Social.

Para comprovar a incapacidade é necessário apresentar documentos médicos que atestem a incapacidade para o trabalho, tais como:

  1. laudo médico ou atestados médicos com o CID da doença;
  2. exames médicos e prontuários médicos que comprovem que o segurado não tem condições de exercer a atividade laborativa que exercia.