Fazia tempo tá certo?

Perguntado por: ufarias . Última atualização: 17 de maio de 2023
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Quando o verbo FAZER se refere a tempo transcorrido, ele é impessoal. Ou seja, ele não tem sujeito com quem concordar e então deve ser empregado sempre no singular. Por isso, devemos dizer: faz 20 anos que o conheço/ Fazia três anos que ele não tirava férias.

Porém, quando o verbo “fazer” indica tempo decorrido ou temperatura, ele se torna invariável ou impessoal. Isso quer dizer que ele deve ser usado sempre no singular. Desse modo, o correto é dizer ou escrever “Faz cinco dias que não como carboidrato”, e não “Fazem cinco dias que não como carboidrato”.

O “Fazia” pode ser usado para expressar a ideia de uma ação habitual no passado que não ocorre mais. Eu fazia tudo diferente quando era mais jovem. Ele fazia aulas de inglês na infância. Ela fazia todos os favores que eu pedia.

Fazer, quando exprime tempo, é impessoal, ou seja, não tem sujeito. Portanto, deve-se manter na terceira pessoa do singular: Faz dois anos que nos conhecemos, Ontem fez quinze dias que aconteceu o acidente.

Pretérito imperfeito: fazia, fazias, fazia, fazíamos, fazíeis, faziam. Pretérito perfeito: fiz, fizeste, fez, fizemos, fizestes, fizeram. Pretérito mais-que-perfeito: fizera, fizeras, fizera, fizéramos, fizéreis, fizeram.

A palavra fazia passa a ideia de algo, no passado, que o sujeito tinha o hábito de realizar. A palavra faria passa a ideia de algo que não foi concluído ou que pode acontecer.

Por isso, o verbo deve sempre permanecer no singular. Faz dez dias que te conheci. Isso aconteceu faz seis meses.

A forma faziapode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de fazer] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do indicativo de fazer] .

As duas palavras existem na língua portuguesa e estão corretas. A pronúncia das duas palavras é diferente, devido aos fonemas representados pelas letras z e ss.

A forma verbal “faz” é usada quando o sujeito está no singular ou quando o verbo é impessoal. Já a forma verbal “fazem” é usada quando o sujeito está no plural.

A regra geral é: o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito da oração. 1. Quando o sujeito é representado por expressões partitivas (a maioria de, parte de, uma porção de, metade de) acompanhadas por nome, o verbo pode concordar com o partitivo ou com o nome.

O advérbio quando pode ocorrer com valor circunstancial expressando uma circunstância de tempo, indicando «em que ocasião» (ex.: «Ele decidiu levá-la a passear, mas não disse quando»). Pode ainda ocorrer em frases interrogativas directas ou indirectas (ex.: «Quando é que chegas?»).

O verbo fazer é impessoal no sentido de haver, quando dá ideia de tempo transcorrido ou de fenômeno meteorológico. Deve, portanto, ficar na 3ª pessoa do singular. Exemplos: Faz 10 anos que ele chegou a Brasília.

O verbo fazer é um verbo irregular. Faz parte dos verbos da 2. ª conjugação, por terminar em -er, mas não segue o modelo fixo de conjugação verbal da 2. ª conjugação.

O futuro do pretérito é um tempo verbal conjugado no modo indicativo. Sua formação pode ser simples e composta. Ele expressa incerteza, surpresa e indignação, sendo utilizado para se referir a algo que poderia ter acontecido posteriormente a uma situação no passado.

A frase correcta será então Devem existir vários carros e não *Deve existir vários carros. Notas: As respostas são datadas e escritas segundo a ortografia da norma europeia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990.

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