Para que serve a lisozima?

Perguntado por: igeraldes . Última atualização: 17 de maio de 2023
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Enzima natural para o controlo da população de bactérias láticas. Extraída da clara de ovo a LISOZIMA elimina as bactérias Gram positivo das quais se destacam as bactérias láticas. Contrariamente ao SO2, a LISOZIMA é mais eficaz em condições de pH elevado quando o desenvolvimento de bactérias lácticas é favorecido.

Como usar o Cloridrato de Lisozima? Cloridrato de Lisozima deve ser aplicado diretamente sobre as feridas ou ulcerações após a limpeza das mesmas, duas ou três vezes ao dia. Nos casos em que houver vesículas ou bolhas é necessário rompê-las antes de se aplicar o produto.

A lisozima é uma enzima, uma proteína globular formada por resíduos de aminoácidos. Ela pode ser naturalmente encontrada em secreções humanas e na clara de ovo, além de ser produzida também por algumas bactérias e outros organismos.

As lisozimas atuam principalmente sobre bactérias gram-positivas, porém, segundo Ibrahim e colaboradores (1996), a lisozima de ovo de galinha quando desnaturada, por meio de aquecimento e mudanças de pH, tornam-se efetivas contra bactérias gram-negativas.

Em relação ao seu mecanismo de ação as lisozimas atuam principalmente como barreira de defesa natural contra microrganismos. Em virtude da diferença na parede celular bacteriana, a atividade de lise no peptidoglicano bacteriano é eficaz em bactérias gram-positivas.

Produzida pelas células epiteliais e leucócitos, a lisozima é uma proteína bactericida que hidrolisa os peptideoglicanos da parede celular das bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, resultando na lise celular (RAINARD & RIOLLET, 2000).

Substância antibacteriana
Foi escolhida para essa função a lisozima, uma enzima que não é exatamente um antibiótico, mas é altamente poderosa contra bactérias, porque degrada suas paredes celulares.

( ) Lisozima: enzima com função bactericida, importante para manter a higienização da cavidade oral.

Coalhos de origem animal
A fonte tradicional da quimosina é o abomaso (quarto estômago dos ruminantes) de bezerros lactentes (que ainda dependem do leite materno para a sua sobrevivência) ou de outros ruminantes jovens.

A lactoferrina e a lisozima inibem a adesão das bactérias na hidroxiapatita recoberta pela saliva. A liso- zima e a peroxidase salivar impedem a ingestão de glicose pelas bactérias64.

A coagulação enzimática do leite é o processo mais utilizado, e é reali- zado por meio da adição de enzimas específicas, conhecidas como coalho ou coagulante. A denominação coalho é reservada para as enzimas obtidas do quarto estômago de ruminantes como, por exemplo, o coalho bovino.

As enzimas proteolíticas vegetais são: Bromelina, do abacaxi, Papaína, do mamão, e a Ficina, do figo. Ambas enzimas atuam na mesma faixa de pH, geralmente entre 7 e 8. São encontradas em grades quantidades nos seus respectivos frutos antes do amadurecimento.

São produzidas naturalmente pelos órgãos do sistema digestivo, principalmente pelo pâncreas. Diante de qualquer adversidade que ocasione a falta de enzimas no corpo, é comum que casos de problema de digestão aconteçam.

Pouco conhecida, mas abundante nos nossos pratos, a lectina é uma proteína facilmente encontrada em diversos alimentos, principalmente grãos, como soja, gérmen de trigo, lentilhas e feijões, quinoa, além de alguns vegetais e legumes, como o tomate e a berinjela.

Os antimicrobianos são drogas que têm a capacidade de inibir o crescimento de microorganismos, indicadas, portanto, apenas para o tratamento de infecções microbianas sensíveis.

As proteínas (polipeptídios) são moléculas formadas por aminoácidos ligados entre si, através de ligações peptídicas durante o mecanismo de transcrição, resultantes de uma informação genética que regula, por intermédio dessas substâncias, todas as reações metabólicas da célula.