O que os maias gostavam?

Perguntado por: efreitas . Última atualização: 18 de maio de 2023
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Os Maias gostavam de fazer sauna para “purificar” o corpo e a alma, conforme as locais para banhos de vapor, identificados nas suas cidades. Sabiam produzir borracha a partir da extração do látex, misturado com demais substâncias naturais.

A sociedade maia era estratificada, com uma elite dominante que possuía grande riqueza e poder. A maioria da população era composta por agricultores, artesãos e comerciantes. A escrita maia era altamente desenvolvida e incluía um sistema de hieróglifos e caracteres que ainda estão sendo decifrados pelos arqueólogos.

Os maias eram conhecidos por seus rituais religiosos sangrentos, muitas vezes envolvendo sacrifícios humanos, que eram realizados como uma forma de apaziguar os deuses, garantir uma boa colheita ou proteção contra doenças e desastres naturais.

Itzamná

Religião Maia - História da Religião Maia
A figura mais importante do panteão maia é Itzamná, deus criador, senhor do fogo e do coração. Representa a morte e o renascimento da vida na natureza. Itzamná é vinculado ao deus Sol, Kinich Ahau, e à deusa Lua, Ixchel, representada como uma velha mulher demoníaca.

Itzmana

O principal deus dos maias era Itzmana, considerado o rei dos céus. Ixchel, esposa de Itzmana, era uma deusa responsável pelas chuvas e também pelas inundações. Os maias ainda faziam reverências a outros deuses e elementos da natureza.

A vida cotidiana dos Maias era centrada na agricultura, com milho sendo o principal alimento. Eles também eram habilidosos em artesanato e comércio, produzindo cerâmica, tecidos e outros produtos que eram trocados com outras cidades-estado.

A arte maia, com seus entalhes em madeira e pedra, é vista pelos estudiosos como uma das mais belas da Era Clássica. Entre os trabalhos artísticos que sobreviveram ao longo do tempo, restam a cerâmica, os murais, as esculturas e a vasta arquitetura dos sítios arqueológicos.

A economia da civilização maia era basicamente agrícola. Cultivavam o milho, produto considerado sagrado, o algodão, o cacau e o agave. Completavam suas atividades econômicas com a caça, a pesca e o artesanato.

É inegável que a civilização Maia deixou uma marca na história, não apenas por sua arquitetura emblemática ou por seu calendário, mas também pela escrita hieroglífica, composta por mais de 700 signos, e por sua escultura religiosa, entre outros aspectos, que a diferenciam de outras sociedades do mundo.

Mas, além disso, os maias fizeram contribuições muito significativas para a arquitetura, a matemática, a topografia, a arte têxtil, a cozina, que o projetaram através dos séculos para a atual cultura da América Central, que abarca parte do México, Guatemala, Belize, Honduras e El Salvador.

Os maias foram uma civilização mesoamericana desenvolvida pelos povos maias e conhecida pelo seu logossilabário — o mais sofisticado e desenvolvido sistema de escrita da América pré-colombiana — bem como por sua arte, arquitetura, matemática, calendário e sistema astronômico.

A língua oficial que era falava pelos maias era o Yucatãn, no entanto também falavam diferentes tipos de dialetos, formados a partir de influências absorvidas de outros grupos culturais menores. Os maias desenvolveram um sistema de escrita que, assim como os egípcios, era baseado no uso de hieróglifos.

Brasília – Os maias são famosos pela complexidade cultural e pelo notável conhecimento que demonstravam em áreas como astronomia, arquitetura, escrita e matemática.

As roupas da civilização maia eram bem coloridas e apresentavam diversos bordados. O chapéu era um elemento importante que revelava a identidade social do indivíduo. Além dos chapéus, os lenços, gorros e tiaras faziam parte das vestimentas.

Etimologistas portugueses acreditam que Maia tem origem no topônimo pré-romano madia, significando terra úmida.

Organizando-se de forma descentralizada, os maias dividiam o poder político entre diversas cidades-Estado. Em cada uma delas, um chefe, chamado de halach vinic, governava a região em nome de uma divindade específica. Seu poder era repassado hereditariamente e os principias cargos administrativos eram por ele delegados.

Na mitologia maia, Tepeu e Gucumatz (o Quetzalcoatl dos astecas) são referidos como os criadores, os fabricantes, e os antepassados. Eram dois dos primeiros seres a existir e se diz que foram tão sábios como antigos.