Porque têm que enterrar o umbigo do bebê?

Perguntado por: nrodrigues . Última atualização: 23 de maio de 2023
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É para ser próspera. Alguns falam para plantar num pé de roseira para a criança ser bonita e ter saúde. Outros dizem até que se quiser que o filho seja fazendeiro, tem que enterrar na porteira de uma fazenda”, comenta. O costume de guardar o umbigo é de família.

Para o Ministério da Saúde, por exemplo, guardar o cordão da criança para a própria criança num banco particular pode ser inútil. Em primeiro lugar porque se a criança tem uma doença no gene, em sua célula-tronco provavelmente ela também terá e em segundo é possível encontrar doadores compatíveis no resto do país.

Mas descartar o cordão umbilical é um grande desperdício de células com potencial terapêutico. No texto de hoje, falaremos o quanto o armazenamento do cordão é importante e como ele pode ser feito mesmo por quem não tem acesso a um banco privado/familiar.

Faz parte da nossa natureza essa interdependência, é fundamental para a identidade.” O umbigo, neste cenário, é a cicatriz eterna que prova o quanto nossa espécie é dependente da intersubjetividade, o quanto estamos à mercê do outro não apenas na infância: precisamos de alguém para validar nosso sucesso ou fracasso ...

Neste processo exclusivamente realizado no sétimo dia de vida, a criança é protegida da visita de terceiros, como também do contato com a luz solar. -umbigo como “tétano umbelical, tétano dos recém-nascidos” e ao mal-de-sete-dias “o mesmo mal- de-umbigo”.

Uma delas sugere que a sobra do umbigo deve ser enterrada junto a uma planta para garantir prosperidade. Outra diz que se deve dar o coto para uma vaca comer para atrair sorte.

Os cuidados com o coto umbilical são de essencial higiene quando o bebê nasce, quando o umbigo cai e alguns dias depois de cair também. A região deve permanecer seca para agilizar a cicatrização e limpa para evitar infecção.

Se, por exemplo, um rato comer o umbigo da criancinha, o destino dela está definido: irá ser ladrão de pequenas coisas, como fazem os ratos…

Antigamente, era comum enterrar o umbigo dos bebês. Mas não em qualquer local, pois isso determinaria sua vida futura. Enterrar embaixo de uma roseira faria da menina uma linda mulher. Enterrar na porteira ou no curral da fazenda faria do menino um rico fazendeiro.

Em algumas situações (20% dos bebês), após cair o coto umbilical, o umbigo fica saltado. Isso é um sinal, provavelmente, de uma hérnia umbilical, que na grande maioria das crianças vai fechar espontaneamente até os 5 anos de idade sem a necessidade de nenhuma intervenção.

Para isso, o ideal é utilizar álcool 70% (aplicando-o com algodão), fralda de pano ou cotonete. Não é aconselhável usar nenhum objeto que abafe ou tampe a região do umbigo, como moedas ou qualquer outra substância. Abafar o local impede que o coto umbilical seque, impedindo sua queda.

Mantenha o coto umbilical limpo e seco. Recomenda-se deixar o umbigo secar ao ar, se possível, e não cobri-lo com pomadas ou similares.

Não é aconselhado o uso de faixas, moedas ou qualquer outro objeto ou substância sobre o umbigo, pois o local não deve ser abafado, uma vez que o coto umbilical precisa secar para cair.

O umbigo não tem nenhuma função no nosso corpo. Ele é apenas uma cicatriz que surge no momento do nosso nascimento. A culpa é do cordão umbilical, anexo do corpo quce permite a comunicação entre o feto e a placenta. Durante a gestação, a placenta envolve o bebê.

Esse canudinho é formado, principalmente, por vasos sanguí- neos e é por meio dele que a mãe pode passar nutrientes, oxigênio para o bebê e ainda retirar o que não é necessário. Ou seja, o cordão umbilical que se forma durante a gravidez é essencial para que todo bebê cresça e possa nascer saudável.

O chakra umbilical tem uma importância muito grande dentro da espiritualidade, porque faz com que o ser humano se mova, vá para frente. Segundo conhecedores do tema, esse é o chakra que que gere, que dá a energia vital. Também é o que guarda tudo aquilo que faz o corpo se movimentar, se abastecer e se sentir vivo.