O que os europeus vendiam?

Perguntado por: acastro3 . Última atualização: 25 de maio de 2023
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No continente europeu, a oferta era de madeira, pedras, cobre, ferro, estanho, chumbo, lã, linho, frutas, trigo, peixe, carne.

Produtos mais procurados pelos europeus eram: cravo, canela, pimenta do reino, gengibre, noz moscada (temperos), tapetes, perfumes, marfim, porcelanas e tecidos de seda. Os primeiros a praticarem esse comércio foram os mercadores das cidades de Gênova e Veneza.

Com o crescimento das rotas marítimas, foram estabelecidos dois grandes eixos comerciais na Europa: o eixo do mediterrâneo, dominado pelas cidades italianas de Veneza e Gênova, e o eixo nórdico, conhecido como Liga Hanseática.

As transações comerciais com os africanos eram feitas na base do escambo: os portugueses levavam tecidos, cereais, ferro, vinho e cavalos que eram trocados por marfim, âmbar, cera, almíscar, couro, goma-arábica, cobre, pimenta malagueta, ouro e escravos.

Eles levavam diversas mercadorias para ser comercializadas com os povos africanos, como tecidos da Índia, armas de fogo, bebidas e cavalos. Em contrapartida, buscavam na África ouro, marfim e africanos para serem vendidos como escravos. A escravidão já existia na África, antes da chegada dos europeus.

Portugueses, holandeses, jesuítas, bandeirantes, africanos, árabes e japoneses contribuíram para a expansão dessa produção. a) A maioria das especiarias eram fruto do comércio entre a Europa e as novas rotas do oceano pacífico com as ilhas como a Nova Zelândia, Austrália e a Tasmânia.

Foram imigrantes que levaram ao continente a arte e a música, a agricultura e as cidades, os cavalos domesticados e a roda. Foram eles que introduziram as línguas indo-europeias atualmente faladas em quase toda a Europa. E é bem possível que também tenham levado a peste.

Os primeiros europeus a praticarem esse comércio foram os mercadores italianos de Gênova e Veneza. Algumas invenções contribuíram muito para as Grandes Navegações: a bússola, o astrolábio e as caravelas.

As especiarias na História
As principais são: pimenta, gengibre, cravo, canela, noz moscada, açafrão, cardamomo e ervas aromáticas. Na época das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos (séculos XV e XVI) eram muito valorizadas na Europa, pois não podiam ser cultivadas neste continente em função do clima.

No contexto da chegada dos portugueses ao Brasil, Portugal estava desfrutando o auge do comércio de especiarias da Índia — mercadorias oriundas da Ásia, como pimenta-do-reino, noz-moscada, perfumes e incenso, que, por sua raridade no mercado europeu, eram valiosíssimas.

Os europeus comercializavam com o Oriente, mais especificamente as Índias, que por sua vez dispunha de açúcar, ouro, porcelanas, pedras preciosas, cravo, canela, pimenta, noz-moscada, gengibre, marfim, perfumes, etc. O comércio entre países pode ser realizado por meio de exportação e importação.

Os jesuítas foram os responsáveis pela introdução da canela no Brasil, onde as condições de solo favoreceram sua adaptação. A espécie distribui-se desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul.

Independentemente do sentido do termo, desde tempos imemoriais as especiarias foram utilizadas pelos povos do Oriente, transportadas por mar; em rotas que atravessavam os oceanos Indico e Pacífico.

Um dos principais locais de negociação era a Índia, lugar em que eram encontradas em grande quantidade as tão cobiçadas especiarias.

Os portugueses também trouxeram as festas juninas e o carnaval, além de folguedos influenciados por eles como o bumba-meu-boi, a farra do boi, as cavalhadas e o fandango. No folclore, os portugueses trouxeram o mito da cuca, do lobisomem e do bicho-papão, e também trouxeram histórias infantis e cantigas de roda.