Para que serve o Matergam?

Perguntado por: jmorgado . Última atualização: 17 de maio de 2023
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MATERGAM corresponde à fração proteínica do plasma humano, com elevado teor de anticorpos anti-Rho (D). Quando administrado em tempo hábil, previne a isomunização, impedindo o aparecimento da doença hemolítica do recém- nascido em gestações posteriores.

Geralmente, aplica-se a dose de imunoglobulina por volta da 28ª semana da gestação. A aplicação é indicada para gestantes com sangue de fator Rh negativo, cujo pai da criança seja Rh positivo – ela tem o objetivo de neutralizar essa diferença.

Quando a incompatibilidade sanguínea é detectada, é indicado o uso de imunoglobulina Rho(D), também conhecida como Vacina anti-Rh ou Vacina Rogan. O momento da vacina é determinado pelo obstetra, mas costuma ocorrer normalmente entre as 28 e 32 semanas da gestação, ou no máximo em 72h após o parto.

A administração da imunoglobulina anti-D deve ser realizada nas gestantes com Rh negativo, não sensibilizadas (Coombs indireto negativo), se classificação sanguínea do parceiro for Rh positiva ou desconhecida, nas seguintes situações: na 28ª semana de gestação (considerar sua utilização até a 34ª semana se for ...

Quando o resultado é negativo, em geral, não há problema. Em caso positivo é necessário realizar mais exames, como ultrassom com Doppler, para acompanhar os possíveis efeitos sobre o bebê. Atualmente, dá para conhecer o Rh do feto, por meio de uma análise do sangue materno, a partir de dez semanas de gravidez.

A injeção é aplicada antes do parto (entre 28º e 30º semana de gestação, ou nas primeiras 72 horas após o parto. Podendo também ser aplicada em casos de abortos espontâneos ou provocado, gestação ectópica, mola hidatiforme, aminiocentese ou trauma abdominal.

Um resultado positivo do teste de Coombs indireto indica isoimunização (nomeadamente, incompatibilidade Rh com o feto), estando assim em circulação anticorpos contra os glóbulos vermelhos fetais e podendo o feto desenvolver a doença hemolítica perinatal.

A duração do efeito da imunoglobulina anti Rh(D) não é para a vida toda. A proteção chega a 12 semanas, por isso, a mulher Rh negativo pode necessitar recebê-la em diversas oportunidades, conforme o médico identificar risco de sensibilização ao fator Rh.

A imunoglobulina G (IgG), apesar de ter alto peso molecular, é a única imunoglobulina capaz de atravessar a placenta e alcançar a circulação fetal.

O que são as injeções para trombose, como as de Thaila Ayala? Mulheres que enfrentam a trombofilia na gravidez, como Thaila Ayala, precisam aplicar, na barriga, injeções diárias de enoxaparina, princípio ativo que freia a coagulação.

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A incompatibilidade de Rh ocorre quando uma gestante tem sangue Rh negativo e o feto tem sangue Rh positivo. A incompatibilidade de Rh pode resultar na destruição de glóbulos vermelhos do feto, por vezes, causando anemia, o que pode ser grave.

Por exemplo, as mulheres com o tipo sanguíneo AB, A, B ou O negativos devem redobrar a atenção na hora de ser mãe. Assim sendo, caso o parceiro tenha o fator RH positivo e transmita essa característica para o feto, é possível que o corpo da mulher crie uma rejeição ao próprio filho.

A vacinação é uma ferramenta importante de proteção para as gestantes e seus bebês. Isso porque, durante a gravidez, a gestante fica mais sujeita à contaminação por agentes infecciosos, já que o seu sistema imunológico sofre diversas alterações.

O final do primeiro trimestre de gravidez (12ª semana), já traz certo alívio em relação aos riscos existentes. Esse é o período mais crítico.

Os principais efeitos colaterais do tratamento são: meningites assépticas, cefaleia, calafrios ou mialgia. Em migranosos, a infusão pode desencadear crises. Fadiga, febre, náusea e aumento da PA podem ocorrer nas primeiras 24 horas pós-infusão.

É esperado que na primeira semana de administração da imunoglobulina humana intravenosa ocorra uma rápida queda no nível de IgG sérica. O pico da concentração plasmática ocorre imediatamente após a administração intravenosa.

A solução para evitar essa sensibilização da mãe ao Rh é que a mulher tome uma injeção de imunoglobulina durante a gestação, para que o seu corpo não forme anticorpos anti-Rh positivo. Apesar de parecer algo complicado, ou perigoso, esse é um procedimento muito comum, e feito rotineiramente.