O que é a doença gangrena gasosa?

Perguntado por: osouza . Última atualização: 20 de maio de 2023
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A gangrena gasosa é uma infecção do tecido muscular com risco à vida causada principalmente pela bactéria anaeróbia Clostridium perfringens e por várias outras espécies de clostrídios. Pode-se desenvolver gangrena gasosa após certos tipos de cirurgia ou lesões.

A gangrena gasosa é uma infecção do tecido muscular com risco à vida causada principalmente pela bactéria anaeróbia Clostridium perfringens e por várias outras espécies de clostrídios. Pode-se desenvolver gangrena gasosa após certos tipos de cirurgia ou lesões.

Tratamento da gangrena
A gangrena é geralmente tratada com cirurgia, a qual visa a retirada do tecido morto. Em algumas situações, pode ocorrer a necessidade de amputação da parte do corpo afetada. Além disso, o uso de antibióticos é recomendado, a fim de impedir complicações devido a infecções bacterianas.

A gangrena pode levar ao desenvolvimento de lesões que exalam um forte odor. Gangrena interna: pode afetar um ou mais órgãos internos onde o fluxo sanguíneo está bloqueado. Também pode ocasionar a morte do doente, quando não tratada rapidamente. Dentre seus sintomas, destacam-se febre e dor intensa.

Os sintomas da gangrena incluem vermelhidão e inchaço na área afetada, perda de sensibilidade ou dor intensa e feridas ou bolhas na área afetada que sangram ou produzem um pus fétido. A gangrena transforma a pele comprometida numa área de cor preta esverdeada.

A reversão usual no caso de princípio de necrose é o uso da hialuronidase, feita pelo profissional que executou a harmonização, logo após os primeiros sinais de isquemia local. A hialuronidase dissolve o preenchedor, revertendo assim a obstrução dos vasos, devolvendo a circulação sanguínea para a área.

Fumar aumenta o risco de coágulos sanguíneos significativamente. Se o sangue coagular em uma artéria e não conseguir mais passar, o tecido que deveria ser suprido com sangue perde a sua fonte de seu oxigênio e nutrientes e morre em minutos. Isso pode resultar em ataques cardíacos, derrames, e gangrena da perna.

Tratamento. O manejo requer equipe com urologista, intensivista, cirurgião geral e, por vezes, cirurgião plástico para melhor reconstrução da região afetada.

Quanto ao tipo, a gangrena pode ser dividida em seca, úmida e gasosa.

Quando a necrose está relacionada ao ato iatrogênico, ela acontece até 12 horas após o procedimento, pois a vascularização do tecido é interrompida devido a lesão iatrogênica do vaso, não suprindo o tecido desejado.

Devemos sempre evitar o “peso” dos produtos sobre os vasos, o que pode levar a uma condição de isquemia prodrômica à necrose. A compressão exofídica ou endofídica depende da técnica utilizada e do excesso de produto no local mas em ambas a evolução é sempre desastrosa: necrose.

O processo necrótico pode evoluir para cicatrização total, devido à proliferação de tecido conjuntivo -vascular ou gerar ulcerações permanentes ou recidivantes . Os processos necróticos maiores podem se tornar encapsulados pelo tecido conjuntivo que os envolve.

As células mortas são completamente destruídas e transformam-se em uma massa viscosa, dando um aspecto mole à área necrosada. Necrose caseosa: Nesse tipo de necrose, o tecido afetado apresenta uma aparência de massa granular branca, que lembra muito ricota.

O espectro de cores indicativo de necrose é: branco/opaco – traduzido pela palidez ou opacidade da mucosa e da pele, decorrente de eventos isquêmicos; vermelho escuro/azulado/roxo/negro – escurecimento, em caso de necrose hemorrágica; amarelo/marrom – típico da supuração, na necrose liquefativa.

· Papaína Creme ou Gel 10%: indicado para lesões com necrose seca ou húmida com baixo exsudato. Dissocia as moléculas de proteína (desbridamento químico), age como anti-inflamatório, bactericida e bacteriostático, acelerando o processo cicatricial.

Mudança de coloração
Dessa forma, temos o seguinte: Vermelho escuro/roxo/negro – Indica necrose hemorrágica; Branco/opaco – Decorre de eventos isquêmicos, traduzidos pela opacidade da mucosa e da pele; Amarelo/Marrom – Indica necrose liquefativa, típico da supuração.

Em 12 horas, o nível de monóxido de carbono no sangue volta ao normal. Entre 2 a 12 semanas, a circulação melhora e a função pulmonar aumenta. Entre 1-9 meses, a tosse e a falta de ar diminuem.

Não existe uma quantidade segura de cigarro. O cardiologista e consultor do Bem Estar Roberto Kalil lembra que o cigarro aumenta em 30% o risco de infarto.