Quais são os tipos de sofisma?

Perguntado por: edinis . Última atualização: 29 de maio de 2023
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Alguns dos tipos de sofismas que Aristóteles menciona s^o (1) Ad hominem, (2) Apelo [ ignor]ncia, (3) Argumento de autoridade, (3) Non sequitur, (4) Falsa dicotomia, (5) Post hoc, ergo propter hoc (6) Palavras equívocas.

Por exemplo, se Pedro diz “sou a favor de escolas mais sustentáveis” e João rebate com “apenas pessoas tolas acreditam na sustentabilidade”, houve uma falácia ad hominem. Isso porque o discurso de João se direciona à ofensa contra Pedro, e não contra a ideia que ele expôs sobre sustentabilidade e educação.

Sofismo ou sofisma significa um pensamento ou retórica que procura induzir ao erro, apresentada com aparente lógica e sentido, mas com fundamentos contraditórios e com a intenção de enganar. Em um sentido popular, um sofisma pode ser interpretado como uma mentira ou um ato de má fé.

Lá pelo século V, sofismas eram as teses defendidas pelos sofistas. Naquela época, os sofistas atuavam como professores, ensinando aos filhos das famílias nobres, e estavam preparados, como os advogados modernos, para mostrar de que maneira se argumenta contra ou a favor de qualquer opinião.

Falácia. O sofisma é um tipo de falácia, um engano, um argumento inválido, uma ideia equivocada ou ainda, uma crença falsa. Nos estudos da lógica, a falácia é um erro de raciocínio ou argumentação, mas que parece estar correto.

Os sofistas atualmente são aqueles que disputam seus próprios interesses, numa oratória que privilegia somente uma parte da população. Sejam políticos, empresários, professores, líderes de organizações, facções ou mesmo religioso, qualquer um que defenda sua verdade.

Os sofistas eram conhecidos na Grécia como sendo tutores ou professores itinerantes, pois percorriam as cidades-estados levando conhecimento e ensinando a arte da retórica e argumentação aos indivíduos que desejassem pagar pelo conhecimento.

Em contraposição ao conceito de “Dialética” e da “Maiêutica” determinado pelo filósofo grego Sócrates (470 a.C-399 a.C), os sofistas negam a existência da verdade, de modo que ela surge por meio do consenso entre os homens.

espantalho

A falácia do espantalho acaba por ser um caminho fácil na argumentação: atacar o elo mais fraco. Dá menos trabalho e com alguma erudição no estilo de fala ou de escrita, até pode dar a sensação de que estamos a pensar profundamente.

Para poder identificá-las, as falácias foram divididas e classificadas em dois grupos: formais e não formais. São as que dizem respeito a um tipo de raciocínio.

A falácia é uma forma de raciocínio falho, enganoso, falso ou mal desenvolvido, mal direcionado ou com omissão de partes importantes. A mentira, por sua vez, é uma informação falsa ou propositalmente distorcida daquilo que é verdadeiro, é também uma definição de mentira a negação de algo que é verdade.

O erro dos sofistas (e de muita gente ainda hoje) é o de tomar algo acidental como sendo a essência. Através desse artifício, diziam que não se pode determinar quem é Sócrates, porque se Sócrates é músico, então não é filósofo, se é filósofo, então não é músico.

Conforme nos reporta Platão, a profissão de sofista foi criada por Protágoras, discípulo de Demócrito.

18 sinônimos de sofisma para 2 sentidos da palavra sofisma: Argumento enganador: 1 falácia, argumentação, evasiva, manobra, paralogismo, cavilação, chicana, torcedura.