Como identificar a jurema preta?

Perguntado por: vperalta . Última atualização: 25 de maio de 2023
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A jurema preta é uma árvore de pequeno porte que chega a crescer 7m de altura (Figura 1). O caule é revestido de espinhos esparsos nas partes mais novas, mas podem ser encontradas plantas adultas sem espinhos na Caatinga.

A jurema-preta é uma espécie de áreas sujeitas a secas periódicas, distribui-se no nordeste do Brasil, norte da Venezuela e Colombia, México e El salvador (Flora do Brasil 2020 em construção; Queiroz, 2009).

Quando falamos em Jurema, somos automaticamente remetidos ao universo religioso e lembramos de imediato dessa fantástica linha de trabalhos espirituais das Caboclas Juremas. Sabemos que Jurema alem dessa fantástica falange, é também o nome de uma árvore, a “Jurema Preta” – Mimosa hostilis é seu nome científico.

A jurema é um arbusto muito difundido no litoral brasileiro, embora sua madeira seja pouco utilizável

  • Jurema preta: Mimosa nigra ou Mimosa hostilis;
  • Jurema branca: Pithecellobium diversifolium;
  • Jurema de oeiras: Mimosa verucosa.

Existem várias espécies de jurema, sendo prática comum a utilização da jurema-preta (Mimosa hostilis benth) e da jurema-branca (Vitex agmus castus). A planta é chamada por uma série de outros “sobrenomes” como jurema-mirim, jurema de caboclo, jurema roxa.

Mimosa tenuiflora

A Mimosa é o segundo maior gênero da subfamília Mimosoideae, dentre as várias espécies do gênero Mimosa tem-se a Mimosa tenuiflora (Willd.) Poir., conhecida popularmente como jurema preta.

As inflorescências da Jurema preta são reunidas em espigas, formada por flores brancas, pequenas, suavemente perfumadas, que fornecem recursos florais (pólen e néctar) para muitas espécies de abelhas, vespas, moscas e outros insetos.

Banho de 7 ervas contém ervas: Colônia, abre caminho, alfazema, alecrim, arruda, manjericão e guiné.

Mimosa tenuiflora

A Mimosa tenuiflora ou “Jurema-Preta” – como é popularmente conhecida – possui um elevado teor de DMT sendo, por esse motivo, escolhida para uso nesse trabalho.

Poir (Fabaceae) é uma planta nativa do Nordeste brasileiro, conhecida popularmente como Jurema Preta. Ela é amplamente utilizada na medicina popular no tratamento de queimaduras, gastrite, úlceras da pele e inflamações.

A floração da Jurema branca se dá por inflorescências axilares, em espigas cilíndricas de 4 a 8 cm de comprimento, concentradas nas extremidades dos ramos (cada axila pode conter até 3 espigas) com flores brancas e perfumadas.

As duas entidades incorporadas em uma sessão de jurema são os mestres que já se foram e os caboclos.

Na Jurema-Catimbó, a presença dos exus resume-se à linha da Jurema de Terreiro, sendo sua existência rara em outras linhas.

Exu e Pomba-gira são entidades que trabalham na abertura do culto à Jurema, justamente por serem responsáveis por abrir o campo enérgico para bons fluídos durante toda a gira.

Existem várias espécies de jurema, sendo prática comum a utilização da jurema-preta (Mimosa hostilis benth) e da jurema-branca (Vitex agmus castus). A planta é chamada por uma série de outros “sobrenomes” como jurema-mirim, jurema de caboclo, jurema roxa.

Como Page 21 10 enfatiza Salles (2010: 147), “os mestres juremeiros são profundos conhecedores de folhas, ervas e raízes medicinais, as quais são por eles cultivadas”.

O Maracujá, Passiflora incarnata, P.

A ayahuasca resulta da longa fervura de duas plantas, o arbusto chacrona (Psychotria viridis) e o cipó mariri, ou jagube (Banisteriopsis caapi). Na juremahuasca, usa-se a jurema em lugar da chacrona como fonte de DMT (dimetiltriptamina), substância propriamente alteradora da consciência.

A Jurema preta é uma leguminosa ocorrente em quase todo Nordeste, caracterizada por apresentar alto grau de resistência à seca, essa planta cresce em solos rasos, sendo bastante utilizada em áreas degradadas.