Quem tem arritmia pode ter infarto?

Perguntado por: ejordao . Última atualização: 27 de maio de 2023
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Na maioria dos casos, as arritmias são breves, desaparecem espontaneamente e não representam risco para a saúde. No entanto, se o ritmo cardíaco acelerado tornar-se constante, pode conduzir à falência cardíaca congestiva. Arritmias graves, muitas vezes, ocorrem por causa de infartos do miocárdio.

As arritmias cardíacas podem ser: taquicardia, quando o coração bate rápido demais; bradicardia, quando as batidas são muito lentas e em descompasso, com pulsação irregular, sendo sua pior consequência a morte súbita cardíaca (MSC).

Pular avaliação: não comece nenhuma atividade sem antes passar por um médico, que deve pedir exames como eletrocardiograma e teste ergométrico. Arriscar-se: se estiver em tratamento com anticoagulante, é preciso abdicar de esportes de impacto ou com riscos de queda e sangramentos, como lutas e escaladas.

Um tipo de arritmia cardíaca grave, com risco de vida, é a chamada “fibrilação”, que ocorre quando os átrios ou os ventrículos se contraem de forma irregular, descoordenada. Pessoas com aterosclerose estão particularmente sujeitas a essa anomalia, que vem acompanhada de dor no peito nos casos de infarto.

Em alguns casos, a arritmia pode levar à morte súbita, que ocorre de forma inesperada e num prazo de uma hora desde o início dos sintomas, pode evoluir para parada cardiorrespiratória e falecimento.

As arritmias cardíacas podem trazer uma série de complicações graves, inclusive o óbito. Desmaios, insuficiência cardíaca, edema agudo de pulmão, AVC e parada cardíaca são algumas das complicações da doença. Portanto, as alterações nos batimentos do coração devem ser investigadas ao sinal dos primeiros sintomas.

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Indica que o ritmo cardíaco está dentro do padrão – em geral, entre 50 e 100 batimentos por minuto.

Diabetes, hipertensão, colesterol alto, tabagismo, obesidade e sedentarismo, entre outros fatores, podem causar arritmias cardíacas e demais problemas cardiovasculares. Por isso, a prevenção começa por hábitos e comportamentos saudáveis.

Apesar disso, fique sabendo que ter arritmia não é motivo para ser sedentário, pelo contrário, a atividade física leve a moderada pode proteger o coração5 e até mesmo melhorar a função cardíaca. Consequentemente, os exercícios físicos podem proporcionar uma melhor qualidade de vida para quem apresenta arritmias.

André: Sim. Apesar de todos os benefícios, o exercício físico intenso pode ser bastante perigoso para as pessoas que apresentam determinados problemas cardíacos, como algumas arritmias cardíacas.

Este compasso irregular dos batimentos pode vir acompanhado de sintomas como sensação de fraqueza, tontura, mal estar, falta de ar, dor no peito, palidez ou suor frio. A arritmia cardíaca é uma condição que pode afetar pessoas aparentemente saudáveis, homens e mulheres, e em qualquer idade.

Até os 60 anos de idade o homem tem mais risco de sofrer um infarto, mas após os 70 os dois sexos têm a mesma propensão. Essas condições valem para jovens e idosos. Mas há peculiaridades que agravam os riscos em quem tem menos de 40, 45 anos. O uso de drogas, em especial cocaína, a genética, doenças ...

Como falamos acima, os sintomas mais comuns de uma arritmia cardíaca são palpitações ou “batedeiras”, desmaios, tonturas, confusão mental, fraqueza, pressão baixa, dor no peito. Mas há casos de arritmias cardíacas assintomáticas, ou seja, que não provocam nenhum dos desconfortos citados.

Eletrocardiograma. O eletrocardiograma (ou ECG) é feito para avaliar a existência de arritmias cardíacas, infarto do miocárdio ou bloqueios do sistema de condução cardíaco. Geralmente, é um exame realizado como diagnóstico inicial do paciente, pois costuma apresentar a condição cardíaca do(a) paciente em repouso.

Sim. De acordo com a Lei Nº 8.213/91, cardiopatia grave está na lista de doenças que garantem o direito a aposentadoria por incapacidade permanente.

Quais são os tipos de arritmias cardíacas? As arritmias podem ser divididas em três categorias, ritmo cardíaco mais lento, abaixo de 60 BPM, chamado de bradicardia; ritmo cardíaco acelerado, acima de 100 BPM, chamado de taquicardia; ou ritmo irregular.

As arritmias de baixo risco também podem ser eliminadas, principalmente nos casos com alta probabilidade de sucesso. Podem ser tratadas por este método as taquicardias supraventriculares e as taquicardias ventriculares. Extrassístoles frequentes e sintomáticas também podem ser curadas.

Se a arritmia for de baixo risco, a prática das atividades podem ser realizadas sem restrições. Pessoas com arritmia de riscos um pouco maior necessitam de recomendação médica para realizar as atividades mais leves, como caminhada com duração de 20 a 40 minutos que pode ser feita três ou quatro vezes por semana.

Apesar de, normalmente, não haver nenhum aviso antes de uma parada cardíaca súbita, alguns dos sintomas a seguir podem surgir antes que ela ocorra:

  • Cansaço ou fraqueza.
  • Falta de ar.
  • Desmaio.
  • Tontura ou sensação de desmaio.
  • Palpitações no coração.
  • Dor no peito.