O que oferecer para Exu para abrir caminhos?

Perguntado por: rrodrigues . Última atualização: 23 de maio de 2023
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Exu Olónan deve ser invocado nas situações de: abertura de caminho, emprego, causas de justiça e para ajudar no desejo sexual. Para abrir caminhos, passe um molho de abre-caminho pelo corpo e despache numa encruzilhada.

uma oferenda gigante é só um monte de elemento colocado. ali uma vela. uma vela. um charuto e um copo de cachaça.

Passe bastante óleo de oliva na vela toda, e em seguida na canela em pó. Coloque no porta velas e, ao redor, coloque os grãos de milho e 3 paus de canela. Tudo bem arrumado e bonito. Acenda a vela e concentre-se na abertura dos seus caminhos, sucesso, prosperidade…

Oferendas: as oferendas a Exú devem ser realizadas em encruzilhadas, ou seja, em cruzamentos de ruas ou lugares semelhantes. Isso porque estes lugares representam a conexão entre dois pontos diferentes. Cores: vermelho e preto são as cores que representam essa entidade e devem ser usadas em seus trabalhos.

Atua no caos para que a ordem prevaleça. Não gosta de displicência e de injustiça. Exu é o orixá que entende como ninguém o princípio da reciprocidade. Exu é também o guardião do mercado, do comércio.

As velas para Pombagiras e Exús podem ser toda vermelha, toda preta, bicolor preta e vermelha ou toda branca. As Pombagiras preferem cigarros de filtro branco ou cigarrilhas, já os Exús gostam mais de cigarros de filtro amarelo, cigarrilhas fortes e charutos.

Segunda-feira: Exu e Omolu.

Exu: é um Orixá que aceita tudo que a boca come, inclusive as frutas, mas ele tem predileção pelo caju, maçã e até pela cana de açúcar, que apesar de não ser uma fruta, ela é usada no culto a Exu, no intuito de amenizar situações adversas.

Cada um deles tem sua bebida e comida preferida, indo desde a já famosa farofa, cachaça e a cerveja, até vinhos e uísques refinados. Velas, charutos ou cigarros são sempre bem-vindos.

Conta-se que Iemanjá aceita os presentes quando as pequenas embarcações navegam um pouco e depois de um tempo afundam. Caso as oferendas entregues voltem para a pessoa, quase intactas ou totalmente completas, é porque o orixá não aceitou o que recebeu.

A entrega é um ritual onde se oferece elementos para que os Orixás ou entidades trabalhem por uma determinada causa. Normalmente se entrega comida, bebida, vela e demais elementos. Os elementos entregues criam um campo de força que gera a energia necessária para que os espíritos trabalhem em benefício do pedido.

Vela que queima completamente: quando sua vela queima por completo, sem precisar ficar reacendendo ou com outras manifestações, é um bom sinal, significa que o seu pedido foi aceito pelo anjo e será invocado. Vela que chora: significa que o seu pedido é muito difícil de ser realizado.

Banho para abrir caminhos
Ferva três litros de água, em seguida, acrescente três ramos de manjericão e sete gotas de essência de alfazema. Tome o banho higiênico e depois jogue do pescoço para baixo mentalizando os caminhos se abrindo e a prosperidade.

Qualquer que seja o motivo de ter seus caminhos trancados, é sempre possível fazer a abertura. Em alguns casos, ele se dá de forma mais rápida, em outros é preciso alguma persistência e até orientação espiritual para superar esse problema e conseguir seguir o seu destino.

Cada Orixá tem sua oferenda predileta. Aqui estão relacionadas às mais tradicionais: Exu: mia ìyèfun: farofa de dendê. Ogum: isu oyin: inhame assado regado com mel.

O sangue dos animais, a oferenda dos frutos, das ervas e dos minerais provoca a manutenção e o fortalecimento do axé. Trata-se de um sistema mítico de restituição que coloca as energias em ação, provocando o movimento e a Vida.

É comum, ao se chegar a uma entrada de uma casa de Candomblé, que uma filha da casa venha com uma quartinha com água e despeje esta água nos lados direito e esquerdo da entrada da casa. Este ato é para acalmar Exu e também para despachar qualquer mal que por ventura possa estar acompanhando esta pessoa.

Exu é um orixá que tem prioridade nos rituais do candomblé. É a divindade que primeiro deve receber as oferendas. Suas comidas, à base de farinha de mandioca, dendê, cachaça e pimenta, são preparadas com todo o cuidado, para que esta divindade possa receber tudo corretamente.

Outra saudação comum é o movimento das mãos parcialmente fechadas (encolhidas) apontada para o solo, com os dedos retraídos, encostando as costas das mãos ou os punhos um no outro, três vezes. Observa-se também durante os ritos o gesto de – com os punhos cruzados – bater as costas das mãos três vezes ao chão.