Qual a diferença da infância de antigamente?

Perguntado por: abaptista8 . Última atualização: 20 de maio de 2023
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Na Idade Média, a infância ficou minúscula: durava o tempo da amamentação. Assim que a criança ficasse um pouco maior, já era vestida como um “miniadulto em treinamento”. Meninos e meninas recebiam deveres iguais aos adultos e a ingenuidade e imaturidade eram tratadas como defeitos a serem abolidos logo.

(p. 156). Ou seja, as crianças eram representadas como adultos em miniatura, sendo vestidas e expostas aos mesmos costumes dos adultos. Elas não tinham um tratamento diferenciado, nem um mundo próprio, não existia neste período, o chamado sentimento de infância.

A criança de hoje é um “nativo digital” porque nasceu nesse contexto tecnológico completamente disponível para ser utilizado por eles e com eles. Desde muito pequenos são convidados a usar a tecnologia para criar, explorar, construir, entreter-se, expressar-se e se comunicar com os outros.

Começam a aprender a socialização e a abandonar o egocentrismo e passam a compreender que suas ações podem afetar as pessoas à sua volta. Tem início o processo chamado identificação, em que os exemplos passam a ser imitados e incorporados ao arsenal comportamental da criança.

Como os pais educavam seus filhos antigamente? Pais de outrora, via-de-regra, ensinavam e educavam com a pedagogia do amor, da cultura, do bom-senso, da honestidade e do respeito mútuo ; amavam os seus filhos e, se necessário fosse, dariam as próprias vidas por eles.

Na Contemporaneidade, a concepção de infância passa por uma ação pedagógica que considera a criança como um ser social. Nesse processo, a criança passa a ser vista como um indivíduo que tem necessidades como um sujeito histórico e de direitos, ou seja, ela passa a ser vista como um ser total, completo e indivisível.

Antigamente as crianças não tinham tantos brinquedos como as de hoje e, por isso, tinham que usar mais a criatividade para criá-los. Hoje em dia é normal ver uma criança que, ao mesmo tempo, navega na internet, folheia uma revista, fala no telefone, e ainda assiste televisão.

A infância é a etapa inicial da vida compreendida entre o nascimento e os 12 anos de idade. As experiências vividas nesse período são cientificamente reconhecidas por afetar profundamente o desenvolvimento físico, mental, social e emocional dos indivíduos.

Confira quais são esses estágios e como você pode incentivar o aprendizado ao conhecer mais sobre cada um deles.

  • 0 a 2 anos – Estágio sensório-motor. ...
  • 2 a 7 anos – Estágio pré-operatório ou simbólico. ...
  • 7 a 12 anos – Estágio operatório concreto. ...
  • 12 a 16 anos – Estágio das operações formais.

A infância é definida como um período único e especial do desenvolvimento humano, no qual a criança tem o direito de brincar, aprender e ser protegida dos perigos e responsabilidades da vida adulta. Trata-se de um conceito humanista, construído no período que vai da idade moderna até meados do século XX.

50 brincadeiras que atravessaram gerações e continuam vivas nos dias atuais

  • Adedonha ou stop. Cria-se uma tabela em tópicos, cada coluna da tabela recebe o nome de uma categoria de palavras como animais, automóveis, cores etc., que devem ser respondidas em um determinado tempo. ...
  • Balança caixão. ...
  • Batatinha frita 123.

- Infância: é a fase que vai desde o nascimento até os onze anos de idade. Ela é um período de muita aprendizagem e novidades, já que é quando começamos a descobrir o mundo à nossa volta e as relações entre as pessoas; começamos a falar e a andar, geralmente iniciamos os estudos, aprendemos regras e limites, etc.

O período de transição entre a infância e a idade adulta pode acarretar alguns enfrentamentos psicológicos. O jovem passa a lidar com a perda repentina da proteção dos pais e sente necessidade de desenvolver autonomia, construir uma identidade e reivindicar por liberdade de expressão e de sentimentos.

As gerações dos anos 1950 e 1960 brincavam muito na rua. Com brincadeiras que são conhecidas até os dias de hoje, como “Esconde-Esconde” (ou Pique-Esconde); “Amarelinha”; “Passa-Anel”; “Taco” e “Adivinhação”. As meninas tinham também bonecas de pano e se divertiam muito com elas.